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Pensamentos aleatórios

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29 de agosto de 2014

Campanha no Facebook incentiva os internautas a, literalmente, chutar os cavaletes de propaganda política


Já pensou se essa moda chega em Catalão?!


Os cavaletes com propagandas dos candidatos a deputado e governador têm sido alvo de uma nova campanha. Circulam pelas redes sociais mensagens que pedem para que os usuários chutem os suportes de madeira com fotografias que vem ocupando calçadas e praças em todo o País. "Campanha dê uma voadora no cavalete você também", diz uma imagem estampada em diversos perfis no Facebook. "Você já chutou seu cavalete hoje? Se você já chutou, curta. Se você vai chutar, compartilhe", afirma outra.

Pela lei eleitoral, as campanhas podem colocar cavaletes nas vias públicas, desde que eles sejam móveis e que não "dificultem o bom andamento do trânsito de pessoas e veículos". O suporte também deve ser disposto nas ruas até as 6h e deve ser retirado até as 22h. Também é proibido, segundo a lei, a colocação de qualquer tipo de propaganda eleitoral em árvores e jardins localizados em áreas públicas, bem como em muros, cercas e tapumes.

Apesar de a campanha para chutar um cavalete estar fazendo sucesso na web, o ato de vandalizar ou destruir propaganda eleitoral configura crime. De acordo com o Código Eleitoral, o ato de inutilizar, alterar ou perturbar um meio de propaganda que está dentro da lei pode levar o autor da ação à detenção de até seis meses ou o pagamento de multa. Impedir o exercício de propaganda também acarreta em detenção de até seis meses ou pagamento de multa.

Confira baixo o vídeo da campanha, a musiquinha é empolgante:



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29 de abril de 2014

Propaganda Eleitoral Gratuita: guia para fazer propaganda política

Para quem gostou do vídeo do Adnet, eis a inspiração:



A cada dois anos, com as eleições majoritárias e proporcionais intercaladas, o roteiro se repete: horário eleitoral gratuito em TV e rádio, estratégias de campanha, equipes de marketing dando arte final ao rascunho, candidatos comendo pastel com populares e beijando crianças carentes. O eleitor pode reagir com indiferença, irritação, descrença. Ou, em via oposta, com entusiasmo, esperança, espírito cooperativo. Mas uma coisa é certa: a ironia e a irreverência afloram em período eleitoral tanto em candidatos quanto em eleitores.

Calejados com a aparição sazonal de tantos pleiteantes “bonzinhos” a cargos eletivos, um grupo de atores e produtores criou um vídeo de pouco mais de três minutos em que a “maquiagem” de candidatos é não só escancarada, como reveladora de um padrão que já levou muita gente às câmaras, assembleias e palácios Brasil afora.

No filmete, o “Candidato” cerra os punhos e descreve as tomadas de câmera que o tornam positivamente dramático. “Enquanto a câmera se aproxima calmamente, eu falo pausado [sic] para que você, eleitor de classe baixa, entenda. No momento em que a câmera fecha em close, eu preparo uma frase de efeito para finalizar o discurso”, declama um jovem bem penteado e vestido, de sorriso ininterrupto. 

A partir daí o que se vê é a parceria entre a inteligência e a criatividade, tudo a serviço das entrelinhas das campanhas eleitorais. No momento clichê das musiquinhas de candidatura, mais galhofa. “Agora é a hora do jingle / Pessoas felizes se dando as mãos / Agora é a hora que eu finjo / Que pra apoiar não ganhei um tostão / Jovens sorrindo, cantando e fazendo sinais com as mãos / Belas imagens de uma cidade antes do refrão”, diz o roteiro em autorreferência.

O final do filmete é mais irônico, dando a entender que começaria a propaganda de um tal “POB” – uma bem humorada referência ao PCO – Partido da Cauda Operária. “Começa agora o programa do Partido do Orçamento Baixo”, narra o locutor, com pronúncia acelerada a inspirar o candidato de olhos arregalados, no melhor estilo do saudoso Enéas (1938-2007). Mais uma vez, uma ironia com a situação daqueles que não podem pagar para fazer uma campanha cara, mas muitas vezes meramente teatral.

Tanto nesse vídeo, quanto no do Adnet, a mensagem é clara: o eleitor só se ilude porque quer, pois a manipulação é descarada!

 
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26 de abril de 2014

Propaganda Eleitoral Gratuita: um jingle político sincero


Propaganda política, tirando as do Enéas, são todas iguais: o candidato é simpático, anda cercado pelo povo, beija criancinhas, come nos restaurantes populares, arregaça as mangas para o trabalho, toca obras como se fosse o engenheiro responsável, etc... e tudo sempre no ritmo de uma empolgante trilha sonora. Pois bem, o Marcelo Adnet fez uma ótima paródia sobre esse tipo de propaganda (que estranhamente não cabe reclamação posterior no Procon) que passou em seu programa de ontem na Rede Globo (que só deixou passar por ser de madrugada), confira:

"Esqueça o que ele roubou, mas não esqueça o seu número"

Após ver o vídeo, lembrar de qualquer propaganda política não é mera coincidência.

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