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Pensamentos aleatórios

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21 de setembro de 2016

Vale a pena vender ideias e opiniões por um emprego comissionado?

Essa eu vi no Blog do Mamede e, por concordar em tudo, compartilho aqui no blog:


Eu não entendo...

Gente boa do BLOG eu sinceramente não entendo alguns fatos na política catalana, por exemplo, o cidadão fica três anos e sete meses trabalhando na Prefeitura de Catalão em cargo em comissão, recebendo mais de 5 mil reais por mês, na campanha eleitoral de quatro anos atrás, ele cantou e admirou o candidato Jardel Sebba em verso e prosa e evidentemente desceu o malho em Adib Elias que era em suas palavras o maior ladrão da cidade, grosso, sem educação e por aí vai.

Pois bem há exatos dois meses, ou um mês da eleição ele adere a candidatura de Adib Elias, deixa o cargo comissionado e começa a defender a candidatura de Adib como se fosse a salvação de todos os males.

Aí você fica imaginando, como ficarão aqueles adibistas de uma vida inteira com essa situação? Aqueles que de fato enxergam as qualidades de Adib estando ou não no poder.

Será que Adib irá reconduzir o cara para o cargo que ocupava, ou lhe colocará em outro lugar para não dar tanto na cara, será?

Outro pergunta, terá tantos cargos assim para empregar quem quiser vir?

É mesmo de doer o coco, ver como tem gente que adere nos últimos momentos e ainda tem coragem de arrumar tantos argumentos que contradizem totalmente o que diziam quatro anos atrás.

Para encerrar, será que vale a pena vender ideias e opiniões assim por um emprego comissionado?

Tem gente que tem valor, outras têm preço...
 
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1 de setembro de 2016

31 de agosto de 2016

Denúncia de site, de que servidores da Prefeitura estão sendo pressionados a participar dos atos da campanha de Jardel, repercute na cidade

A denúncia no site Catalão Verdade, de que os servidores comissionados da Prefeitura de Catalão estariam sendo obrigados a participar dos atos públicos da campanha de Jardel, repercute na cidade.


Para comprovar as alegações o site coloca alguns prints de conversas em um grupo no WhatsApp, supostamente enviadas pelo Secretário Municipal de Administração, Helder Castro, cobrando a presença dos servidores e alertando que "cada uma arcará com as consequências do não comparecimento".

A denúncia é grave, pois servidor comissionado participar de atos políticos de quem o nomeou é aceitável e faz parte do jogo político, mas exigir o comparecimento coagindo as pessoas com ameaças de demissão é uma conduta vedada em lei, afinal se o sujeito está trabalhando hoje é pelo que ele fez na campanha passada, não nessa. 

E cabe uma pergunta: se a pessoa é contratada para trabalhar 8 horas por dia, de segunda a sexta-feira, e ela vai aos atos de campanha após a jornada normal de trabalho durante a semana e também aos sábados e domingos, isso constituiu hora extra? Se positivo, quem paga a hora extra: a coligação ou a Prefeitura?

Segue os prints das conversas:




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21 de agosto de 2015

Um "mimo" compensa a falta de educação?

Ontem publiquei aqui no blog o desabafo do professor José Renato Faria, da vizinha cidade de Goiandira, que convidado para participar com a Banda Marcial daquela cidade no desfile cívico em homenagem aos 156 anos de Catalão se disse destratado pela coordenadora da solenidade, inclusive com a humilhante oferta de 12 reais para comprar lanche para 36 meninos e meninas, que ensaiaram durante dois meses para participar do desfile e se viram enxotados no momento que seria o ápice de sua apresentação. Reproduzo novamente na íntegra:


Após a publicação do desabafo, por volta de uma da madrugada, José Renato recebeu um pedido de desculpas, pelo mesmo veículo de comunicação, vindo do Tutor de Artes da Secretaria Municipal de Educação, com quem havia combinado o oferecimento de lanche para as crianças da banda:


Eis o que José Renato respondeu:


Como a indignação de José Renato continuava e a repercussão negativa ultrapassava as fronteiras virtuais da rede social, chegando até os programas de rádio, eis que por volta de 13h de hoje, 21 de agosto, a citada coordenadora sem educação envia mensagem para o professor:


Não, leitor do blog, você não leu errado. Mesmo com repercussão negativa, mesmo com indignação crescente por parte do professor ofendido, mesmo com pedido de desculpas de um membro da equipe reconhecendo falhas de comunicação, o que é que a coordenadora sem educação (e sem noção) faz? Pede desculpas? Reconhece suas falhas? Justifica o seu comportamento alegando estresse e pressão? Não! Oferece um "mimo" para José Renato, que respondeu à altura:


Servidores públicos comissionados por vezes são injustamente julgados e difamados, lhes sendo atribuídos todo tipo de carga negativa e pejorativa, mas na maioria dos casos são pessoas honestas, competentes e que se sacrificam para defenderem um projeto político no qual acreditam. Mas em certos casos a arrogância e prepotência acabam por confirmar todos os estereótipos negativos e, por causa de uma única pessoa, todos os demais na mesma situação acabam rotulados.

Neste caso específico, caso não haja um pedido oficial de desculpas, ou mesmo punição da servidora, será a confirmação de que a atual gestão de Catalão (e as pessoas que a fazem) é arrogante, prepotente, não reconhece suas falhas e acha que pode comprar todo mundo com "mimos" quando o mais simples seria demonstrar humildade e respeito.

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