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Pensamentos aleatórios

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25 de abril de 2016

Fogo amigo: Marconi critica opinião de Jardel sobre impeachment


A base aliada do governador Marconi Perillo (PSDB) já não tem a mesma sintonia. Os discursos, que eram ensaiados, agora têm tomado caminhos antagônicos. Neste fim de semana, por exemplo, o prefeito de Catalão, Jardel Sebba (PSDB), denominou o processo de impeachment contra a presidenta Dilma Rousseff (PT) como “golpe” e teve a resposta de bate-pronto do governador goiano.

“O que está acontecendo é um verdadeiro golpe de uma oligarquia corrupta contra Dilma. O PSDB não pode compactuar com isso e compor o governo de Michel Temer (PMDB)”, disse Jardel em entrevista ao Diário da Manhã - mesmo ciente da articulação de Perillo nos bastidores para conquistar um espacinho no novo cenário do Governo Federal.

Marconi foi rápido e mandou a resposta dos Estados Unidos: “Falar em golpe é ignorar os avanços conquistados e a vontade popular. O atual momento político é fruto de uma democracia consolidada e instituições fortes.”

Fonte: Goiás Real. 

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30 de junho de 2015

Saiu no Goiás 24 Horas: Jardel Sebba integra uma das piores safras de administradores municipais de toda a história do Estado.

Ê, Cristiano, desse jeito você mata o Jardel...
 
O Goiás 24 Horas, para quem não sabe, é o blog mais marconista de toda a internet. É um dos mais acessados de Goiás e a mídia preferida que Marconi usa para mandar recados, seja para desafetos ou aliados que precisam de um puxão de orelha. O responsável pela publicação é o jornalista Cristiano Silva, autor do livro da Operação Ouro Negro e que subiu no palanque de Jardel Sebba na campanha eleitoral de 2012 e desde o início desse ano vem mandando vários recados para a família Sebba (Gustavo é frequentemente chamado de deputado menudo mudo), sendo o mais recente publicado ontem. Confira:
 
Prefeitos na UTI: quadro administrativo na maioria dos municípios é caótico, sem obras e deve levar a desastre eleitoral em 2016
 
Os atuais prefeitos da maioria dos municípios goianos revelam, quase que unanimemente, uma inaptidão comum para a arte de governar que deve levar a um desastre eleitoral em 2016 – para quem está atualmente no poder e vai tentar a reeleição ou eleger o sucessor.
De um extremo a outro, não há uma obra de importância, em Goiás, tocada sob responsabilidade de uma Prefeitura. Prefeitos de grandes cidades mal conseguem limpar as suas ruas, que vivem a rotina do mau atendimento médico para a população e asfalto esburacado.
 
A desculpa esfarrapada, repetida monotonamente, é uma só: a falta de recursos, em decorrência de supostos cortes nas transferências obrigatórias e de queda na arrecadação. Na verdade, a incompetência, o despreparo e a falta de visão é que justificam a proliferação de más administrações que iguala grandes e pequenos municípios, de ponta a ponta no Estado.
 
Nas 20 maiores cidades do Estado, somente o prefeito de Aparecida, Maguito Vilela, que é do PMDB, tem chance de fazer o seu sucessor (Maguito está no segundo mandato e não pode mais se reeleger). Nos restantes, incluindo Goiânia, Anápolis, Trindade, Quirinópolis, Rio Verde, Caldas Novas, Luziânia, Itumbiara, Formosa, Catalão, Goianésia, Porangatu, Mineiros, Senador Canedo e por aí afora, o cenário é de desgaste e de deterioração acelerada da imagem dos atuais gestores – que integram uma das piores safras de administradores municipais de toda a história do Estado.
 
2016 será uma eleição de renovação total em Goiás.

Para bom entendedor...

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