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Pensamentos aleatórios

26 de dezembro de 2018

Charge do dia


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Receitas que ajudam curar a ressaca


Natal, réveillon, confraternização da firma, férias… O fim de ano é recheado de festas e celebrações, momentos que geralmente vem acompanhados do consumo de álcool. Mas para que as festas não terminem com sabor de arrependimento é preciso ter cautela e beber com moderação.

O consumo excessivo de álcool causa uma intoxicação no organismo e o fígado fica sobrecarregado. Os principais sintomas dessa intoxicação são dor de cabeça, desidratação, enjoo, diarreia e cansaço.

Se você é daqueles que não conseguem resistir aos drinques, algumas dicas podem te ajudar a passar ileso pela temida ressaca.

A mais importante é: comer bem. A comida forma uma camada protetora no estômago, o que torna a absorção do álcool um pouco mais lenta.

Além disso, é importante se hidratar. Intercalar a bebida alcoólica com água é uma boa opção para evitar a desidratação sem deixar o drink de lado.

A nutricionista esportiva funciona Aryanne Reis explica que “uma boa hidratação auxilia tanto na retenção hídrica, quanto na ressaca” que geralmente surge no dia seguinte.

Além disso, ela ensina a complementar a água com chás estimulantes e diuréticos como o de hibisco, cavalinha, chá verde, gengibre e canela.

Outra dica de ouro, são os sucos “cura ressaca” que conseguem fazer milagres no pós festa. Veja algumas receitas:

Suco cura ressaca 1

Ingredientes:
– 1 copo de água de coco
– ¼ de abacaxi picado
– 1 pedaço de gengibre
– Gotinhas de limão e hortelã

Modo de preparo: Bata todos os ingredientes no liquidificador e está pronto para servir.

Suco cura ressaca 2

Ingredientes:

– 1 fatia de melão
– 300ml de água de coco
– 2 kiwis
– 4 folhas de hortelã

Modo de preparo: Bata todos os ingredientes e está pronto para servir.

Fonte: Jornal Opção.

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26 de novembro de 2018

Carga pesada


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Pasquim na íntegra na internet


Nos 50 anos d’O Pasquim, completados em 2019, todas as edições do semanário poderão ser lidas na internet.

O Pasquim foi um semanário alternativo brasileiro, de característica paradoxal, editado entre 26 de junho de 1969 e 11 de novembro de 1991, reconhecido pelo diálogo entre o cenário da contracultura da década de 1960 e por seu papel de oposição ao regime militar.

De uma tiragem inicial de 20 mil exemplares, que a princípio parecia exagerada, o semanário (que sempre se definia como um hebdomadário) atingiu a marca de mais de 200 mil em seu auge, em meados dos anos 1970, se tornando um dos maiores fenômenos do mercado editorial brasileiro.

A princípio uma publicação comportamental (falava sobre sexo, drogas, feminismo e divórcio, entre outros) O Pasquim foi se tornando mais politizado à medida que aumentava a repressão da ditadura, principalmente após a promulgação do repressivo ato AI-5. O Pasquim passou então a ser porta-voz da indignação social brasileira

A Biblioteca Nacional está prestes a terminar a digitalização dos 1.072 números do tabloide que atravessou a ditadura no deboche.

O acervo ficará em uma página que terá, ainda, uma coleção de memórias dos colaboradores do jornal.

O portal será lançado com uma exposição sobre o Pasquim, a ser montada no Rio de Janeiro e em São Paulo.

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