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Pensamentos aleatórios

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18 de abril de 2017

Saiu no Jornal Hoje: Marconi Perillo teria recebido 10 milhões de reais da Odebrecht em troca de obras de saneamento em Goiás

Para quem não viu segue a reportagem do Jornal Hoje sobre a delação da Odebrecht que implica o governador Marconi Perillo e Jayme Rincón, diretor da Agetop:


A matéria do Jornal Hoje mostra trechos da delação do executivo da Odebrecht Alexandre José Lopes Barradas. Ele fala de como começou o contato em 2010 (na casa do então senador Demóstenes Torres), com a presença do governador Marconi Perillo (PSDB). "Perillo foi apresentado ao Fernando Cunha Reis na casa do Demóstenes", afirma. Depois da eleição, Alexandre diz que procurou Marconi em março de 2011.

Fernando Cunha Aires Reis, outro delator da Odebrecht, também revela como Marconi Perillo pediu à Odebrecht uma quantia de R$ 50 milhões. "Ele, Marconi, disse que a expectativa era uma quantia da ordem de R$ 50 milhões, mas eu disse que achava inviável", aponta Alexandre. Marconi acabou sendo atendido em R$ 8 milhões só em 2014, como consta de quatro delações diferentes.

Alexandre Barradas diz que o interlocutor para receber os pagamentos era Jayme Rincón mas disse que, em determinado momento, a interlocução de Marconi era diretamente com o presidente da empreiteira, Marcelo Odebrecht.

Ao contrário do que afirma a Nota Oficial do Governo de Goiás, da inexistência de obras da Odebrecht no estado, desde 2011 a Odebrecht Ambiental, por meio de parceria com a Saneago, assumiu a concessão dos serviços de tratamento de água e esgoto, pelo prazo de 28 anos, de quatro importantes municípios goianos: Aparecida de Goiânia, Trindade, Rio Verde e Jataí.

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19 de setembro de 2016

Jayme Rincón, da Agetop, e Waldimir Garcez, homem de confiança de Cachoeira, combinam compra de pesquisa

Um vídeo que circula pelas redes sociais mostra um lado oculto das pesquisas eleitorais. 

Na gravação telefônica interceptada pela Polícia Federal (PF), o presidente da Agência Goiana de Transportes e Obras (Agetop), Jayme Rincón (PSDB) e o ex-vereador e braço direito de Cachoeira, Waldimir Garcez, conversam sobre os preços cobrados por institutos de pesquisas.

Rincón reclama do preço, de 80 mil a 100 mil reais para sair o resultado escolhido pelo cliente. Garcez concorda que está caro e ainda argumenta que "essa lá no Serpes a gente faz por R$ 20 mil, 30 conto no máximo", mas com o incomodo de que no instituto do Grupo Jayme Câmara não há como mexer no resultado.

Segue o vídeo:


Será que esse instituto que cobra de 80 mil a 100 mil reais é o Tocantins Maket? Explicaria muita coisa...
 
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6 de maio de 2015

Jayme Rincón e a dança das cadeiras em Catalão


A visita de Jayme Rincón em Catalão rendeu.

Em sua visita para encher os ouvidos dos prefeitos da região de promessas que não serão cumpridas, haja vista a anunciada falta de recursos do Governo, o prefeito de Catalão matou a saudade de seus dias de papagaio de pirata e foi o anfitrião da visita do presidente da AGETOP à região sudeste. O encontro produziu o esperado foguetório, as fotos de sempre, as frases de efeito e produziu mais material para ser usado na campanha de Rincón à prefeitura de Goiânia, que ainda está na estratégia de negar a candidatura, mas não para de produzir factoides para cacifar seu nome, coisa típica de tucano.

O que o encontro também produziu, e ainda não foi divulgado, foi a dança das cadeiras nos cargos do Governo do Estado em Catalão. Talvez reflexo do resultado da votação recebida por Marconi na cidade, ou uma reorganização das forças aliadas ao tucanato local, o fato é que mudanças vão ocorrer nos próximos dias com o intuito de agradar descontentes. A saber:

  • Vapt-Vupt: sai Agostinho Júnior (que apoiou Giuseppe Vecci para Deputado Federal), entra Juciane Netto (esposa do Cesar da PC);
  • Detran: sai Joel Fernandes (o que já havia sido anunciado) para entrada do Capitão Roldão (PM).

As perguntas que ficam:
Quem são os descontentes?
Para onde vão os substituídos?
Quem caiu da cadeira nessa dança?

Aguardemos os próximos capítulos, pois vem mais por aí.

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