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Pensamentos aleatórios

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26 de novembro de 2018

Pasquim na íntegra na internet


Nos 50 anos d’O Pasquim, completados em 2019, todas as edições do semanário poderão ser lidas na internet.

O Pasquim foi um semanário alternativo brasileiro, de característica paradoxal, editado entre 26 de junho de 1969 e 11 de novembro de 1991, reconhecido pelo diálogo entre o cenário da contracultura da década de 1960 e por seu papel de oposição ao regime militar.

De uma tiragem inicial de 20 mil exemplares, que a princípio parecia exagerada, o semanário (que sempre se definia como um hebdomadário) atingiu a marca de mais de 200 mil em seu auge, em meados dos anos 1970, se tornando um dos maiores fenômenos do mercado editorial brasileiro.

A princípio uma publicação comportamental (falava sobre sexo, drogas, feminismo e divórcio, entre outros) O Pasquim foi se tornando mais politizado à medida que aumentava a repressão da ditadura, principalmente após a promulgação do repressivo ato AI-5. O Pasquim passou então a ser porta-voz da indignação social brasileira

A Biblioteca Nacional está prestes a terminar a digitalização dos 1.072 números do tabloide que atravessou a ditadura no deboche.

O acervo ficará em uma página que terá, ainda, uma coleção de memórias dos colaboradores do jornal.

O portal será lançado com uma exposição sobre o Pasquim, a ser montada no Rio de Janeiro e em São Paulo.

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30 de setembro de 2013

Apagando memórias desagradáveis

Essa eu vi no Estúdio i Ciência e Saúde, da Globo News:


Muita gente gostaria de apagar memórias desagradáveis, fazer sumir um trauma ou um momento muito angustiante. Um estudo da Scripps Institute, uma grande instituição de pesquisa americana, mostrou que isso é possível.

De acordo com o comentarista de Saúde do Estúdio i, Luis Fernando Correia, a pesquisa pode trazer alívio para pacientes em crise de abstinência e com estresse pós-traumático. "O estudo mostra que para usuários de drogas que sofrem crise de abstinência e soldados que voltam da guerra com síndrome do estresse pós-traumático certas situações podem causar uma ruptura da vida normal. Um cheiro, um barulho ou uma imagem podem trazer de volta situações angustiantes", explica.

Luis Fernando ressalta que a pesquisa foi feita se mostrou bem-sucedida com animais. "Eles trabalharam com animais de laboratório em que as situações de estresse eram simuladas. Na hora em que o cérebro do animal formaria aquela memória, eles intervieram com medicamentos, e os animais que não receberam esse tratamento mostraram um comportamento de estresse pós-traumático do humano, e os que passavam pelo tratamento não mostravam", completa.

O tratamento para apagar memórias desagradáveis em seres humanos já existe e está em fase de testes, inclusive já tem voluntários de Catalão na fila para se submeter aos procedimentos e apagar da mente algumas memórias ruins, como retratado na charge abaixo:


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