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Pensamentos aleatórios

5 de dezembro de 2013

Chove chuva

E mais uma vez uma enorme precipitação desceu sobre a cidade de Catalão. As imagens de ruas alagadas, córregos e represas transbordando, carros e pedestres ilhados e o medo de tudo ir, literalmente, por água abaixo tomou novamente os catalanos de assalto, como aconteceu em 1º de março deste ano.

O debate está lançado e surgem, é claro, aqueles que atribuem a culpa à Prefeitura, que não tomou nenhuma medida concreta para evitar repetição das enchentes desde a grande chuva de março (como se fosse algo fácil de ser feito) e aqueles que jogam a culpa de tudo na população, que sem-educação joga o lixo nas ruas e causa o entupimentos das (pouquíssimas) galerias pluviais por onde escoam as águas das chuvas. Nenhum dos dois está totalmente certo e nem totalmente errado. Em pouco mais de três horas (das 8 às 11) choveu mais de 96mm (em março foram 101mm em quatro horas), ou seja, muita água jorrando pelas precárias condições de escoamento de nossa cidade, junto com a sujeira nas ruas o resultado é o das imagens abaixo:

Ribeirão Pirapitinga, quase transbordando (imagem: Colaki)

Rua paralela ao Catalão Shopping, embaixo d'água (imagem: Colaki)
Represa do Monsenhor Souza, transbordando e quase rompendo (imagem: Igor Cesar Leão)
E os vídeos feitos pelo morador Igor Cesar são ainda mais impressionantes:



Repetindo o que escrevi em março: não existe fórmula mágica para evitar os alagamentos, mas em Catalão é preciso encarar o principal desafio: encontrar alternativas para evitar a impermeabilização do solo. É certo que há anos a cidade fez a opção pelo asfalto, mas é preciso rever isso, sem receio de pensar em retrocesso. Não dá para modificar o relevo, não dá para controlar a precipitação da chuva e a expensão urbana vai continuar ocorrendo, mas é possível aumentar as áreas verdes, melhorar a coleta de lixo e investir em conscientização ambiental, assim como inserir no Plano Diretor mais preocupação ecológica para a expansão da cidade, do contrário só nos resta torcer por uma PARCERIA com São Pedro, para a chuva cair fininha daqui pra frente.


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4 de dezembro de 2013

Inauguração da decoração de Natal em Catalão

Imbuído do espírito natalino o prefeito Jardel e a primeira dama Anna inauguraram no domingo (01/12) a decoração de Natal da cidade de Catalão, que incluiu a abertura da Casa do Papai Noel, na Praça Getúlio Vargas, e o túnel de LED na Avenida 20 de Agosto. 

Crianças e adultos podem visitar a Casa do Papai Noel diariamente, até a chegada do Ano Novo. Já o dono da casa, vai estar disponível para fotos novamente no próximo dia 13 e, em seguida, de 18 a 23 de dezembro, das 19h às 22h. 

A população, de forma geral, aprovou a decoração. O único senão veio do vice-prefeito Rodrigão, magoado por ter sido excluído de mais esta ação da Prefeitura, o que o levou a reclamar diretamente com o bom velhinho assim que ele desceu do caminhão dos Bombeiros, conforme ilustra a charge abaixo:


E viva o espírito de natal!!!

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Enquanto isso, na Papuda...

Delúbio faz amizades no presídio:


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A mídia e sua cobertura imparcial dos fatos

A charge abaixo diz muito sobre a mídia nacional e de como a cobertura dos fatos é feita de forma séria, imparcial e responsável...


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3 de dezembro de 2013

Bala de Borracha

"Uma coisa é bater em preto, pobre e favelado, que ninguém liga, outra é bater nesse povo aí dos protestos, nesse povo que abraça árvore, nesse povo da UFG..." 


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Milagres existem?

Tricolores e Vascaínos acreditam que sim:


E viva o Flamengo!!!

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Enquanto isso, em um restaurante da capital...

Rodrigão recebe de um garçom conhecido a notícia que seu pedido está para sair:


À mesa se definem os conchavos políticos... ou não!

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2 de dezembro de 2013

A vitória da juventude e da seriedade na Universidade


Na última quarta-feira, dia 27 de novembro, o Câmpus Catalão da UFG (CAC) realizou o processo de consulta à comunidade universitária para escolha do Diretor e do Vice-Diretor para os próximos quatro anos (2014-2017), sendo a escolha da maioria a Chapa 1, dos jovens professores Thiago Jabur (Ciência da Computação) e Denis Resende (Física). Internamente esse resultado está sendo apontado como surpresa por várias pessoas, afinal Thiago e Denis disputavam a preferência do eleitorado com duas chapas compostas por professores mais velhos e conhecidos no câmpus, portanto, mais experimentados com o jogo político do CAC, no entanto foi justamente o pouco envolvimento com esse jogo que levou à vitória da Chapa 1, o que diz bastante sobre o atual momento pelo qual passa o CAC e a UFG.

Embora tenham iniciado a campanha na condição de azarões, Thiago e Denis cresceram muito e foram conseguindo adeptos justamente entre os professores cansados do jogo político interno. A chapa encabeçada por professores das Exatas conseguiu manter a união dos docentes desta área e atraiu também professores das Humanas, rachados na preferência entre Wolney (Pedagogia) e Neto (Geografia). O discurso ágil também empolgou o alunado do câmpus, que compareceu em peso e votou maciçamente na Chapa 1, deixando claro a opção por renovação, algo que está sendo frequente desde os protestos de junho (espero que seja também nas eleições do ano que vem). Os técnicos administrativos, embora tenham votado na simpatia e camaradagem do professor Neto, optaram pelos projetos consistentes das chapas 1 e 2, que somadas receberam a maioria dos votos da categoria.

O resultado, além de afirmar a opção da comunidade universitária pela renovação e despolitização da gestão do CAC mostrou que a seriedade das propostas também fez a diferença, pois das três candidaturas que postulavam a Direção as chapas 1, de Thiago e Denis, e a 2, de Wolney e Júlio, eram as mais preparadas para o atual momento pelo qual passa a universidade e tinham em comum a organização e a seriedade de suas propostas (programas de gestão consistentes, equipes definidas, projetos claros para o câmpus) e ao final a juventude (e o fôlego) de Thiago e Denis atraiu mais adeptos e sagrou-se vitoriosa. A chapa 3, dos professores Neto e Ulisses, pecou em oferecer um projeto personalista, baseado apenas na simpatia dos candidatos, entre os mais bem quistos do câmpus, mas não apresentaram nomes e nem um programa de gestão consistente e acabaram perdendo apoio entre estudantes e professores.

O resultado da Consulta segue agora para o Conselho Diretor do Câmpus Catalão, onde deverá ser referendado no próximo dia 11 de dezembro. O mandato começa em março e os escolhidos se preparam para enfrentar o pesado jogo político da Universidade, onde a capacidade de aglutinação demonstrada durante a campanha será testada e os jovens deverão provar, mais uma vez vez, que a renovação e agilidade do discurso estará também nas práticas da gestão e no debate político-acadêmico.

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Depois da chuva...


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E o aumento da gasolina chegou...




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