Pensamentos aleatórios
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21 de dezembro de 2017
4 de outubro de 2017
1 de agosto de 2017
Novas placas de trânsito no DF
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Enquanto isso, na Câmara dos Deputados...
Os parlamentares debatem o resultado da mais recente pesquisa de opinião pública:
É desse jeito!!!
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É desse jeito!!!
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22 de maio de 2017
STJ autoriza e Marconi será investigado
O governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB), virou réu em decisão do ministro Humberto Martins,
vice-presidente do Superior Tribunal de Justiça. Após o Supremo
Tribunal de Justiça (STJ) votar o fim da necessidade do aval da
Assembleia Legislativa de Goiás, isso tende a se tornar regra.
Marconi Perillo foi denunciado pelo Ministério Público Federal
pela prática de dois crimes de corrupção passiva. Também se tornaram réus Carlos Augusto de Almeida Ramos, o Carlinhos Cachoeira; o presidente do Conselho de Administração da
construtora Delta, Fernando Cavendish; e o ex-diretor regional da Delta
Cláudio Abreu. Eles são acusados de participar do esquema e foram
denunciados por corrupção ativa.
Martins
é relator da ação penal ajuizada no STJ. O tribunal é competente para
processar e julgar governadores por terem foro por prerrogativa de
função. "Marconi tinha papel central no esquema criminoso que tinha como
objetivo ampliar as participações da Delta no Estado", destaca Martins.
De
acordo com o Ministério Público Federal (MPF), os valores dos contratos
com a Delta no estado pularam de R$ 5 milhões para R$ 75 após a posse
do governador, em 2011. Em troca, Marconi teria se beneficiado com o
pagamento de R$ 90 mil referentes a dívida de campanha do jornalista
Luis Carlos Bordoni. O dinheiro foi pago por empresas laranjas.
A denúncia aponta
que, nos meses de abril e maio de 2011, um assessor do tucano entrou em
contato com Bordoni por duas vezes para perguntar em qual conta deveria
ser pago os serviços do jornalista prestado na campanha de Marconi em
2010.
Após esses contatos,
relata o documento, depósitos foram feitos pelas empresas fantasmas
Alberto & Pantoja e Adécio & Rafael, que teriam sido
constituídas por Cavendish, Cláudio Abreu e Cachoeira apenas para o
pagamento de propina a agentes públicos a partir de dinheiro da Delta.
O MPF argumenta que,
após os pagamentos, Marconi determinou aditivos com a Delta em aluguéis
de carros para a Segurança Pública. O número de veículos foi aumentado
sob conhecimento de Marconi.
Segundo o procurador,
se Marconi tivesse comprado as 1981 viaturas alugadas após os aditivos,
gastaria R$ 39,2 milhões. Foram pagos à Delta pelo aluguel R$ 75,3
milhões.
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3 de abril de 2017
Charge de Jorge Braga satirizando a ligação de Marconi com é sucesso no site de O Popular
A charge do cartunista Jorge Braga, publicada ontem na página 2 do jornal O Popular (ela é publicada diariamente no espaço desde os anos 80), foi sucesso absoluto no site e no Instagram do jornal O Popular. A charge bateu recorde de curtidas no Instagram do jornal diário (1282 curtidas até agora, segunda-feira) e foi sucesso de comentários no site e facebook do periódico do Grupo Jaime Câmara.
A ilustração faz menção ao Caso Cachoeira, que atormentou o governador Marconi Perillo (PSDB) em 2012 e volta a atormentar agora, em 2017, com a denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR) ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) contra Marconi.
Marconi é acusado pela PGR de corrupção passiva, por ter parte de uma dívida de campanha eleitoral, no valor de R$ 90 mil, paga em troca de um aditivo realizado em contrato do Estado com a Delta Engenharia. O desvio total estimado com os pagamentos de propina é de R$ 370 milhões, fato que é objeto de ação penal na Justiça Federal do Rio de Janeiro. Para a PGR, o “papel” de Marconi Perillo “era central” no esquema.
“Com a assunção à chefia do executivo estadual em 01/01/2011, Perillo chancelou o violento aumento do número de contratos de diversas áreas da Administração entregues à Delta Construções, em virtude do que recebeu vantagens indevidas dos demais acusados, por meio de empresas fantasma criadas para tanto”, descreve na denúncia o vice-procurador-geral eleitoral, José Bonifácio Borges de Andrada. Após a posse de Perillo, os valores de contratos da delta subiram da casa de R$ 5 milhões para R$ 70 milhões, de acordo com a PGR.
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31 de março de 2017
Será que chegou a vez dele? Marconi Perillo em destaque no Jornal Nacional... pelo crime de corrupção ativa!!!
Para quem não viu ontem:
A denúncia frisa que Marconi Perillo tinha ciência de que o valor dispendido com o contrato de locação, nos moldes como posto, era desvantajoso para a administração pública e ilegal, porquanto violava o princípio da economicidade derivado do art. 37 da Constituição Federal.
Durante a investigação, o vice-PGR verificou que a Delta criou centros de custo vinculados a escritórios regionais da empreiteira em todo o território nacional, com sócios figurativos conhecidos como laranjas. "Estas pessoas jurídicas não possuíam empregados, nem produziam bens ou prestavam serviços. Os acusados pretendiam utilizá-las quase que unicamente para a dissimulação do pagamento de propina a agentes públicos", diz a denúncia.
A denúncia junta extratos bancários e interceptações telefônicas dos envolvidos, entre outros elementos de prova.
Íntegra da denúncia
O vice-procurador-geral da República, José Bonifácio, denunciou ao
Superior Tribunal de Justiça, nesta quinta-feira, 30 de março, o
governador de Goiás, Marconi Perillo, pelo crime de corrupção passiva, e
mais três pessoas pelo crime de corrupção ativa. Marconi Perillo é
acusado de receber vantagens indevidas para beneficiar a Delta
Construções em contratos do estado. O presidente da empreiteira,
Fernando Cavendish, e o diretor regional Cláudio Dias Abreu, juntamente
com o operador conhecido como Carlinhos Cachoeira, foram denunciados
pelo pagamento da propina.
Segundo a denúncia, entre os anos de 2011 e 2012, os executivos da Delta e Carlinhos Cachoeira prometeram o pagamento de vantagens indevidas ao governador de Goiás para obter o incremento dos contratos mantidos pela empreiteira com vários órgãos do estado. A denúncia demonstra que a Delta, por meio de empresas fantasmas, pagou duas parcelas de R$ 45 mil a Marconi Perillo, relativas a sua dívida de campanha eleitoral de 2010. Com isso, o governador garantiu a assinatura de dois termos aditivos a um contrato do estado com a empresa, bem como o fluxo de desembolsos a título de custeio.
Os aditivos foram usados para ampliar o número de carros da Delta locados pela Secretaria de Estado da Segurança Pública e fizeram o contrato pular de R$ 66.170.580,00 para R$ 75.302.955,00. Mais tarde, a aditivação foi superior aos 25% permitidos pela Lei de Licitações.
Segundo a denúncia, entre os anos de 2011 e 2012, os executivos da Delta e Carlinhos Cachoeira prometeram o pagamento de vantagens indevidas ao governador de Goiás para obter o incremento dos contratos mantidos pela empreiteira com vários órgãos do estado. A denúncia demonstra que a Delta, por meio de empresas fantasmas, pagou duas parcelas de R$ 45 mil a Marconi Perillo, relativas a sua dívida de campanha eleitoral de 2010. Com isso, o governador garantiu a assinatura de dois termos aditivos a um contrato do estado com a empresa, bem como o fluxo de desembolsos a título de custeio.
Os aditivos foram usados para ampliar o número de carros da Delta locados pela Secretaria de Estado da Segurança Pública e fizeram o contrato pular de R$ 66.170.580,00 para R$ 75.302.955,00. Mais tarde, a aditivação foi superior aos 25% permitidos pela Lei de Licitações.
A denúncia frisa que Marconi Perillo tinha ciência de que o valor dispendido com o contrato de locação, nos moldes como posto, era desvantajoso para a administração pública e ilegal, porquanto violava o princípio da economicidade derivado do art. 37 da Constituição Federal.
Durante a investigação, o vice-PGR verificou que a Delta criou centros de custo vinculados a escritórios regionais da empreiteira em todo o território nacional, com sócios figurativos conhecidos como laranjas. "Estas pessoas jurídicas não possuíam empregados, nem produziam bens ou prestavam serviços. Os acusados pretendiam utilizá-las quase que unicamente para a dissimulação do pagamento de propina a agentes públicos", diz a denúncia.
A denúncia junta extratos bancários e interceptações telefônicas dos envolvidos, entre outros elementos de prova.
Íntegra da denúncia
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15 de dezembro de 2016
Qual o impacto da denúncia do João?
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7 de outubro de 2016
Juarez Rodovalho na mira do Ministério Público Federal
Juarez Rodovalho, o Juarez barbudo, atual presidente da Câmara de Vereadores de Catalão, pode ter que colocar suas barbas de molho, pois, além de não ser reeleito, uma denúncia colocou o Ministério Público Federal (MPF) na sua cola.
A denúncia em questão trata-se de acumulação ilegal de cargos por parte do vereador, referente aos períodos de 2001 a 2004 e 2013 a 2016, em que recebeu o salário de duas funções (servidor público e vereador). Juarez é servidor público federal do Ministério da Agricultura, pela qual recebe cerca de 5 mil reais por mês, mas acumulou ilegalmente esses vencimentos junto com os de vereador sem, no entanto, fazer a devida compensação de carga horária exigida pela legislação.
Não bastasse essa isso ainda há outras ilegalidades: Juarez terceirizou para seu filho, Humberto, a atribuição de ir, uma vez ao dia, à estação de monitoramento meteorológico localizada na Av. Ricardo Paranhos (na realidade, Humberto que é o funcionário da estação em Catalão, ele até atende o telefone e passa as informações para os usuários), conduta totalmente vedada na Lei 8.112 (Estatuto dos Servidores Públicos Federais), que pode ser punida com demissão de Juarez e a responsabilização civil de Humberto, que exerce a função sem ser concursado para isso.
Sem mandato e demitido do serviço público federal Juarez pode mesmo ter que colocar as barbas de molho...
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Sem mandato e demitido do serviço público federal Juarez pode mesmo ter que colocar as barbas de molho...
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31 de agosto de 2016
Denúncia de site, de que servidores da Prefeitura estão sendo pressionados a participar dos atos da campanha de Jardel, repercute na cidade
A denúncia no site Catalão Verdade, de que os servidores comissionados da Prefeitura de Catalão estariam sendo obrigados a participar dos atos públicos da campanha de Jardel, repercute na cidade.
Para comprovar as alegações o site coloca alguns prints de conversas em um grupo no WhatsApp, supostamente enviadas pelo Secretário Municipal de Administração, Helder Castro, cobrando a presença dos servidores e alertando que "cada uma arcará com as consequências do não comparecimento".
A denúncia é grave, pois servidor comissionado participar de atos políticos de quem o nomeou é aceitável e faz parte do jogo político, mas exigir o comparecimento coagindo as pessoas com ameaças de demissão é uma conduta vedada em lei, afinal se o sujeito está trabalhando hoje é pelo que ele fez na campanha passada, não nessa.
E cabe uma pergunta: se a pessoa é contratada para trabalhar 8 horas por dia, de segunda a sexta-feira, e ela vai aos atos de campanha após a jornada normal de trabalho durante a semana e também aos sábados e domingos, isso constituiu hora extra? Se positivo, quem paga a hora extra: a coligação ou a Prefeitura?
Segue os prints das conversas:
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Servidores comissionados
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Catalão, GO, Brasil
15 de junho de 2016
Denúncia de suposto estupro na UFG causa mobilização e revolta nas redes sociais
Um suposto estupro na Universidade Federal de Goiás (UFG) foi denunciado na internet na noite desta terça-feira (14). A história ainda causou mobilização e revolta nas redes sociais, onde a hashtag #UFGSePosicione está nos Trending Topics do Twitter em Goiânia e no Brasil.
Segundo o estudante de Relações Públicas Daniel Bezerra, de 21 anos, a jovem teria sido deixada pelo suposto estuprador no estacionamento próximo ao bloco da Faculdade de Informação e Comunicação (FIC), no Campus Samambaia.
“Era 19h30 e eu estava no carro esperando um amigo quando vi outro carro se aproximando, um homem descendo e puxando a menina para fora do carro. Achei que ela estava bêbada por estar cambaleando, mas, quando percebi, ela estava chorando, com o cabelo e as roupas desarrumadas. Percebi o que tinha acontecido e a segui até o banheiro masculino da FIC, onde ela estava chorando, muito nervosa e sem parte da roupa. Tentei chamar algum guarda para ajudar, mas não tinha ninguém por perto”, contou.
Ainda de acordo com Daniel, por estar muito nervosa, a garota não quis ajuda e saiu correndo do bloco. “Tentei prendê-la no banheiro para ver se conseguíamos alguma ajuda, mas ela desapareceu. A UFG é muito perigosa à noite, o estacionamento é muito escuro e não há guardas por perto”, afirmou.
Por telefone, o reitor da universidade, Orlando Afonso Valle do Amaral, informou ao POPULAR que o chefe de segurança do campus foi ao local para conseguir mais informações sobre o caso ocorrido na noite desta terça-feira. A equipe está fazendo rondas para localizar a garota e apurar a história e os envolvidos.
Confira a cronologia das postagens do jovem que denunciou o caso:
Segundo o estudante de Relações Públicas Daniel Bezerra, de 21 anos, a jovem teria sido deixada pelo suposto estuprador no estacionamento próximo ao bloco da Faculdade de Informação e Comunicação (FIC), no Campus Samambaia.
“Era 19h30 e eu estava no carro esperando um amigo quando vi outro carro se aproximando, um homem descendo e puxando a menina para fora do carro. Achei que ela estava bêbada por estar cambaleando, mas, quando percebi, ela estava chorando, com o cabelo e as roupas desarrumadas. Percebi o que tinha acontecido e a segui até o banheiro masculino da FIC, onde ela estava chorando, muito nervosa e sem parte da roupa. Tentei chamar algum guarda para ajudar, mas não tinha ninguém por perto”, contou.
Ainda de acordo com Daniel, por estar muito nervosa, a garota não quis ajuda e saiu correndo do bloco. “Tentei prendê-la no banheiro para ver se conseguíamos alguma ajuda, mas ela desapareceu. A UFG é muito perigosa à noite, o estacionamento é muito escuro e não há guardas por perto”, afirmou.
Por telefone, o reitor da universidade, Orlando Afonso Valle do Amaral, informou ao POPULAR que o chefe de segurança do campus foi ao local para conseguir mais informações sobre o caso ocorrido na noite desta terça-feira. A equipe está fazendo rondas para localizar a garota e apurar a história e os envolvidos.
Confira a cronologia das postagens do jovem que denunciou o caso:
O assunto está repercutindo e a hashtag UfgSePosicione já foi parar nos Trending Topics do Twitter:
Fonte: O Popular.
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13 de junho de 2015
Matéria de hoje de O Popular: MP investiga pagamento de “mensalinho” para vereadores de Catalão
Para as autoridades agirem sobre alguma denúncia o primeiro passo é sair em O Popular, já foi. Se seguir o mesmo caminho da denúncia do padre fantasma da Assembleia, em breve teremos o Fantástico em Catalão. Confira a matéria:
Investigação apura denúncia feita por vereador de compra de apoio na Câmara da cidade
O Ministério Público de Goiás (MP-GO) investiga denúncia de compra de apoio na Câmara de Catalão (na Região Sudeste do Estado), feita pelo vereador Daniel do Floresta e que tem sido chamado de “mensalinho” na cidade.
O procedimento de investigação de violação aos princípios administrativos foi instaurado em setembro do ano passado pela promotora Ariete Cristina Rodrigues. O processo foi decretado sigiloso, segundo a promotoria, que não quis dar detalhes sobre a investigação.
Na consulta ao processo, são registrados como envolvidos o prefeito, a Construcastro, loja de material de construção, e seus proprietários. O prefeito Jardel Sebba (PSDB) diz que desconhece qualquer pagamento (veja matéria nesta página).
A denúncia
Eleito pelo PMDB, Daniel aderiu à base do prefeito Jardel Sebba (PSDB) e voltou a ser oposicionista em setembro do ano passado, quando afirmou ter recebido mensalmente R$ 10 mil em 2013 e 2014, além de material de construção cedido pela prefeitura durante dois meses.
O vereador diz ter sido beneficiado com cerca de R$ 110 mil (R$ 90 mil em dinheiro e R$ 20 mil em material de construção) e alega que utilizou os recursos na construção e reforma de moradia popular. Ele afirma ainda que teve um pedreiro trabalhando em obras de seu interesse cujo salário era pago pela Superintendência Municipal de Água e Esgoto (SAE).
Agora aliado do deputado Adib Elias (PMDB), o maior adversário político de Jardel, Daniel do Floresta afirma que, além de uma cota de cargos na prefeitura, os 12 vereadores aliados em 2013 tiveram autorização para pegar R$ 10 mil em material de construção na loja Construcastro nos meses de setembro e outubro. “Eu cheguei a levar pessoas carentes lá para elas escolherem os produtos.”
A loja, diz ele, tinha contrato com a prefeitura para fornecer brita e areia, mas teria repassado todo tipo de material disponível. Segundo Daniel, parte dos colegas utilizou os produtos em construções particulares.
Depois disso, Daniel afirma que passou a receber dinheiro, distribuído por meio de colega na Câmara ou de auxiliares do prefeito, incluindo o superintendente da SAE e secretário municipal de Governo, César José Ferreira. Segundo o vereador, o secretário ligava para avisar o pagamento dos valores anunciando que “o churrasco saiu”.
Daniel afirma que um dos pagamentos ocorreu dentro do gabinete de César na SAE e que o próprio secretário teria feito um vídeo com entrega do dinheiro e estaria usando para ameaça-lo. O POPULAR não conseguiu ouvir o secretário. Ele não atendeu o celular e não deu retorno ao recado. O valor do pagamento, que seria de R$ 10 mil, é superior ao salário dos vereadores de Catalão, que é de R$ 8 mil.
Daniel diz que decidiu romper com o prefeito e denunciar o esquema por cobrança dos eleitores diante do acúmulo de problemas na cidade e de empréstimos que vêm sendo contratados pela gestão municipal.
“Quando você pega dinheiro para ajudar os carentes, para ajudar quem precisa, você não pergunta de onde veio. Eu usava para ajudar. Se eu estiver errado, pago. Se tiver de ir preso, bora para a cadeia”, conclui.
Será que essa sairá no Diário da Manhã ou no Jornal Opção?
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5 de novembro de 2014
Caso da falsa biomédica: Como NÃO investigar uma denúncia!
Mais novidades sobre o caso Raquel Policena Rosa, filha de pastor e biomédica charlatã.
Foi noticiado ontem, no Jornal Anhanguera - 1ª Edição, e reproduzido hoje na imprensa local e na blogosfera catalana, que a Vigilância Sanitária de Catalão recebeu, há três meses atrás, denúncia sobre a atuação irregular de Raquel junto a salões de beleza e clínicas de estética da cidade oferecendo o tal "aumento de glúteos" por meio de aplicação de hidrogel, mesmo procedimento que pode ter causado a morte de Maria José Brandão. Segue abaixo reprodução da denúncia:
Ao final do e-mail a denunciante frisa "denúncia está feita para prevenir sérios problemas no futuro, caso não tomem providências... apresento as mídias sociais e locais a denúncia feita devidamente registrada junto ao órgão".
Três meses se passaram, uma mulher morre, o assunto repercute nacionalmente e somente aí os catalanos tomam conhecimento de como o poder público agiu para "investigar" essa grave denúncia, nas palavras da própria Vigilância Sanitária:
Ao tomar ciência do caso, a equipe da Vigilância Sanitária de Catalão, entrou com ferrenha investigação contra a golpista. O diretor da Vigilância Epidemiológica, Diego Rodrigues, informou que após o recebimento da informação, uma fiscal do órgão entrou em contato com Raquel para o agendamento do procedimento, que foi aceito pela falsa biomédica. Entretanto, desconfiando da ação, Raquel desmarcou a consulta e remarcou para a capital do estado. “A denúncia chegou via e-mail e uma fiscal entrou em contato com ela para agendar o procedimento. Mas ela disse que era preciso juntar pessoas. Aí marcou uma vez em Catalão, mas por desconfiar bastante, acabou desmarcando. Mais tarde, agendou para Goiânia”, relata Diego. Tendo o procedimento transferido para Goiânia, o coordenador de Vigilância Epidemiológica de Catalão entrou em contato com os responsáveis pelo órgão na capital, para que assumissem o caso e acompanhassem a ação de Raquel. “A partir daí, enviamos as informações para a Vigilância Sanitária da capital, com endereço, mas não houve êxito em encontrá-la”, explicou Diego Rodrigues.
Pois é...
A pessoa faz uma denúncia de conduta criminosa (aplicação de substância de origem duvidosa) sendo realizado em ambientes não adequados (salões de beleza), sem o acompanhamento ou supervisão de pessoal capacitado (médicos ou cirurgiões plásticos), por pessoa sem capacitação profissional para realizar tal procedimento... e aí o que a Vigilância Sanitária faz? Arma uma arapuca para pegar a pessoa denunciada!!!
Sério mesmo, não sei se é descaso, se é deboche, ou se é incompetência mesmo, mas num caso desses o correto não seria INTIMAR a pessoa denunciada a apresentar suas credenciais profissionais para realizar o tal procedimento, bem como a origem dos produtos utilizados?! Também não deveriam ser CONVOCADOS a prestar esclarecimento os estabelecimentos comerciais elencados na denúncia, até mesmo para alertá-los?! E em caso de as medidas necessárias para apuração dos fatos fugirem das atribuições da Vigilância não seria o caso de acionar a Polícia repassando a denúncia pra frente?! Mas não... nossa audaciosa Vigilância Sanitária prefere montar elaboradas armadilhas, mesmo sob o risco de falhar (como falhou) e a pessoa denunciada continuar atuando e colocando em risco a vida dos outros.
E o duro é que a arapuca não funcionou simplesmente por não conseguirem localizar a denunciada. Uma pena que não procuraram na Secretaria Municipal de Saúde, onde Raquel prestava serviço até cerca de dois meses atrás. Talvez, quem sabe, se ao invés de montar uma arapuca a Vigilância Sanitária de Catalão tivesse simplesmente INTIMADO a falsa biomédica, a história de Maria José Brandão poderia ser outra.
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Raquel Policena
22 de julho de 2014
Choque de indigestão
Por Ricardo Melo, da Folha de São Paulo
"Os equívocos em relação à Petrobras foram muitos. E taí. Hoje a empresa frequenta mais as páginas policiais [...] do que as páginas de economia". As palavras são do candidato tucano Aécio Neves em sabatina realizada na quarta (16), ao criticar o governo Dilma Rousseff.
Nada
como um dia depois do outro. Graças ao repórter Lucas Ferraz, ficamos
sabendo neste domingo (20) que, antes de deixar o cargo de governador,
nosso impoluto Aécio presenteou a própria família com um aeroporto no
interior de Minas Gerais, na cidade de Cláudio. Deu de presente é modo
de dizer. A conta, R$ 14 milhões, foi espetada novamente no lombo do
contribuinte. Tudo dinheiro público.
O Brasil conhece à exaustão
obras e estradas construídas perto de propriedades de políticos, sempre
sob o argumento de pretensos interesses rodoviários e sociais. Cinismo à
parte, para não dar muito na vista, ao menos se permite a circulação de
anônimos pelas rodovias.
No caso do aeroporto de Cláudio
dispensaram-se maiores escrúpulos. "Choque de gestão" na veia. A pista é
de uso praticamente privado da família Neves e seus apaniguados. Um
diálogo esclarecedor: perguntado pelo repórter se alguém poderia usar o
aeroporto, o chefe de gabinete da prefeitura local foi direto. "O
aeroporto é do Estado, mas fica no terreno dele. É Múcio que tem a
chave." O dele e o Múcio citados referem-se a Múcio Tolentino, tio-avô
de Aécio e ex-prefeito do município. Pela reportagem, descobre-se ainda
que Aécio é figura frequente no lugar --a cidade abriga um de seus
refúgios favoritos.
Pego no escândalo, o candidato embaraçou-se
todo. Alega que a área do aeródromo particular foi desapropriada. O que,
vamos e venhamos, já é discutível: no mínimo não pega bem um governador
indenizar sua própria família para uma obra de utilidade social mais do
que duvidosa.
Mas a coisa só piora: o processo de desapropriação
está em litígio, ou seja, a propriedade permanece sob controle do clã
Neves & Cia. Talvez uma ou outra aeronave de conhecidos, ou algum
Perrella da vida, tenha acesso à pista. Fora isso, ignoram-se benefícios
econômicos gerados pela empreitada ao povo mineiro. Questionado pela
reportagem sobre quantas vezes esteve no estacionamento aéreo familiar e
o motivo pelo qual uma obra custeada com dinheiro público tem uso
privado, Aécio não respondeu. Ou melhor: o silêncio equivale a uma
resposta. E a campanha mal começou.
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12 de março de 2014
Procurador Eleitoral de Goiás denuncia propaganda eleitoral antecipada
O ex-reitor da Universidade Federal de Goiás (UFG), Edward Madureira, e a delegada da Polícia Civil, Adriana Accorsi, foram denunciados ontem pela Procuradoria Regional Eleitoral em Goiás (PRE-GO) por realizarem propaganda eleitoral antecipada no Facebook. Ambos podem ter de pagar multa de R$ 5 mil a R$ 25 mil.
A representação, ajuizada no Tribunal Regional Eleitoral de Goiás (TRE-GO), foi apresentada pelo procurador eleitoral auxiliar Raphael Perissé, que pediu a exclusão de todas as postagens que façam alusão à candidatura de ambos.
De acordo com o procurador, que ambos realizam, na página, “propaganda eleitoral extemporânea, em flagrante violação à legislação eleitoral, que só admite propaganda no ano das eleições após o dia 5 de julho”.
Filiados ao PT, Edward e Adriana são apontados como possíveis candidatos a deputado federal e estadual, respectivamente.
Ah, se o procurador Raphael Perissé resolvesse olhar para o sudeste goiano...
#AvanteRaphael!
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