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Pensamentos aleatórios

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7 de outubro de 2018

Fiasco eleitoral: Marconi fica em 5º lugar na disputa para o Senado em Goiás


Vanderlan Cardoso, do PP, e Jorge Kajuru, do PRP, foram eleitos, neste domingo, senadores da República por Goiás para os próximos oito anos. 

Vanderlan recebeu 31,35% dos votos válidos, com 1.729.637 votos, e Kajuru totalizou 1.557.415 votos, o que representa 28,23% dos votos válidos.

Vanderlan e Kajuru derrotaram os atuais senadores Wilder Morais(DEM) e Lúcia Vânia (PSB), além do ex-governador Marconi Perillo(PSDB), que ficou em 5º lugar na votação para o cargo no estado após liderar a disputa desde o início da pré campanha, em abril deste ano.

Sem dúvida foi a maior derrota dos tucanos em 20 anos de hegemonia no estado de Goiás.

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22 de fevereiro de 2017

Gustavo Sebba acreditou nas apostas do Jornal Opção que seria presidente da Comissão de Constituição e Justiça da Assembleia, se lançou candidato e... perdeu!!!

Pelo jeito, derrota é uma palavra frequente no vocabulário da família Sebba.

O deputado Gustavo Sebba certamente é um voraz leitor do Jornal Opção, de Goiânia, único veículo de comunicação que apostava na vitória de seu pai na eleição de 2016 (que, não custa lembrar, perdeu por 23 mil votos de diferença) e que desde o dia 4 de fevereiro lançou o nome do herdeiro político da família Sebba para presidência da Comissão de constituição e Justiça da Assembleia Legislativa de Goiás, a mais decisiva da Casa de Leis:


E eis que acreditando nas previsões do semanário Gustavo se aventurou a disputar a cadeira, mas foi atropelado pelo veterano Álvaro Guimarães, que entrou na disputa de última hora e, na eleição ocorrida ontem, ganhou o voto da maioria dos deputados.

Como prêmio de consolação Gustavo ficou com a vice presidência (o equivalente ao Vasco dos cargos), mas é uma enorme derrota tanto para ele quanto para o pai Jardel, que esperava com a vitória do filho mostrar para Marconi o grau de influência que ainda possuiria dentro da Assembleia, na tentativa de fortalecer a indicação de seu nome para uma pasta de articulação política no Governo de Goiás.


Com mais esse resultado negativo, depois de perder a maior prefeitura do sudeste goiano e acabar com a chance de reeleição de 8 dos 10 vereadores que lhe apoiavam, a capacidade de articulação política da família Sebba dá provas de que não tem muito a oferecer para quem precisa agregar votos e confiança para se manter no poder.

Para bom entendedor...

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6 de fevereiro de 2017

5 de outubro de 2016

E os bonés do "Aceita que dói menos"?

Perguntar não ofende: o que foi feito do estoque de milhares de bonés do "Aceita que dói menos" comprados antecipadamente para comemorar a vitória do Jardel?


Acho que não deviam jogar fora não, tinham que usar. Afinal a mensagem serve pra derrota também e é bem provável que doa bem menos com um bonézinho na cabeça...

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11 de julho de 2013

Trollando com a derrota do Aranha

É gente, a derrota de Anderson Silva para Chris Weidman continua repercutindo, agora com insinuações de armação na luta e suspeita de combinação de resultados para fraudar apostas, nada que já não tenhamos ouvido antes em qualquer luta de boxe onde o favorito acaba por beijar a lona, mas enfim, são suspeitas que precisam ser investigadas e esclarecidas, até mesmo para não restar mancha na modalidade esportiva que mais cresce no momento.

Para além dessa polêmica, não se pode negar que a derrota foi realmente cômica. Com aquela papagaiada toda do Aranha ele acabou por merecer tomar aquele murro no queixo. 

Até a revanche (que vai ocorrer, sem dúvida) resta-nos rir com as divertidas trolllagens e montagens espalhadas pela internet, como as selecionadas a seguir:














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7 de julho de 2013

E o Aranha foi derrotado...

Quando acabou a luta de Anderson Silva x Chris Weidman eu pude perceber que esse o esporte pegou o povo brasileiro de vez. A decepção e a raiva que atingiram foram semelhantes quando a seleção perde em uma decisão importante.

Já fiquei (muito) puto. Já fiquei triste. Já tive diversas reações que nem eu mesmo sei descrever. “Bem feito” e “palhaço” foi tudo que eu conseguia dizer depois da luta. Agora, com calma, vamos tentar falar sobre ela.

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Anderson brincou? Brincou. Mas como ele sempre fez. O problema foi não ter parado de brincar na hora que deveria. E, principalmente, o problema foi finalmente ter encontrado um adversário extremamente focado. Duvido que ele teria desmerecido tanto Jon Jones, St. Pierre ou até Vitor Belfort.

Falando sobre Weidman, ele tem diversas qualidades. O cara é realmente bom. Mas seu maior mérito foi entrar totalmente focado.

As brincadeiras e demonstrações de irresponsabilidade de Anderson, são, na verdade, iscas para fisgar o seu adversário. Anderson Silva tenta incitar o seu oponente para fazê-lo cometer algum erro. É correto? Sim. É antiético? Não sei. A linha que difere o correto e o anti-ético é muito tênue nesse caso. Anderson já havia sido questionado sobre isso outras vezes, principalmente após enfrentar Demian Maia. Enquanto estava dando certo, todo mundo achava lindo, agora que ele perdeu, é um babaca completo?

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Deixando essa questão subjetiva de lado e falando sobre a luta, Anderson encontrou um rival que não estava nem aí para as suas brincadeiras. O olho de Weidman estava sempre na mira correta – o peito do adversário – nunca observando as mãos incitando um golpe mais forte ou o rosto debochado do brasileiro.

Geralmente, quando o Spider começa a fazer suas esquivas e pêndulos fenomenais, ou ele faz parado, sem a necessidade de recuar, ou o adversário não insiste, com medo de receber um contragolpe. Weidman insistiu. Ele acertou o primeiro cruzado, que Anderson fingiu não ter sido forte suficiente para se preocupar. Ele tentou outro, Anderson esquivou. Deu um jab, Anderson fugiu defensivamente, continuou com a guarda baixa (PORRA ANDERSON, CUSTAVA LEVANTAR A MERDA DO BRAÇO?) e tomou o golpe derradeiro.

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Acabou. Caiu o ídolo irresponsável, que quando vencia as pessoas achavam fenomenal. Agora que perdeu virou um merda? O que ele fez contra Bonnar foi tão ou mais irresponsável. Mas, enquanto vencia, as pessoas achavam espetacular.

Temos que ficar nervosos com Anderson? Sim. Evidente. Ele é um dos maiores ídolos brasileiros da atualidade e agiu com soberba e irresponsabilidade. Mas, vamos com calma. O cara continua sendo o maior de todos os tempos. Não sejamos tão cruéis.

O que Anderson Silva fez para o MMA um lutador não fará tão cedo. Mesmo que ele nem recupere o seu cinturão, não devemos desmerecer o mito brasileiro. Ele é o maior de todos os tempos e não se fala mais nisso.



Uma coisa positiva que podemos encarar nessa situação toda é que, finalmente, veremos Anderson Silva entrar 100% motivado para uma luta, algo que a gente só imaginaria acontecer em uma superluta (contra Jon Jones ou St. Pierre). A revanche, mesmo que não confirmada pelo brasileiro, acontecerá e continuaremos torcendo por Anderson.

Essa foi uma das duas maiores zebras da história do UFC. Weidman se une a Matt Serra como os caras que superaram duas das maiores feras da história do esporte.

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O modo de esquivar e pendular de Anderson lembram muito Mike Tyson. Contudo, o seu jeito provocador lembra mais Muhammed Ali. E, bem, Muhammed Ali também foi derrotado outras vezes e a história continua nos dizendo que ele foi um dos maiores. Certamente a história também será generosa com Anderson Silva.

O esporte é assim: ninguém é imbatível. Agora, é esquecer esse UFC 162. De 6 brasileiros no card, apenas Gabriel Napão se deu bem contra um estrangeiro. Edson Barboza também ganhou, mas do brasileiro Rafaello Oliveira.

No card principal, Roger Gracie perdeu na sua estreia, lutando nitidamente em uma categoria errada. Charles do Bronx foi superado Frankie Edgar, mas fez uma bela luta e ganhou a bonificação de melhor combate da noite.