Sem dúvida alguma o assunto da semana foi a divulgação pelo Blog da Verdade e pela Rádio Cultura de uma listagem dos supostos contemplados pelo programa "Minha Casa, Minha Vida" feita pela gestão passada e até hoje não encaminhada à Caixa Econômica Federal pelos atuais responsáveis pela pasta da Habitação em nosso município. O encaminhamento da lista foi atribuído ao ex-prefeito Velomar, que teria procurado esses meios de comunicação para tornar pública a listagem, atitude supostamente necessária já que se corria o risco da nova gestão da prefeitura não encaminhar a lista pronta e fazer novos cadastros, apenas para elaborar nova lista e nela contemplar seus partidários. O que se seguiu foi um show de informações desencontradas e de ataques pessoais, repercutindo nas sessões da Câmara de Vereadores, nas rádios, no Facebook e na sociedade em geral, mas sem responder à questão principal: PARA QUEM VÃO SER DESTINADOS OS 644 APARTAMENTOS?
Essa é a pergunta que interessa à sociedade e em especial às pessoas que enfrentaram filas enormes, sol, chuva e a burocracia para fazerem seus cadastros. O barulho é geral e a indignação é enorme, pois quem está com o nome listado ali tem sim motivos para ficar na expectativa e se frustar quando a Prefeitura fala que a lista carece de credibilidade. Ora, então onde está a lista correta e porque ela não foi divulgada até hoje? Será que também está entre as ações que vão ocorrer só após os 120 dias de prazo? Ou será que a omissão é mesmo uma estratégia para beneficiar os aliados? Dúvidas enormes, que o silêncio da Caixa Econômica não ajuda a responder.
E o pior dessa situação é que os jardelistas só querem atacar e se esforçam apenas em justificar porque a lista apresentada por Velomar careceria de credibilidade. Perdem tempo apontando faltas de carimbos, grafias de palavras, ausência de assinaturas... só que nada disso é determinante para estabelecer a lista como falsa, nem mesmo o Ofício da Caixa, que cobra do atual prefeito algo que foi cobrado do anterior em outubro de 2012 e cujo prazo de entrega era janeiro de 2013, portanto, de responsabilidade dos atuais mandatários que, como vem sendo feito, colocam a culpa de tudo o que não dão conta de fazer na falta de transição (interessante como a falta de transição não prejudicou a contratação de empresas para limpeza urbana, para o funcionamento do Restaurante Popular, para o "Recupera Catalão" e para locar os ônibus que levam os estudantes para Uberlândia). E a incompetência dos jardelistas é tão grande que não percebem que esse movimento para desacreditar a lista com base em falta de carimbos e assinaturas só gera desgaste e mais debate e não percebem que têm em mãos o principal para desqualificar a listagem: os nomes dos supostos beneficiados.
Basta uma rápida olhada em cada uma das listas para ver: tem dona de empresa de turismo, ônibus, microônibus e carros para transporte escolar; dono de ponto de moto-taxi; dono de caminhões e máquinas pesadas; proprietários de imóveis; servidores públicos federais... ou seja, gente com renda e patrimônio incompatível com os 1.600 reais de renda máxima exigida para a inscrição no referido programa. E isso são só alguns exemplos, tem muito mais, mas os jardelistas não viram nada disso (talvez por não conhecerem os nomes, já que a maioria é de fora).
Ora, se existem pessoas relacionadas que não se enquadram nos critérios do Programa a lista tem problemas, portanto, verdadeira ou não, tem que ser revista para garantir que a moradia vá para quem precisa de verdade, do contrário teremos mais um escândalo semelhante à distribuição das casas do Evelina Nour II (inclusive com suspeição sobre a Caixa Econômica Federal), que hoje ainda tem quase metade das residências fechadas ou com placas de aluguel.
Essa é a pergunta que interessa à sociedade e em especial às pessoas que enfrentaram filas enormes, sol, chuva e a burocracia para fazerem seus cadastros. O barulho é geral e a indignação é enorme, pois quem está com o nome listado ali tem sim motivos para ficar na expectativa e se frustar quando a Prefeitura fala que a lista carece de credibilidade. Ora, então onde está a lista correta e porque ela não foi divulgada até hoje? Será que também está entre as ações que vão ocorrer só após os 120 dias de prazo? Ou será que a omissão é mesmo uma estratégia para beneficiar os aliados? Dúvidas enormes, que o silêncio da Caixa Econômica não ajuda a responder.
E o pior dessa situação é que os jardelistas só querem atacar e se esforçam apenas em justificar porque a lista apresentada por Velomar careceria de credibilidade. Perdem tempo apontando faltas de carimbos, grafias de palavras, ausência de assinaturas... só que nada disso é determinante para estabelecer a lista como falsa, nem mesmo o Ofício da Caixa, que cobra do atual prefeito algo que foi cobrado do anterior em outubro de 2012 e cujo prazo de entrega era janeiro de 2013, portanto, de responsabilidade dos atuais mandatários que, como vem sendo feito, colocam a culpa de tudo o que não dão conta de fazer na falta de transição (interessante como a falta de transição não prejudicou a contratação de empresas para limpeza urbana, para o funcionamento do Restaurante Popular, para o "Recupera Catalão" e para locar os ônibus que levam os estudantes para Uberlândia). E a incompetência dos jardelistas é tão grande que não percebem que esse movimento para desacreditar a lista com base em falta de carimbos e assinaturas só gera desgaste e mais debate e não percebem que têm em mãos o principal para desqualificar a listagem: os nomes dos supostos beneficiados.
Basta uma rápida olhada em cada uma das listas para ver: tem dona de empresa de turismo, ônibus, microônibus e carros para transporte escolar; dono de ponto de moto-taxi; dono de caminhões e máquinas pesadas; proprietários de imóveis; servidores públicos federais... ou seja, gente com renda e patrimônio incompatível com os 1.600 reais de renda máxima exigida para a inscrição no referido programa. E isso são só alguns exemplos, tem muito mais, mas os jardelistas não viram nada disso (talvez por não conhecerem os nomes, já que a maioria é de fora).
Ora, se existem pessoas relacionadas que não se enquadram nos critérios do Programa a lista tem problemas, portanto, verdadeira ou não, tem que ser revista para garantir que a moradia vá para quem precisa de verdade, do contrário teremos mais um escândalo semelhante à distribuição das casas do Evelina Nour II (inclusive com suspeição sobre a Caixa Econômica Federal), que hoje ainda tem quase metade das residências fechadas ou com placas de aluguel.
São cinco condomínios verticais, localizados nos bairros Maria Amélia (208 moradias), Ipanema (64 moradias), Copacabana (176 moradias), Parque Imperial (84 moradias) e Jardim Europa (112 moradias), num total de 644 unidades, que foram conseguidos na gestão Velomar, mas que serão inaugurados e entregues pelo prefeito Jardel, e isso é normal, não é preciso ficar desconstruindo as gestões anteriores nem sabotando o sucessor. Os ocupantes das cadeiras mudam, mas a vida segue e a população continua a mesma, com as mesmas dificuldades e esperanças e que precisa ver que existe seriedade nos programas habitacionais e que é possível sim que a moradia chegue em quem precisa dela para morar e não para o aliado político que quer só mais uma fonte de renda.

