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Pensamentos aleatórios

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23 de junho de 2016

Júlio Paschoal comenta o caso Cláudio Lima e revela que já foi vítima de ameaças de aliado de Jardel

O economista Júlio Paschoal usou o Facebook para comentar a agressão sofrida pelo radialista Cláudio Lima e revelou que já foi vítima de ameaça aqui em Catalão e, por isso, resolveu se mudar definitivamente para Goiânia após as eleições de 2012:


Para quem não sabe, Júlio Paschoal ocupa o cargo de Superintendente de Gestão, Planejamento e Finanças, na Secretaria Estadual de Cidadania do Governo de Goiás, um importante cargo de confiança. Ele vem se destacando também como um dos homens de confiança do deputado federal Giuseppe Vecci (PSDB), pré-candidato a prefeito de Goiânia e um dos mais firmes aliados de Marconi Perillo, ou seja, não é um tucaninho de pouca pluma não e muito menos viúva do PMDB.

Será que as declarações de Júlio têm credibilidade ou ele também é um ser humano que não merece consideração?

Certamente vão dizer que ele é ateu ou tem rolo com mulher casada...

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8 de fevereiro de 2016

Professora indignada publica vídeo de desabafo sobre o deboche da gestão Jardel

Indignada com o deboche da gestão Jardel Sebba, a professora Caroline Nascimento publicou no Facebook um vídeo de desabafo onde solta o verbo:


É... deboche e mentiras têm limite de tolerância e os da população catalana já foram atingidos.

Será que vão dizer que é viúva?

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11 de dezembro de 2015

A carta do vereador magoado OU Como a política faz um homem virar um capachão



Depois que Michel Temer, o vice presidente mais chorão da história recente do Brasil, escreveu uma carta magoada para a presidente Dilma (em expediente muito semelhante ao usado por Frank Underwood na segunda temporada de House of Cards) virou moda no meio político o envio de cartas para aparar as arestas nas relações e reafirmar os compromissos a cumprir. E em Catalão, é claro, não poderia ser diferente e um episódio ocorrido esta semana na Câmara Municipal provocou a escrita de uma emocionada carta endereçada ao presidente da egrégia casa de leis catalanas, que o blog teve exclusividade em divulgar. Confira:

Senhor Presidente,
Escrevo estas mal traçadas linhas ao som de "Eu não sou cachorro não", grande obra de nosso cancioneiro popular e que contempla o que estou sentindo nesse momento. 

Fiquei extremamente surpreso ao saber, por meio de programas de rádio, que Vossa Senhoria afirmou na sessão ordinária desta semana que não pretende cumprir o acordo firmado no final do ano passado, quando da votação para a presidência dessa casa de leis, de revezamento entre nós na presidência da Câmara.

Mais estarrecido fiquei ao saber que o suposto motivo para Vossa Senhoria não honrar o acordo seria o não cumprimento deste por minha parte, algo extremamente equivocado, se me permite dizer, pois cumpri religiosamente o acordado entre nós na fazenda de nosso prefeito, na presença do super-secretário que manda em tudo e tudo vê, dos cangaceiros seguranças contratados para me obrigar a aceitar o acordo garantir a paz na reunião e dos demais vereadores, inclusive daquela que me abandonou e me fez ser tachado como fraco e covarde em toda a cidade (e que agora me defende, vai entender a cabeça das mulheres).

Como Vossa Senhoria bem se lembra eu fiz um enorme sacrifício ao me tornar seu vice, pois já era o presidente da Câmara antes dessa reunião, contava com os votos da oposição e da vereadora trairona, tirei fotos, assinei documentos, publiquei no Facebook... mas ao saber que o prefeito estava magoado comigo e para evitar rachas na minha cabeça base aliada resolvi adiar por um ano o meu sonho de voltar a presidir o legislativo catalano. Aceitei os termos do acordo proposto e assinei com o sangue que escorria de meu nariz (levei um murro tombo, Vossa Senhoria há de se lembrar), o super-secretário nem precisou me bater muito, nem o prefeito precisou me ameaçar de demissão do cargo de diretor do distrito industrial, acabar com todas as regalias na prefeitura e com minha carreira política, como fez com o vice-prefeito sindicalista. Não, nada disso, tudo que fiz foi confiando na seriedade das pessoas, em especial na sua e de nosso prefeito, que nunca falhou comigo exceto quando não me apoiou no início do mandato e me deixou amargar uma vergonhosa derrota (não foi por mal, tenho certeza, pois ele estava no Rio e estando lá é difícil lembrar de Catalão).

Tenho absoluta confiança em sua amizade e na honradez do prefeito e do super-secretário que costuraram nosso acordo. Vossa Senhoria há de reconhecer que ser humilhado nas redes sociais, ser chamado de fraco e covarde nas rádios e ser apontado como frouxo por onde passava já é punição suficiente para qualquer ofensa que o senhor acha que eu possa ter cometido ao ousar presidir o legislativo sem a sua anuência e a de nosso líder maior, que sempre me chamou de cano de garrucha, mas na verdade me deixou na chapada no início do mandato e depois me podou ao lhe escolher para ser o presidente. Isso me magoou, mas não fico remoendo, pois do contrário ficarei pensando que sou o "amigo da cota" e não um aliado de valor, além do mais se ele ficar sabendo é capaz de mandar o super-secretário me jogar na parede de novo, e aí eu não aguento.

Enfim, gostaria de reafirmar minha fé em Vossa Senhoria e dizer que confio no cumprimento de nosso acordo, pois caso não seja cumprido tomarei providências para que meu direito seja reconhecido... ou não, pois depois de tantos anos sendo humilhado e deixado de lado, minha maior reação será esta carta e ficar de mimimi nas rádios, por isso imploro que honre nosso combinado para evitar maiores humilhações.

Certo de sua atenção, deixo uma mensagem em latim, e me despeço.
 
                         Porcos scire praeteritorum
 
Um fraterno abraço.

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21 de agosto de 2015

Um "mimo" compensa a falta de educação?

Ontem publiquei aqui no blog o desabafo do professor José Renato Faria, da vizinha cidade de Goiandira, que convidado para participar com a Banda Marcial daquela cidade no desfile cívico em homenagem aos 156 anos de Catalão se disse destratado pela coordenadora da solenidade, inclusive com a humilhante oferta de 12 reais para comprar lanche para 36 meninos e meninas, que ensaiaram durante dois meses para participar do desfile e se viram enxotados no momento que seria o ápice de sua apresentação. Reproduzo novamente na íntegra:


Após a publicação do desabafo, por volta de uma da madrugada, José Renato recebeu um pedido de desculpas, pelo mesmo veículo de comunicação, vindo do Tutor de Artes da Secretaria Municipal de Educação, com quem havia combinado o oferecimento de lanche para as crianças da banda:


Eis o que José Renato respondeu:


Como a indignação de José Renato continuava e a repercussão negativa ultrapassava as fronteiras virtuais da rede social, chegando até os programas de rádio, eis que por volta de 13h de hoje, 21 de agosto, a citada coordenadora sem educação envia mensagem para o professor:


Não, leitor do blog, você não leu errado. Mesmo com repercussão negativa, mesmo com indignação crescente por parte do professor ofendido, mesmo com pedido de desculpas de um membro da equipe reconhecendo falhas de comunicação, o que é que a coordenadora sem educação (e sem noção) faz? Pede desculpas? Reconhece suas falhas? Justifica o seu comportamento alegando estresse e pressão? Não! Oferece um "mimo" para José Renato, que respondeu à altura:


Servidores públicos comissionados por vezes são injustamente julgados e difamados, lhes sendo atribuídos todo tipo de carga negativa e pejorativa, mas na maioria dos casos são pessoas honestas, competentes e que se sacrificam para defenderem um projeto político no qual acreditam. Mas em certos casos a arrogância e prepotência acabam por confirmar todos os estereótipos negativos e, por causa de uma única pessoa, todos os demais na mesma situação acabam rotulados.

Neste caso específico, caso não haja um pedido oficial de desculpas, ou mesmo punição da servidora, será a confirmação de que a atual gestão de Catalão (e as pessoas que a fazem) é arrogante, prepotente, não reconhece suas falhas e acha que pode comprar todo mundo com "mimos" quando o mais simples seria demonstrar humildade e respeito.

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20 de agosto de 2015

Professor de Goiandira, convidado para participar com seus alunos do desfile no aniversário da cidade, é destratado por servidora comissionada da Prefeitura

Certamente essa também é culpa do Secretário.

Confira o desabafo do professor José Renato Faria, da vizinha cidade de Goiandira, convidado a trazer seus alunos para participarem do desfile cívico em celebração aos 156 anos de Catalão, publicado hoje no Facebook:


Absurdo, mas esperar que uma gestão que não gosta nem do povo da cidade que administra tenha respeito e consideração pelos convidados das cidades vizinhas é um pouco demais, não?!

Certamente vão dizer que Zé Renato é viúva (mesmo morando em Goiandira e sendo professor concursado) e que o lanche não foi pago aos alunos por causa da crise (só tem dinheiro pra foguete) ou então que tudo é culpa do Secretário e que apenas uma falta de educaçãozinha é um índice bem aceitável.

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11 de maio de 2015

Um dasabafo sobre o Cemitério Municipal

Compartilho aqui no blog um desabafo publicado no Facebook sobre a descaso da Prefeitura para com o Cemitério Municipal de Catalão, que não recebeu nenhum atenção especial quanto ao Dia das Mães:


Em tempo: Sylvio Netto é artista gráfico, autônomo, motociclista, autor de várias peças publicitárias, cartazes e folders e não consta em seu currículo ser viúva.

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16 de abril de 2015

Professor da Universidade Federal do Tocantins faz desabafo no Facebook sobre a atual gestão de Catalão

 
Marcelo Venâncio é natural de Catalão, graduado em Geografia pela UFG e Mestre em Geografia pela UFU. Atualmente mora em Araguaína/TO, onde é professor da Universidade Federal do Tocantins, cargo efetivo que ocupa desde 2010, ano em que se mudou de Catalão para lá. Desde então sempre está acompanhando  as notícias de sua cidade natal, principalmente pela internet e, preocupado com recentes notícias que chegam, publicou em seu perfil no Facebook o seguinte desabafo:

Catalão, cidade onde nasci, já foi considerada uma das cidades mais bonitas do Estado de Goiás e uma das melhores para se viver. Bastou pouco mais de 2 anos de administração do Tucano Jardel Sebba para transforma-la em uma das cidades mais feias e mais desorganizadas do Estado. Estou um bom tempo longe da cidade, mas sempre retorno a ela em períodos de férias para visitar familiares e amigos, e nessas visitas e pelo que amigos postam no face, fico triste com o caos instalado na cidade. Ruas cheias de buracos, transporte público péssimo, hospitais fechando as portas e médicos em greve, a educação com problemas e professores sendo perseguidos por questões políticas (conforme alguns professores relataram), os cartões postais da cidade mal cuidados e o lixo tomando conta da cidade prejudicando a saúde de seus moradores (o interessante é que Jardel Sebba é médico e a saúde foi uma de suas bandeiras na campanha). É inaceitável uma cidade rica como Catalão que tem uma das maiores receitas do Estado (pela exploração do minério, das atividades agrícolas, do comércio) chegar a esse estado deplorável! LA-MEN-TA-VEL
 
Já foi mencionado acima, mas não custa repetir: Marcelo é professor EFETIVO da Universidade Federal do Tocantins, aprovado em CONCURSO PÚBLICO, não ocupa cargo comissionado em qualquer esfera de governo e o motivo para publicar seu desabafo é a real preocupação com os rumos de sua cidade natal. 
 
Também  não custa lembrar que não consta no currículo de Marcelo qualquer informação sobre ser viúva.

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1 de abril de 2015

O desabafo do padre Murah


O padre Murah Rannier Peixoto Vaz publicou no dia 26 de março de 2015 (domingo), em seu perfil no Facebook, um sério desabafo sobre a insensiblidade das pessoas que resolvem promover um show em plena Sexta-feira Santa, não poupando críticas à Prefeitura decatalão por ter autorizado o evento. Confira:


ABSURDO EM UMA SEXTA-FEIRA SANTA

Absurdamente está agendado um show com o cantor Cristiano Araújo para o dia 3 de abril, SEXTA-FEIRA SANTA, no Parque de Exposições da cidade de Catalão.


É lamentável que se organize um evento nesse dia, mais lamentável ainda para o órgão público municipal que o permitiu e deu alvará num dia que para nós católicos é dia de silêncio, oração, jejum e abstinência da carne. Isso fere o sentimento religioso, promove um sacrilégio e profana o luto do dia em que relembramos, celebramos e atualizamos o maior gesto de amor que alguém poderia ter tido por nós. 

Caso o evento vá adiante, cabe a consciência de cada um se deve ou não participar de algo nesse dia. Mas uma coisa digo e se for preciso repito quantas vezes for necessário, um católico de verdade não participa de algo assim num dia tão sagrado quanto a sexta-feira santa. O sábado é dia santo do mesmo modo, pois ainda estamos nos preparando para a ressurreição o que só será proclamado liturgicamente após a vigília pascal no sábado a noite, mas que na liturgia, que segue aqui a tradição judaica, já é madrugada de domingo. Não existe sábado de aleluia, existe o domingo de aleluia, ainda que celebrado na vigília pascal realizada no sábado.

Numa sociedade altamente capitalista, não se reflete nem sobre a fé antes de se organizar algo assim. Interrogamo-nos, foi na madrugada da sexta-feira santa que Judas traiu Jesus por 30 moedas de prata, quanto estarão ganhando para promover esse evento e mais uma vez traí-lo?

Pe. Murah Rannier Peixoto Vaz

Esse mesmo desabafo foi lido pelo padre Murah na missa de domingo, esclarecendo aos paroquianos que o fez porque ligou para o prefeito de Catalão no sábado de manhã durante o seu programa de rádio e, embora tenha feito por telefone a mesma reclamação e críticas à prefeitura, a ligação não foi transmitida ao vivo, mas sim uma gravação editada e com as respostas do prefeito perfeitamente colocadas a cada uma das ponderações.

Ainda bem que Murah é um padre sério, focado em seu sacerdócio, não se envolve em política e nem é funcionário fantasma da Assembleia Legislativa, ou seja, não tem rabo preso nem deve favor algum, do contrário não teria moral para criticar o prefeito e já estaria figurando na listas das viúvas após esse coerente desabafo.

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13 de setembro de 2013

Desabafo



Gosto de utilizar o blog para fazer crítica social e, de vez em quando, alguma graça, mas vou usá-lo hoje para um desabafo que, acredito, contemple várias pessoas em nossa cidade.

Todos os dias recebemos notícias ou temos alguém próximo que é vítima de ladrões. E para a vítima não interessa se o que ocorreu foi furto ou roubo com o uso de violência física ou psicológica, de toda forma ficamos abalados e com total sensação de invasão e insegurança. De forma geral essas ocorrências estão ligadas ao tráfico de drogas. Os sujeitos invadem as casas para roubar objetos que possam ser trocados por pedras de crack e outras drogas, daí que "deixam" de levar alguns bens, justamente porque  alguns não tem saída rápida, ou o dono da boca não precise daquele objeto em particular.

A desgraça desse comércio é como se dá o desenvolvimento das ações: começam com pequenos furtos (aproveitam-se de casas vazias e portas e janelas destrancadas), depois aumentam para roubos descarados (arrombamentos e quebradeiras) e em seguida para ações violentas (invasão de residência com o proprietário dentro, uso de armas e agressão física e psicológica) e ao cidadão resta investir seu suado dinheiro em segurança particular, seguros e monitoramentos, do contrário é sair de casa sem ter a certeza de como irá encontrá-la.

Pois bem, ontem passei a fazer parte da estatística de vítimas de furtos em residências em Catalão, algo que como os assassinatos vem crescendo exponencialmente nos últimos cinco anos em nossa cidade. Encontrei minha casa arrombada e diversos objetos furtados (com destaque para um Playstation 3, com dois controles e quatro jogos) e isso tendo cerca eletrificada, alarme, muro alto e cachorro (que não foi agredido, ainda bem). Fiz os procedimentos legais, registrei a ocorrência, recebi as orientações da polícia e procurei acionar o seguro (o maior dos desgostos até agora), tudo o que é de praxe fazer nessas situações, mas o pior é constatar que é só isso que posso fazer e nada garante que amanhã (ou a qualquer momento que sair de casa) eu não seja vítima novamente dos ladrões. Restou-me aderir ao monitoramento particular e reforçar a cerca elétrica e o alarme, com a consciência que são apenas paliativos.

E o que mais dá para fazer? Dá para abandonar o conforto de uma casa e mudar para um apartamento e tentar diminuir ainda mais a possibilidade de ter a residência invadida, já que esperar dos governos investimento em segurança pública é o mesmo que acreditar em Papai Noel, pois tudo aquilo que depende de uma ação governamental e não rende votos diretos ou uma factoide é deixado de lado (antes investir em uma "Bolsa Qualquer Coisa" e em "Mais Médicos" que em mais policiais e vigilância pública). 

Ao cidadão de bem, que trabalha, paga seus impostos e suas contas em dia, resta se conformar a continuar adquirindo bens para passar para o ladrão, que por omissão do estado vai continuar usando tudo o que roubar para sustentar seu vício, que por inércia dos governos continua sendo tratado como questão de saúde e não de segurança, o que faz do cidadão de bem prisioneiro de seu próprio lar, já que deixar a casa sozinha é o mesmo que dar a chave para o ladrão.

Desabafo feito no Facebook: #semmagoamasvaiproinfernocomessaporra

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