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Pensamentos aleatórios

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9 de dezembro de 2016

5 de dezembro de 2016

Enquanto isso, em Catalão...

Os cidadãos aproveitam a chuva e os enormes buracos abertos no excelente asfalto do "Rua Nova" para realização de atividades de lazer:


Mas aí vem o prefeito e proíbe tudo!!!

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25 de novembro de 2016

Buraqueira de Catalão tem explicação: Asfalto do "Rua Nova" custou 10 reais e foi aplicado de forma errada

Responda rápido, sem paixão e com a razão: um asfalto que custa 10 reais o metro quadrado tem como ser um produto bom?!

A dúvida se justifica diante de tantos buracos que proliferam por Catalão após esse breve período de chuvas deste mês de novembro, principalmente quando levamos em conta que nossa cidade passou pelo "maior programa de reconstrução asfáltica de sua história", que "reconstruiu 290 km lineares de pavimentação urbana", "mais que a distância entre Catalão e Goiânia", que só "com recursos próprios da administração municipal, totalizou 12 milhões de reais" em investimentos, sendo que "o Rua Nova beneficiou uma área de 1.220.000 M²" e a Usina de Asfalto "adquirida em parceria com a Câmara de Vereadores" fez outros "30 km lineares de asfalto" e foi a partir da gestão Jardel "que Catalão ganhou um asfalto de qualidade", ou seja, é tanto asfalto, tanta coisa boa, que fica difícil acreditar no surgimento tanta buraqueira por causa de pouca chuva.

Mas aí, fazendo uma continha singela, constatei que o preço do metro quadro do asfalto aplicado é cerca de 10 reais (12 milhões de reais divididos por 1.220.000 M² de asfalto), o que achei bem barato, afinal o próprio Jardel disse que "uma das maiores alegrias que tive enquanto prefeito foi recuperar a malha asfáltica do município", portanto, é de se deduzir que ele investiria muito (e bem) naquilo que seria um dos legados de sua gestão. 

E justamente por acreditar que o Jardel quer o melhor para Catalão e sua população, e também por não ser um entendedor de asfalto, fui atrás de quem conhece do assunto e perguntei ao engenheiro Luis Severo Gomide o que ele achava dessa questão. A resposta dele reproduzo abaixo:



Um dos ditados mais verdadeiros do mundo: o barato sai caro, especialmente quando é um incompetente que resolve fazer economia.

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23 de novembro de 2016

Charge do Dia

Marte, Lua ou Catalão?


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O "Rua Nova", do asfalto reprovado no teste da chuva, custou mais de 12 milhões de reais aos cofres públicos

Esse post é resumido em uma charge e uma citação extraída do site da Prefeitura:


“Uma das maiores alegrias que tive enquanto prefeito foi recuperar a malha asfáltica do município. Conseguimos reconstruir mais que a distância entre Catalão e Goiânia”. Além do Rodovida Urbano, em parceria com o Governo de Goiás, implantamos o Rua Nova que chegou a mais de 50 bairros e dois distritos em Catalão. A primeira etapa do programa, com recursos próprios da administração municipal, totalizou R$ 12 milhões. A segunda etapa teve investimentos de R$ 5 milhões, provenientes de emendas parlamentares e de convênio com a Secretaria de Desenvolvimento Econômico, todas com contrapartida da administração municipal", esclarece o prefeito Jardel Sebba.

Asfalto caro, pena que não aguentou uma chuva...

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5 de julho de 2016

Receita tucana de gestão: requentar programas


O governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB), lança nesta terça-feira, 05, mais um palanque para apresentar seus números manipulados e discursar sobre uma realidade que só existe nas propagandas. Trata-se da rede Nosso Futuro, uma série de 12 encontros regionais para elaborar um plano de desenvolvimento para os próximos 20 anos.

O pior é que o Nosso Futuro não está sozinho. Já foram lançados projetos similares o Goiás Competitivo, o Inova Goiás, além do Agenda Goiás, em parceria com o Grupo Jaime Câmara. Sem efeito prático, a série de eventos serve mesmo para gastar dinheiro público e como palanque para as lorotas de Marconi.

Esse tipo de prática deve ser parte do receituário tucano de gestão, afinal o prefeito Jardel Sebba frequentemente usa desse expediente requentando programas já lançados com novos nomes como se fossem ações inéditas, como é o caso do Rua Nova, operação de recapeamento asfáltico e tapa-buracos apresentada pomposamente como "reconstrução de vias", mas que se trata do mesmo programa lançado no início da gestão com o nome de "Rodovida Urbano", depois chamado de "Buraco Zero" e posteriormente de "Minha Rua de Cara Nova", sempre com a promessa de fazer "100 km lineares de asfalto, ou a distância de Catalão a Uberlândia" e mesmo assim a buraqueira continua.

Na realidade se somassemos todos os km de asfalto anunciados nos três anos e meio da gestão Jardel daria muito mais que a distância de Catalão a Uberlândia e ao menos até a lua os catalanos poderiam se gabar de ter uma via totalmente asfaltada, mas essa ponte para o céu é tão real e efetiva quanto são os anúncios dos novos programas de Marconi e Jardel.

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22 de janeiro de 2016

Método errado para reparar o asfalto e incompetência da Prefeitura transformam Catalão na capital goiana dos buracos


Catalão, graças a visionária gestão do prefeito Jardel Sebba, finalmente conseguiu conquistar mais um título de repercussão estadual: CAPITAL GOIANA DOS BURACOS.

Desde o início do mandato as reclamações dos moradores sobre a buraqueira são frequentes e, tal qual a dengue e as chuvas de verão, se intensificam no começo de cada ano. Infelizmente, nem mesmo assim, houve reação da prefeitura para solucionar este problema (e já estamos no último ano do mandato, se assim o bom senhor nos permitir) e como se não bastassem as fortes chuvas que caem desde o início deste ano, que ao entrar em contato com o asfalto sonrizal aplicado pela prefeitura provoca o derretimento do mesmo, a falta de planejamento e técnica para execução do tapa-buracos piora o problema ao invés de minimiza-lo.

O que explica o excesso de buracos é o método, ultrapassado, usado pela Secretaria de Infraestrutura (SEINFRA) para enfrentar o problema. De cima de um caminhão, operários lançam a massa asfáltica sobre os buracos, fazendo "montinhos" que em seguida são nivelados com uma enxada. A compactação fica por conta dos veículos que trafegarão sobre o local, mesmo método usado em Anhanguera, Cumari, Urutaí e outras cidades de menor porte e tráfego de veículos, não servindo para uma cidade polo como Catalão.


O método não funciona, é claro. Daí a poucos dias, os buracos voltam. O correto seria o processo adotado pela MGO na BR 050 e por prefeituras com gestores mais competentes e inovadores: enquadramento do buraco, a sua limpeza, regularização do piso e posterior aplicação da massa asfáltica, com compactação imediata. Fora isso, é desperdício de tempo e dinheiro.



Mas a gestão Jardel Sebba é isso mesmo: um debochado desastre que a cada dia custa mais caro para os catalanos.

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20 de janeiro de 2016

Enquanto isso, em Catalão...

O morador aproveita a água empoçada nos buracos do asfalto para fazer um protesto:


Mal sabe ele que tal atividade faz parte de mais um visionário programa social da Prefeitura: PESCANDO NOS BAIRROS!!!

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