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Pensamentos aleatórios

11 de abril de 2017

IML de Catalão interditado

Para quem não viu, segue a reportagem do Bom Dia Goiás sobre a interdição do IML de Catalão:


O estranho é que há menos de quatro anos atrás o prefeito da época anunciou com estardalhaço uma "parceria" para reforma do mesmo IML:


Mas deve ter ficado só no sonho, como tudo o mais da finada gestão...

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E se a eleição do Cláudio Lima fosse um filme?

Leia com a voz daquele cara que anuncia os filmes que vão entrar em cartaz:

Ele foi agredido,

Humilhado,

Sua intimidade exposta na internet,

Os adversários tentaram tirar sua eleição no tapetão,

Mas ele se manteve firme, superou todas as adversidades e agora toma posse do cargo que lhe é de direito...

CLÁUDIO LIMA: VEREADOR EM CATALÃO 

Hoje, na Câmara Municipal, à partir das 13:30h.

Não perca!!!


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10 de abril de 2017

Cláudio Lima: Vereador Diplomado


E amanhã, à partir das 13:30h, será a posse, na sessão ordinária da Câmara de Vereadores de Catalão!

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Nota de Pesar

Comunico, com pesar, o falecimento de dona Lourdes Aires Cortopassi, mãe do Secretário Municipal de Esportes e Lazer de Catalão, Giovani Cortopassi.


O velório está ocorrendo na Sala de Velórios ao lado do CRAC.

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7 de abril de 2017

Demissões na MMC: Nota Oficial do SIMECAT

O Sindicato dos Metalúrgicos de Catalão (SIMECAT), lamentavelmente, informa que ontem (6) 60 trabalhadores dos setores administrativo e de engenharia foram desligados da montadora Mitsubishi. Alegando queda na produção e nas vendas, a empresa afirmou ainda que a previsão é de que as demissões totalizem 350 até o final do mês de maio.

A decisão unilateral da empresa comprova, mais uma vez, a falta de respeito para com os trabalhadores e o Sindicato, que é o representante legal dos metalúrgicos. No último dia 31 de março, encerrou a estabilidade de emprego que foi conquistada em greve no mês de dezembro do ano passado e, em ofício encaminhado ao SIMECAT no dia 28 de março, a empresa diz que ‘até o momento inexiste a situação de demissões em massa’. Ora, e 60 trabalhadores dispensados não significa demissão em massa!? Não dá para confiar na palavra da empresa!

O SIMECAT acredita que outras alternativas podem ser construídas a fim de evitar a redução dos postos de trabalho. Para isso, basta que a empresa se comprometa a dialogar com o Sindicato e os trabalhadores. De fato, o País enfrenta uma recessão econômica e o setor automotivo tem sido um dos mais prejudicados, porém, não se deve enfrentar a crise colocando centenas de trabalhadores e trabalhadoras na rua, provocando ainda mais desemprego e gerando impacto extremamente negativo no município, no qual a empresa deve ter responsabilidade social. Na Caoa Hyundai, em Anápolis, por exemplo, foi adotada redução de jornada e salário, mas, em contrapartida, o trabalhador tem estabilidade de emprego.

O SIMECAT insiste em manter o diálogo e sugerir medidas paliativas e considera que os desligamentos devem ser feitos somente quando se esgotarem todas as possibilidades. Na manhã de hoje, os metalúrgicos paralisaram as atividades por duas horas em protesto contra o anúncio das demissões. Sob a ameaça de manter a linha de produção parada, os representantes da montadora marcaram uma mesa de negociação com o Sindicato ainda pela manhã, contudo, não houve avanço algum. Diante do impasse, uma mediação da Justiça do Trabalho foi solicitada pelo Sindicato. A audiência será nesta sexta, às 16 horas, no prédio da Justiça do Trabalho.




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Bolsonaro na Hebraica: eles não aprenderam NADA com a História!


Em discurso para cerca de 300 pessoas no auditório do clube Hebraica, na zona sul do Rio de Janeiro, nesta terça-feira (4), o deputado federal Jair Bolsonaro (PSC-RJ) voltou a proferir frases polêmicas e ofensivas.

Segundo o Estadão, o presidenciável prometeu que irá acabar com todas as reservas indígenas e comunidades quilombolas do país caso seja eleito em 2018.

Bolsonaro aproveitou o momento para atacar as comunidades tradicionais:

– Pode ter certeza que se eu chegar lá não vai ter dinheiro pra ONG. Se depender de mim, todo cidadão vai ter uma arma de fogo dentro de casa. Não vai ter um centímetro demarcado para reserva indígena ou para quilombola.

Em fevereiro, na Paraíba, Bolsonaro sugeriu dar um fuzil para os fazendeiros como cartão de visita contra o MST.

O deputado afirmou que as reservas indígenas e quilombolas atrapalham a economia: “Onde tem uma terra indígena, tem uma riqueza embaixo dela. Temos que mudar isso daí”.

Ele disse que foi “a um quilombo”. De lá, voltou com a seguinte percepção: “O afrodescendente mais leve lá pesava sete arrobas. Não fazem nada. Eu acho que nem para procriador eles servem mais. Mais de R$ 1 bilhão por ano é gasto com eles.”

O presidenciável também não poupou os refugiados. “Não podemos abrir as portas para todo mundo”, disse. Ele não se mostrou, porém, avesso a todos os estrangeiros: “Alguém já viu algum japonês pedindo esmola? É uma raça que tem vergonha na cara!”.

No mesmo discurso, Bolsonaro ainda ironizou as mulheres: “Eu tenho cinco filhos. Foram quatro homens, a quinta eu dei uma fraquejada e veio uma mulher”

Bolsonaro foi convidado para discursar no clube Hebraica do Rio de Janeiro após ter sua palestra boicotada no Hebraica de São Paulo. Mesmo no Rio, 100 pessoas protestaram do lado de fora do clube contra a palestra do deputado.
 
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5 de abril de 2017

Saciando a fome: Restaurante Popular de Catalão será reaberto amanhã


Após três meses fechado para reforma, o restaurante que foi idealizado na segunda gestão de Adib Elias (2005-2008) e com o início do funcionamento na administração do ex-prefeito Velomar Rios (2009-2012), será reinaugurado amanhã, dia 06 de abril, a partir das 10h00. 

O dia escolhido para a inauguração é o do aniversário de João Rodrigues da Costa, o joão da Mariquinha, que empresta o nome ao restaurante. João da Mariquinha nasceu em 1929, na cidade de Cumari, com a vinda de seus pais que saíram de Franca “Terra do Sapato”, na época da crise do Café e do Leite, que buscavam novas oportunidades nas terras goianas. João morou em Cumari até os seus 13 anos, quando fez o seu primeiro par de sapatos. A partir desse momento não parou mais, veio para Catalão e começou a fabricar sapatos e logo montou a sua própria loja que hoje é conhecida por todos: a Sapataria Brasil.

Segundo vídeo divulgado no mês de janeiro pela Prefeitura de Catalão, o restaurante apresentava diversos problemas estruturais e não reunia condições mínimas para oferecer alimentação à população, principalmente no que se refere à limpeza e higienização do local de preparação das refeições.

O funcionamento do restaurante, localizado na avenida Raulina Fonseca Paschoal, ao lado do estádio Genervino da Fonseca, será de segunda à sexta-feira, no horário das 11h00 às 13h00. O valor cobrado do público em cada refeição será de 2 reais.

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3 de abril de 2017

Governo midiático: Dinheiro da Celg vai para obras que deveriam estar prontas em 2011


Segundo o jornal O Popular, a Agência Goiana de Transportes e Obras (Agetop) receberá praticamente todo o montante de recursos da privatização da Celg D, que será dividido entre obras rodoviárias e de infraestrutura e conclusão de unidades na área da saúde, sob responsabilidade da agência. Caberá ao órgão a aplicação de 99% dos cerca de R$ 800 milhões líquidos da venda da estatal. Quase todo o dinheiro, no entanto, será aplicado em obras prometidas na eleição de 2010 e que deveriam estar prontas em 2011 (caso do Centro de Convenções de Anápolis, como visto na foto deste texto).

Há, no Diário Oficial, uma relação de 82 obras consideradas prioritárias que devem receber os recursos. Cerca de 500 dos 800 milhões serão aplicados em obras rodoviárias - o asfalto feito em 2014 já desmanchou, porque não tinha qualidade alguma.

Jayme Rincón diz que o governo decidiu priorizar obras rodoviárias - com aplicação de R$ 500 milhões - porque é a “maior demanda” do Estado. O governador vinha afirmando que parte do dinheiro iria para áreas de saneamento, educação e segurança pública, que ficaram fora do decreto.

Para a seleção das obras, o auxiliar do governo nega que tenham pesado critérios políticos, embora, no universo das 15 maiores cidades do Estado, pouco tenha sido destinado àquelas que são administradas por lideranças da oposição.

Jayme diz que foram considerados a importância, o estágio e a parte burocrática das obras. “Primeiro incluímos as duplicações, que são prioritárias. Segundo, consideramos estágio da obra e importância econômico-financeira. Por fim, aquelas que estavam mais fáceis de serem retomadas.”

“Os critérios foram eminentemente técnicos. Pode até desagradar um pouco politicamente, mas estamos focados nas questões técnicas”, diz. Sobre o fato de ter sido incluída na lista reforma de ginásio de esportes de Posse, cidade do vice-governador José Eliton (PSDB), Jayme disse que as obras menores não são de responsabilidade da Agetop e que não participou da escolha. “Do que discuti com o governador, a relação não foi feita com espírito de contemplar lideranças políticas. Não deixamos nem vazar a lista antes para não ter pressão”, afirma Jayme.

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Charge de Jorge Braga satirizando a ligação de Marconi com é sucesso no site de O Popular


A charge do cartunista Jorge Braga, publicada ontem na página 2 do jornal O Popular (ela é publicada diariamente no espaço desde os anos 80), foi sucesso absoluto no site e no Instagram do jornal O Popular. A charge bateu recorde de curtidas no Instagram do jornal diário (1282 curtidas até agora, segunda-feira) e foi sucesso de comentários no site e facebook do periódico do Grupo Jaime Câmara.

A ilustração faz menção ao Caso Cachoeira, que atormentou o governador Marconi Perillo (PSDB) em 2012 e volta a atormentar agora, em 2017, com a denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR) ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) contra Marconi.

Marconi é acusado pela PGR de corrupção passiva, por ter parte de uma dívida de campanha eleitoral, no valor de R$ 90 mil, paga em troca de um aditivo realizado em contrato do Estado com a Delta Engenharia. O desvio total estimado com os pagamentos de propina é de R$ 370 milhões, fato que é objeto de ação penal na Justiça Federal do Rio de Janeiro. Para a PGR, o “papel” de Marconi Perillo “era central” no esquema. 

“Com a assunção à chefia do executivo estadual em 01/01/2011, Perillo chancelou o violento aumento do número de contratos de diversas áreas da Administração entregues à Delta Construções, em virtude do que recebeu vantagens indevidas dos demais acusados, por meio de empresas fantasma criadas para tanto”, descreve na denúncia o vice-procurador-geral eleitoral, José Bonifácio Borges de Andrada. Após a posse de Perillo, os valores de contratos da delta subiram da casa de R$ 5 milhões para R$ 70 milhões, de acordo com a PGR.

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