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Pensamentos aleatórios

4 de outubro de 2013

Anunciando na blogosfera de Catalão

A pessoa que gosta de escrever sobre um determinado assunto (política, cinema, novela, futebol, etc) se aventura a criar um blog, na maioria das vezes sem nenhuma pretensão, pensando em compartilhar com os amigos sua opinião. Em alguns casos o blog vai crescendo a atraindo mais pessoas que se identificam com a temática do site e aí o ele cresce e aparece.

A partir disso o ato de blogar pode deixar de ser um hobbie e passar a ser uma profissão, pois do mesmo modo que existem pessoas interessadas em ler o que você escreve e publica há também outras pessoas querendo oferecer serviços e produtos para o público que visita o site e que queiram usar a audiência do blog (assim como fazem no rádio e na televisão) para fazer suas marcas chegarem ao maior número de pessoas possível. 

Pensando nisso, visando colaborar com os colegas blogueiros que fazem uso do expediente monetizador em seus sites, e já fizeram do hobbie uma profissão, elaborei algumas singelas chamadas para anunciantes para alguns dos blogs de maior destaque em Catalão, de acordo com a temática principal e do que é mais frequentemente veiculado por cada um deles, e compartilho aqui para avaliação dos visitantes do Bão pra Sabão:

"Para que sua sua marca chegue aos consumidores em tempo real, de forma imparcial, trazendo os acidentes e mortes que ocorrem em nossa cidade, anuncie no Blog da Verdade!"

"Se quer vender pra Prefeitura e cair nas graças do tucanato, anuncie no Diante do Fato!"

"Para ver sua mensagem chegar certinho, anuncie no Blog do Badiinho!"

"Já vendeu? Vai vender? Anuncie no Blog do Mamede que um consumidor vai aparecer!"

E, é claro, o meu comercial:

"Sua marca em um blog de opinião, com textos ágeis, charges e diversão? Anuncie no Bão pra Sabão!"

E tudo isso sem curso de marketing...


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A Rede nadou, nadou e morreu na praia


Por seis votos a um, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu nesta quinta-feira (3) não conceder registro ao partido Rede Sustentabilidade, da ex-senadora Marina Silva, por falta de assinaturas de apoio necessárias para a criação da legenda. Com isso, o partido não poderá participar das eleições de 2014.

Segundo o TSE, Marina comprovou apoio de 442 mil eleitores em assinaturas validadas pelos cartórios eleitorais, mas a lei exige 492 mil, o equivalente a 0,5% dos votos dados para os deputados federais nas últimas eleições.

Após o julgamento, ainda no plenário do TSE, Marina Silva se dirigiu aos apoiadores da Rede: "Ainda somos um partido. Não temos registro, mas temos o mais importante: temos ética. Vamos ficar mais fortes."

Apesar de já ser esperada, a posição da maioria do Tribunal Superior Eleitoral contra a criação da Rede foi discretamente comemorada por integrantes da cúpula do PT e do Palácio do Planalto. Na avaliação petista, o ideal para a presidente Dilma em 2014 seria uma disputa com poucas candidaturas para polarizar a eleição com o candidato tucano Aécio Neves.

É verdade que Marina ainda pode se filiar a um outro partido se quiser ser candidata ano que vem, mas a insistência dela em negar um plano B deve inviabilizar essa possibilidade. Até mesmo integrantes da Rede reconhecem que Marina radicalizou no discurso de recusar a filiação em partidos tradicionais. E que, agora, ela teria dificuldade para construir um novo discurso neste sentido.

Para o PT, esse cenário pode ajudar numa definição da sucessão presidencial ainda no primeiro turno. Mas apesar da avaliação petista, integrantes do PSB que apoiaram a criação frustrada do partido de Marina Silva querem ser os herdeiros deste eleitorado. A estratégia é que o governador Eduardo Campos (PSB-PE) consiga atrair parte dos eleitores jovens e de esquerda que estavam no projeto de Marina. O tucano Aécio Neves também tentará fazer o mesmo. O que pode complicar os planos do PT.

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3 de outubro de 2013

Eike e o calote de 45 milhões

O ex-bilionário Eike Batista, que nesta terça-feira (01/10) deixou de pagar uma dívida de 45 milhões de dólares de uma de suas empresas, a OGX, virou um dos assuntos mais comentados na internet brasileira e está sendo tratado pela imprensa internacional como “o fim de uma era” nos negócios do investidor. 

Antes celebrado como um modelo de sucesso na economia brasileira, Eike agora enfrenta as críticas de publicações mundiais sobre a derrocada de suas empresas. A revista Forbes foi uma das primeiras a alvejar o empresário, comparando a queda dos negócios e o calote à história do transatlântico Titanic.

Aqui, como não poderia deixar de ser, o assunto suscita preocupação, em especial com a possibilidade do Governo Federal injetar dinheiro para salvar a empresa do sujeito (se fosse pobre amargaria a falência), mas também provoca risos, pois quem não se diverte com a derrocada de um poderoso? 

Segue uma seleção de charges para comprovar:





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O recado do Rodrigão


O que mais se comenta na cidade esta semana é o rompimento (político, administrativo, pessoal, filosófico e religioso) entre Rodrigão (vice) e Jardel Sebba (prefeito), algo que já vinha sendo anunciado há vários meses por diversos veículos de comunicação e em qualquer rodinha que estivesse discutindo política (em especial no Luis Bongotti).

Confirmando os rumores na sexta-feira ao demitir sumariamente o vice secretário, Jardel justificou diferenças de ritmo administrativo entre os dois, dizendo que a amizade permaneceria, mas que na política caminhariam separados a partir daquele momento. Tal afirmação foi confirmada por Rodrigão em seu tour pelas rádios na terça-feira, quando admitiu o rompimento político e aproveitou para alfinetar a gestão de que até então fez parte, quando também confirmou que não está mais no PSDB, que se filiará a outro partido e que será candidato a deputado em 2014 e a prefeito em 2016, contra Jardel, de quem não tem nenhuma mágoa, pois quem provocou o rompimento entre os dois foi o ciúme dos cupinchas, vai saber.

Rodrigão se manteve fiel ao seu estilo: falou muito, respondeu pouco e fez seu comercial, atingindo o objetivo, que é deixar claro que foi defenestrado graças à inveja dos ricos e poderosos de Catalão que não engoliam o crescimento político do metalúrgico, pobre, dançador de congo, casado com uma negra e pai de três filhos (um retrato do catalano comum). Mais do que um rompimento político-administrativo, o motivo de sua saída seria um reflexo da luta de classes, onde quem está no topo não aceita a ascensão dos de baixo e que Jardel, ao final, preferiu agradar às elites do que atender o povo. Esse foi o grande recado.

A tropa de choque jardelista já está a postos preparando para detonar o ex-aliado e muita coisa vai cair nos ventiladores, situação ótima para quem gosta de ver o circo pegar fogo, mas que deve ser olhada com cautela e sem muita expectativa, pois ninguém vai soltar nada bombástico e com provas, apenas insinuações com o intuito de denegrir a imagem do desafeto, assim como a reação de Rodrigão ficará no mesmo nível, pois mesmo apanhando de todo lado ele ainda conseguirá seu intento, que é permanecer em destaque e na posição de pobre perseguido, o que, pela repercussão de suas declarações até o momento (exceto entre os jardelistas), ele está conseguindo.

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Partidos disputam filiados


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1 de outubro de 2013

Coca-Cola perde valor de mercado


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Enquanto isso, na propaganda do PSDB (2)


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Para quem não viu: CQC na Assembleia Legislativa de Goiás

Para quem não viu ontem, segue matéria do programa CQC, da Band, sobre os políticos goianos envolvidos com a Operação Miqueias, que usava o lobbie de deputados e lindas garotas de programa para seduzir prefeitos e secretários municipais e desviar altas somas de fundos de pensão para as financeiras da quadrilha.




O repórter Guga Noblat esteve na Assembleia Legislativa para entrevistar os deputados Samuel Belchior e Daniel Vilela, do PMDB, mas o dois sumiram do mapa. Guga, porém, não perdeu a viagem e zoou com deputados goianos.

Produção do CQC informa que o programa volta a Goiânia nesta terça-feira. Tudo para conseguir falar com Samuel Belchior e Daniel Vilela.

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