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Pensamentos aleatórios

2 de julho de 2014

E, naquele que era pra ser ano da segurança em Goiás...

O Popular de hoje joga mais um balde d'água nas pretensões do melhor governo da vida dos goianos:



Mas, talvez, é claro, seja intriga da oposição!

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Governo transfere recursos da Segurança para a Sefaz pagar dívidas

Diretamente do blog da Fabiana Pulcineli:

Para pagar encargos da dívida, o governo estadual transferiu R$ 130 milhões previstos no orçamento da Segurança Pública para a Secretaria da Fazenda (Sefaz). O decreto orçamentário número 333, assinado pelo governador Marconi Perillo (PSDB), foi publicado no Diário Oficial do Estado do dia 25. 
De acordo com a Sefaz, o Estado terá de começar a pagar os encargos do empréstimo obtido na Caixa Econômica Federal, em 2011, para a Celg, cujo prazo de carência venceu em fevereiro deste ano. O Estado terá de pagar em 2014 um total de R$ 420 milhões referentes ao financiamento. Os demais empréstimos da atual gestão continuam em prazo de carência.
Ainda de acordo com a Sefaz, serão necessários mais créditos suplementares este ano. Pela programação, a pasta deve pagar R$ 2,4 bilhões em encargos e principal, com média mensal aproximada de R$ 204 milhões ao longo do ano. 
A Sefaz afirma que a pasta apenas solicita o crédito suplementar e quem define a origem do dinheiro é a Superintendência de Orçamento da Secretaria de Gestão e Planejamento (Segplan). 
Já a assessoria da Secretaria de Segurança Pública disse apenas que os recursos referem-se à folha de pagamento da Polícia Militar e que haverá reposição. Não explicou, no entanto, como e quando será. A transferência de recursos ocorre em um momento de crise no setor no Estado, em especial pelo elevado número de homicídios em Goiânia e Região Metropolitana. O governo, que anunciou que este seria o "ano da segurança", tem repetido que tem feito sua parte no combate à violência.

É... faz sua parte mesmo, faz a propaganda e afixa as placas que, todo mundo sabe, amedronta demais os bandidos.


Também, o que é que poderia se esperar de um Governo que coloca um palhaço no outdoor para apresentar a seriedade da Segurança em Goiás?

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A charge que resume a Copa do Mundo no Brasil


A charge do cartunista Laerte, publicada ontem (01/07) na Folha de S. Paulo, resume perfeitamente a onda de mau humor e críticas infundadas dos veículos de comunicação brasileiros em relação à Copa do Mundo.

"Não vai ter estádio". "Não vai ter aeroporto". "Não vai ter acesso". "Caso tenha, isso era apenas uma crítica construtiva". As frases estão estampadas em cartazes de manifestantes na arte de Laerte.

O cenário retratado pelo cartunista mostra exatamente o comportamento da imprensa antes da Copa e o que aconteceu após o início do evento.Reportagem da semana passada do Jornal Nacional, por exemplo, admitiu com todas as letras que "muitos problemas previstos não se confirmaram". No entanto, o noticiário da Globo atribui à imprensa internacional as "críticas ácidas", sem assumir parte no pessimismo.

Pesquisa realizada pelo portal UOL, e divulgada na segunda-feira 30, aponta o efeito inverso das previsões obscuras dos noticiários: 38,5% dos jornalistas do mundo todo afirmam que essa é a melhor Copa do Mundo já realizada em todos os tempos.

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1 de julho de 2014

Na fila do banco

Ou no trânsito, ou em qualquer outra fila, essa situação quase sempre acontece:


Muito legal!

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A força da internet nas eleições

Por Altamiro Borges

Três pesquisas recentes confirmam que a internet, com seus sites, blogs e redes sociais, deverá jogar um papel decisivo nas eleições deste ano. O Instituto Reuters de Estudo do Jornalismo, ligado à Universidade de Oxford (Inglaterra), publicou no início de junho o seu terceiro relatório anual sobre notícias digitais (“Digital News Report-2014”). Feito a partir de entrevistas com 18 mil pessoas em dez países (EUA, Reino Unido, Alemanha, França, Finlândia, Espanha, Dinamarca, Itália, Japão e Brasil), ele revela que o nosso país ocupa o primeiro lugar no ranking mundial no uso dos meios digitais. Segundo a pesquisa, 87% dos brasileiros conectados à internet têm interesse por notícias de cunho jornalístico.

Outro estudo, divulgado em maio, aponta que os blogs brasileiros já ocupam o segundo lugar no ranking mundial de alcance, só perdendo para o Japão. A pesquisa da ComScore traz estatísticas atualizadas sobre a rede no Brasil, com dados comparativos para a América Latina e o mundo. Os números comprovam que o país é um dos mais entusiasmados com a internet. Entre outros dados, a pesquisa mostra que os brasileiros seguem liderando o engajamento online, com usuários que navegam 29,7 horas por mês, sete horas a mais do que a média mundial; que a audiência cresce em média 11% ao ano; e que uma parte da publicidade, mesmo que ainda pequena, passa a se deslocar para os meios digitais.

Por último, vale citar a “Pesquisa Brasileira de Mídia”, publicada pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República em fevereiro último. Ela indicou que a tevê segue sendo o meio preferido dos brasileiros, com 76,4% dos votos, mas a internet (13,1%) já superou o rádio (7,9%), jornais (1,5%) e revistas (0,3). Segundo a Secom, o estudo aponta as tendências para o futuro. “Entre os mais jovens, na faixa de 16 a 25 anos, a preferência pela TV cai a 70% e citação da internet sobe a 25%, ficando o rádio com 4% e os demais com menções próximas de 0%. Como em outros países, devemos continuar assistindo também no Brasil ao crescimento da adesão aos meios digitais de comunicação nos próximos anos”.

Estes três estudos explicam porque os partidos políticos brasileiros finalmente despertaram para a força crescente da internet. Todos têm feito investimentos pesados nas novas ferramentas, contratando empresas especializadas, formando seus ativistas digitais e disputando ideias nesta guerrilha online. Este universo dá espaço para os piores instintos, com muitas baixarias e agressões, mas também permite a produção de ótimo conteúdo jornalístico. Através da internet, esta brecha tecnológica, mais vozes podem se manifestar na sociedade, uma conquista da autêntica liberdade de expressão. Mesmo a mídia tradicional já percebeu que não dá para barrar este avanço e passa a investir mais nestas ferramentas.

Já nas eleições de 2010, a jovem blogosfera brasileira cumpriu papel de relevo, ajudando a desmascarar farsas como a da “bolinha de papel” ou da onda preconceituosa contra o direito ao aborto. Não é para menos que passou a ser alvo de setores autoritários, pouco afeitos à liberdade de expressão, que tentaram estigmatizar esta forma de comunicação. Os “blogs sujos”, como foram rotulados pejorativamente, não se intimidaram e conquistaram, com o tempo, maior legitimidade e força. Já em 2013, as redes sociais mostraram sua capacidade de mobilização nos massivos protestos da “jornada de junho”. Nas eleições deste ano, o poder da internet será ainda maior e decisivo!


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O maior torcedor da Argentina


Também, com o Papa na torcida, fica difícil não ganhar.

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O artigo mais estúpido sobre a Copa

Por Kiko Nogueira.

Saiu o artigo mais estúpido sobre a Copa do Mundo e o futebol. E olha que a concorrência é duríssima (das previsões apocalípticas aos bestialógicos fazendo paralelos entre o torneio e o mundo animal, a morte, a vida etc).

Para chegar ao primeiro posto, a celebridade americana de extrema direita Ann Coulter - advogada, colunista, escritora, apresentadora de TV, loira, alta, uma espécie de Sheherazade alfabetizada -, caprichou na caricatura, na ignorância e na tentativa inútil de fazer graça. O artigo é tão absurdo que você se pergunta se não foi produzido no Coxinheitor, o gerador de textos que junta clichês direitosos.

Não é novidade que protoconservadores americanos odeiam o futebol, considerado uma aberração no chamado “excepcionalismo” dos EUA, coisa de imigrantes, pobres, liberais etc. Mas Coulter, num desespero para chamar a atenção no meio da histeria e do ódio (não é só aqui), se superou. Seria uma peça satírica, não fosse ela mesma uma piada.

“Qualquer interesse no futebol só pode ser um sinal de decadência moral de uma nação”, diz ela, se fingindo chocada com a popularidade da Copa nos EUA.

E então vem um apanhado de lixo pseudosociológico:

- A realização individual não é um grande fator no futebol.
- No futebol, a culpa é dispersa e quase ninguém pontua. Não há heróis, não há perdedores, não há responsabilidade e não se machuca a frágil auto-estima de nenhuma criança.
- Todo mundo corre para cima e para baixo do campo e, de vez em quando, uma bola acidentalmente cai dentro do gol. Eu já estou dormindo.
- O beisebol e o basquete apresentam uma ameaça constante de desgraça pessoal. No hóquei, há três ou quatro brigas por jogo. Depois de um jogo de futebol, cada jogador recebe uma fita e um suco.
- Você não pode usar as mãos no futebol. O que diferencia o homem dos animais menores, além de uma alma, é que temos polegares opositores. Nossas mãos podem segurar as coisas. Aqui está uma ótima ideia: vamos criar um jogo em que você não tem permissão para usá-las!
- O futebol é como o sistema métrico, que os liberais também adoram porque é europeu. Naturalmente, o sistema métrico surgiu a partir da Revolução Francesa, durante os breves intervalos quando não estavam cometendo assassinatos em massa na guilhotina.

Graças a Ann Coulter, os artigos de Jabor psicografando Nelson Rodrigues tornaram-se clássicos imediatos.

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Enquanto isso, no Twitter do Vaticano

O Papa se chateia com a Guarda Suíça:


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Quebrando a TV


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Argentina e Suíça


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