Powered By Blogger

Pensamentos aleatórios

Mostrando postagens com marcador Alienação. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Alienação. Mostrar todas as postagens

16 de dezembro de 2016

Um vídeo para reflexão

Em tempos de indiferença, desrespeito à opiniões diversas, retirada de direitos e falta de confiança nas instituições e nos políticos, convém assistir um clipe para provocar uma reflexão sobre o por quê da sociedade estar caminhando nessa direção:


Compartilhe:

10 de junho de 2016

Oba! Hoje é dia de show, vamos celebrar!

Hoje é dia de show!

Mais uma vez os catalanos são abençoados com a oportunidade de agradecer aos céus por todos os benefícios que nossa cidade recebeu da parceria com o Governo de Goiás. Parceria esta que só foi possível graças ao nosso visionário prefeito, Jardel Sebba, que usou e abusou de seu enorme prestígio com o governador Marconi (carinhosamente chamado por ele de compadre) para trazer tudo o que nossa cidade precisou nesses últimos três anos e meio: shows.

Pois é de show que o povo gosta e precisa.

Quem precisa de um Ginásio Internacional reformado, com capacidade para receber jogos de exibição e competições esportivas, se há um show capaz de fazer a gente esquecer que aquela estrutura se tornou abrigo de drogados e mendigos? (melhor implodir aquilo lá)

Quem precisa de CREDEQ para tratar dependentes químicos se um há um show na área e as famílias podem se distrair de seu sofrimento? (não interessa que foi promessa de campanha)

Quem precisa de aeroporto funcionando se há um show na cidade e não é necessário viajar para ver outro?

Quem precisa que empresas sejam atraídas para a cidade, gerando emprego e renda e diminuindo o impacto das demissões ocorridas na MMC (mais de 1500 até agora), se o show é de graça e não é  preciso ter emprego ou dinheiro para entrar?

Quem precisa de escolas estaduais reformadas, padrão século XXI, se o show pode ser feito em espaço aberto sem nenhuma necessidade de teto ou paredes?

Quem precisa de mais policiais nas ruas, inibindo os criminosos e diminuindo a violência, se no show estarão todos lá e nenhum bandido se atreverá a atacar?

Quem precisa de passarelas para pedestres e acessos asfaltados e sinalizados nas rodovias estaduais que cortam o perímetro urbano se o show é realizado dentro da cidade?

Quem precisa de um prefeito sério, que não seja cínico nem debochado, competente, ágil e transparente, quando se tem um que traz shows pra gente?

Pois é de show que o povo gosta e precisa... vamos celebrar!!!


Compartilhe:

24 de março de 2015

Discutindo política em Catalão

Uma singela charge que ilustra como é o nível da discussão política em Catalão se um dos interlocutores for ferrenho defensor das ações do prefeito:


Compartilhe:

25 de junho de 2014

Esqueci meu Smartphone! E agora, meu Deus?!




Um vídeo de pouco mais de dois minutos reproduz aquilo que já podemos chamar de cenas do dia a dia de grande parte da sociedade atual, mostrando que preferimos tirar fotos ou filmar do que viver o momento.


Sempre à mão, os dispositivos móveis trouxeram a possibilidade de nos ligarmos ao mundo virtual das redes sociais e das mensagens instantâneas, mas por outro lado também têm a capacidade de nos alienar do mundo real.

Afinal é verdade que grande parte do que vivenciamos hoje em dia se dá por meio da tela do celular, que muitas vezes prestamos mais atenção ao telefone do que a conversa dos amigos e que cada brinde que fazemos é antecedido de uma foto (que até nos faz esquecer o por quê do brinde).

São vários destes momentos de "convivência virtual" que o britânico Miles Crawford e a atriz filipina Charlene de Guzman reproduzem nesse vídeo que foi publicado no YouTube no dia 22 de agosto de 2013 e que já soma mais de 43 milhões de visualizações. 

Compartilhe:

30 de janeiro de 2014

“Não existe trabalho ruim, ruim é ter que trabalhar”


A clássica frase do Seu Madruga está na cabeça e no dia-a-dia de muita gente desmotivada. O diretor argentino Santiago Grasso quis discutir essas relações humanas de trabalho em nossa sociedade e dirigiu o curta de animação El Empleo (O Trabalho).

Com pouco mais de seis minutos, o vídeo apresenta um novo significado de “trabalhar para o homem”. Em um mundo onde os seres humanos são apenas objetos e tratados como tais pelos outros, o curta ilustra cuidadosamente este homem de trabalho. 

Confira o vídeo abaixo. Depois disso você nunca mais vai ver seu emprego da mesma maneira. 


Compartilhe:

24 de setembro de 2013

Como o Capitalismo mantém a paz social

Para aqueles que são críticos ao Capitalismo como um modo de produção desumano que joga o trabalhador num círculo vicioso de exploração, consumo e alienação, segue uma singela historinha em quadrinhos retratando o cotidiano de uma fábrica de ovos cabeludos (?), que poderia ser adaptada a qualquer chão de fábrica de qualquer cidade do mundo, até mesmo daquelas localizadas em Catalão...



Gostou? Compartilhe:

22 de junho de 2013

A bela (e despolitizada) manifestação em Catalão


E Catalão aderiu às manifestações que estão sacudindo o Brasil. E foi uma manifestação bonita, pacífica, ordeira, sem vandalismo, com presença maciça de jovens, mas também de idosos e até crianças com seus pais. Cerca de 3.500 pessoas saíram as ruas para reivindicar melhorias no transporte público, contra a corrupção e melhores serviços públicos. A manifestação organizada por estudantes universitários e professores, contou com o apoio da população que pedia meio passe estudantil, instalação de abrigos nos pontos de ônibus, acessibilidade, ampliação do número de linhas, entre outras reivindicações. Teve também os protestos contra a PEC 37, contra a Cura Gay, faixas de "Fora Marconi", de "Jardel invista no CRAC", entre outras. Segundo a Polícia Militar, foi a maior manifestação já ocorrida na cidade de Catalão. Até o prefeito Jardel  liberou os servidores municipais para participar. Que lindo! Que belo momento passa nossa cidade!

Será mesmo?

Quem está acompanhando no noticiário sabe que as manifestações começaram em Goiânia, no dia 22 de maio, em reação indignada da população goianiense ao aumento do preço do transporte coletivo na capital, de R$ 2,70 para R$ 3,00; em seguida os protestos se repetiram em São Paulo e no Rio de Janeiro, pelo mesmo motivo: indignação pelo aumento no preço do transporte coletivo; na sequência o protesto se repetiu em Curitiba, Salvador, Fortaleza e culminou em Brasília, com a ocupação da marquise do Congresso Nacional, e os motivos, cujo estopim foi o preço das passagens do coletivo, foi a indignação geral do brasileiro, que finalmente resolveu gritar contra a impunidade e corrupção no país, além da enorme carga tributária e da descrença com a classe política em geral, em todos os níveis e esferas de governo. Daí os protestos se espalharam por várias cidades e, organizados pelas redes sociais, culminaram nesse dia nacional de protesto (20 de junho) onde, estima-se, mais de 1 milhão e meio de pessoas foram às ruas, mostrar toda a sua indignação com o descaso histórico dos governantes brasileiros com o seu povo. E é justamente nesse ponto que a manifestação em Catalão pecou: onde estava a indignação dos catalanos?

O que provocou a manifestação em Catalão? Qual foi o estopim que fez nossa sociedade explodir? Qual foi a gota d'água que fez transbordar o copo de insatisfação dos catalanos? Nada! Não existiu. O que houve foi uma bela (e despolitizada) passeata pelas ruas da cidade, com muita gente bonita, belos cartazes, várias reivindicações, as mais diversas e genéricas palavras de ordem... e só! Se a realização da mesma serviu só para marcar presença e mostrar que Catalão participou desse momento histórico para o país foi muito pouco. E além de ser pouco é extremamente prejudicial ao movimento que ocorre no país, porque descaracteriza-o como movimento de resistência e reivindicação.

O que mais se viu no Facebook depois da manifestação foram fotos de felizes e simpáticos manifestantes, segurando os seus cartazes feitos à mão, com pincel atômico ou tinta guache, com os mais variados dizeres, sendo o mais repetido: "Desculpe o transtorno, mas estamos mudando o país". Lindo, mas se pessoa não sabe porque está se manifestando ou contra o quê protesta qual será o resultado desse movimento? Só pode ser o fracasso, claro.

Em Catalão teve de tudo: a mesma pessoa que pagou 400 reais para ir ao jogo da Seleção em Brasília, e xingou os manifestantes que lá estavam, participou da manifestação criticando os investimentos do Governo na Copa das Confederações, sem ter noção da incoerência de suas ações. E o mesmo sujeito que pedia melhoras no transporte público nunca andou de coletivo, então como ele sabe que é ruim? Conhecimento teórico da coisa? E o que dizer das pessoas que reivindicavam melhor educação, mas são contra o movimento de professores por melhores salários? E aquele que reivindicava melhores condições de trabalho, mas quando seus colegas fazem greve para isso ele não participa? Pois é, estavam lá todos esses tipos. Protestando? Não, farreando, porque a manifestação em Catalão não foi um protesto, mas sim uma festa popular, e festas não mudam um país.

Pode sim ter sido importante realizar o movimento. Ao menos deixou o prefeito com uma pulga atrás da orelha e serviu para lembrá-lo de uma de sua principais promessas de campanha, mas é decepcionante ver que o único resquício de real indignação dos catalanos tenha sido as faixas da torcida do CRAC, criticando o parco repasse de verba do município para o clube, até parece que não há mais nada que revolte o povo de Catalão. Mas enquanto as manifestações em nossa cidade forem apenas um espaço de festa para encontrar os amigos e registrar os momentos no Facebook isso será uma triste verdade e tem tudo a ver com a charge no início desse texto.
 
 
Gostou? Compartilhe:

8 de abril de 2013

Investir no CRAC faz bem

Ouvi na rádio que pesquisas de opinião (EPB e Veritá) indicaram que 98% da população de Catalão aprova o "investimento" da Prefeitura no CRAC (isso desde a época do PMDB), daí porque troca e renova prefeito a situação se mantem. Bom para a diretoria do clube, que não tem que se movimentar para arrumar patrocínio que não seja de órgãos públicos municipais; bom para os jogadores boleiros que ficam rodando os clubes do interior levando a grana e mostrando futebol só quando querem; bom para a prefeitura que ganha sossego ao dar uma válvula de escape para o povo e bom pra população, que ganha um local para ir aos domingos em uma cidade tão carente de opções de lazer, pela bagatela de 1 milhão e 250 mil reais...


Bom demais! Quem liga pra ruas esburacadas, matagal, dengue, água suja, falta d'água, ônibus escolares sem condição de circulação, meninos ficando nas creches sem fazer nada por falta de material, vigias de escolas vendendo drogas e atendimento ruim no Pronto Socorro se o CRAC está ganhando?

E viva o Leão do Sul!