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Pensamentos aleatórios

7 de julho de 2016

Iris Rezende não é candidato... eu já vi esse filme!!!


A aposentadoria política de Iris Rezende (PMDB) pode não durar mais que 48 horas. Isso porque um grupo de PMDBistas e aliados — incluindo o senador Ronaldo Caiado (DEM) — pretende realizar uma grande mobilização “exigindo” que o decano seja candidato a prefeito de Goiânia em 2016.

Aos 82 anos, o ex-prefeito informou, por meio de carta divulgada nesta quarta-feira (6/7), que cumpriu seu papel político e encerrou sua carreira nas eleições de 2014.

Esse filme é bem parecido com o de 2010 e 2014, quando Iris foi “convocado” pela militância para disputar o governo de Goiás

Nas duas ocasiões, Iris dava sinais de que não queria disputar as eleições, mas, por falta de candidato, acabava tendo que assumir a tarefa. Curiosamente, em ambas ocasiões, o PMDB trabalhou dois nomes, que acabaram sendo alijados do partido: o atual ministro interino da Fazenda, Henrique Meirelles (PSD), e o empresário Júnior Friboi (sem partido).

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6 de julho de 2016

Jardel supera Adib em nova pesquisa


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E essa rejeição apontada na pesquisa do Saracura?

Por Ivan Felipe da Silva, no Facebook.
 
Sem tirar mais da metade das promessas do papel e com uma gestão baseada no marketing da enganação e em medidas estapafúrdias, Jardel Sebba é desaprovado por mais de 48,44%, Fonte: Pesquisa Go- 07183/2016 – TSE.

Bom de lábia, mas ruim de serviço, o prefeito Jardel Sebba (PSDB) pode entrar para a história como o pior administrador da cidade de Catalão em décadas. Faltando seis meses para o término do mandato, o PSDBista bate recordes. Todos negativos! A gestão dele é desaprovada pelos catalanos, 48,44% a consideram péssima, segundo pesquisa divulgada semana passada. Pudera Jardel se mostrou, na prática, o inverso do administrador eficiente propagado na eleição de 2012. Até agora, de suas diversas propostas de campanha não foram concluídas. Algumas delas, como a construção em parceria com o Governo do Estado de um Credeq, as 1800 unidades habitacionais para pessoas sem moradias e a reestruturação do Ginásio de Esportes da cidade, entre outras propostas, dentre outras propostas que não foram realizadas. Para piorar, muitas das promessas tiradas do papel geram controvérsias pela falta de planejamento, são os casos dos ônibus onde a promessa era de ser cobrado R$ 1,00, eu pergunto cadê o transporte popular? 

Diante deste quadro, não é de se estranhar que o PSDBista apareça em segundo lugar na corrida à reeleição, com 16,51 % dos votos. Está atrás do deputado Adib Elias (PMDB), principal adversário político do prefeito e apontado como favorito para vencer as eleições em Catalão em 2016 com grande margem de frente, com um percentual de 71,92%.


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5 de julho de 2016

Receita tucana de gestão: requentar programas


O governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB), lança nesta terça-feira, 05, mais um palanque para apresentar seus números manipulados e discursar sobre uma realidade que só existe nas propagandas. Trata-se da rede Nosso Futuro, uma série de 12 encontros regionais para elaborar um plano de desenvolvimento para os próximos 20 anos.

O pior é que o Nosso Futuro não está sozinho. Já foram lançados projetos similares o Goiás Competitivo, o Inova Goiás, além do Agenda Goiás, em parceria com o Grupo Jaime Câmara. Sem efeito prático, a série de eventos serve mesmo para gastar dinheiro público e como palanque para as lorotas de Marconi.

Esse tipo de prática deve ser parte do receituário tucano de gestão, afinal o prefeito Jardel Sebba frequentemente usa desse expediente requentando programas já lançados com novos nomes como se fossem ações inéditas, como é o caso do Rua Nova, operação de recapeamento asfáltico e tapa-buracos apresentada pomposamente como "reconstrução de vias", mas que se trata do mesmo programa lançado no início da gestão com o nome de "Rodovida Urbano", depois chamado de "Buraco Zero" e posteriormente de "Minha Rua de Cara Nova", sempre com a promessa de fazer "100 km lineares de asfalto, ou a distância de Catalão a Uberlândia" e mesmo assim a buraqueira continua.

Na realidade se somassemos todos os km de asfalto anunciados nos três anos e meio da gestão Jardel daria muito mais que a distância de Catalão a Uberlândia e ao menos até a lua os catalanos poderiam se gabar de ter uma via totalmente asfaltada, mas essa ponte para o céu é tão real e efetiva quanto são os anúncios dos novos programas de Marconi e Jardel.

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Enquanto isso, em uma casa qualquer em Catalão...

O suporte técnico é acionado por um problema no computador:


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Enquanto isso, no Gabinete do Prefeito...

Preocupado com os números das recentes pesquisas que continuam a apresentar resultados desfavoráveis à reeleição do prefeito, mesmo após várias inaugurações de tapa-buracos, poda de árvores, pintura de meio-fio e passagem do caminhão do lixo pelos bairros, o Primeiro Ministro da Gestão Jardel resolve apresentar um reforço de peso fundamental para a estratégia da campanha eleitoral que se aproxima:


Avante Jagger!!!

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4 de julho de 2016

Com temor, Carlos Cachoeira considerou fazer delação

 
Com temor de voltar à prisão, onde ficou por nove meses em 2012 na Operação Monte Carlo, Carlos Cachoeira comentava com frequência com pessoas próximas a preocupação em acompanhar de perto os processos e investigações e evitar dissabores como com a operação de quinta-feira. Nos bastidores, há informação de que ele paga um alto valor mensal para advogados em Brasília enquanto estiver solto.

Há pouco mais de um mês, falou para um amigo que, se fosse preso novamente, ameaçaria uma delação. “Ele queria ao menos espalhar que falaria para ver o circo pegar fogo. Mas é isso ou a anulação das provas para que ele tenha a redução de pena”, conta.

O receio maior era em relação à condenação já existente, pela Justiça Federal de Goiás, a 39 anos e 8 meses de prisão. A fase de recurso já dura dois anos. "Ele sabe que não segura isso eternamente. E está mais fragilizado e sob pressão por conta do nascimento da filha (há menos de 15 dias)", diz o amigo. Com condenação em segunda instância, pode haver prisão segundo decisão do Supremo em fevereiro.

Embora aparentemente não tenha sido alertado sobre a Operação Saqueador, que o levou à prisão no Rio na semana passada, Cachoeira já se preparava para a possibilidade de ser preso com a definição de uma equipe para levar à frente os negócios do escritório em sua ausência.
 
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Mesmo com baixas no círculo que ficou conhecido na época da Operação Monte Carlo, Carlinhos Cachoeira ainda circula entre políticos e empresários de Goiás


Em reportagem assinada pela jornalista Fabiana Pulcineli, o jornal O Popular revela que o contraventor Carlinhos Cachoeira continua circulando entre políticos do alto escalão do Governo de Goiás, apesar de baixas como o ex-senador Demóstenes Torres, cassado em 2012.

Além de atuar em várias frentes de negócios, como loteamentos, representação comercial e importação de produtos na área farmacêutica, Cachoeira ajudou a eleger pelo menos dois deputados que fazem parte da base do governador Marconi Perillo (PSDB), na Assembleia Legislativa, Santana Gomes (PSL) e Eliane Pinheiro (PMN). Eliane foi chefe de gabinete do governador e Marconi foi forçado a demiti-la após flagrantes em gravações telefônicas.

Integrante até o mês passado do alto escalão deste atual mandato do governador Marconi Perillo, Carlos Alberto Leréia (PSDB) chegou a ter o mandato de deputado federal suspenso por 90 dias pelo plenário da Câmara dos Deputados, devido a suas estreitas relações com o bicheiro. Segundo escutas telefônicas obtidas pela Polícia Federal, Leréia chegou a receber a senha do cartão de crédito de Cachoeira.

Após vários pitis públicos cobrando um cargo no primeiro escalão, Leréia foi nomeado, no ano passado, presidente da Agência Brasil Central, e só saiu no mês passado para concorrer à prefeitura de Minaçu.

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Por uma nova cultura administrativa na UFCAT

Na última sexta, dia 1º de julho, ocorreu uma audiência pública na UFG - Câmpus Catalão para tratar da criação da Universidade Federal de Catalão (UFCAT) cujo projeto tramita na Câmara dos Deputados. O evento foi realizado pela Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público da Câmara com o objetivo de instruir o relatório a ser apresentado pelo deputado Daniel Vilela, relator da matéria. 

Daniel Vilela, Adib Elias, Orlando Afonso (Reitor da UFG) e Thiago Jabur (Diretor do Câmpus Catalão)

O deputado explicou a situação atual do projeto, aprovado no fim de junho na Comissão de Educação e que agora tramita em caráter conclusivo. Daniel Vilela afirmou que o momento de turbulência que atinge a presidência da Câmara dificulta a inclusão da matéria na pauta de votação. O fim do rito do projeto na Câmara ainda envolve tramitação nas Comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Ainda assim, segundo o parlamentar, há grande expectativa para a aprovação dos projetos que criam as Universidades Federais de Catalão e de Jataí ainda este ano.

Após a explanação do deputado o microfone foi cedido para que os presentes pudessem manifestar suas dúvidas e contribuições ao projeto. Como representante dos técnicos administrativos fiz uso da palavra e explicitei para todos o desejo da categoria de que a instituição tutora da UFCAT seja outra que não a UFG, conforme documento assinado por todos os servidores administrativos presentes na audiência e entregue ao deputado Daniel Vilela para formalização.
 
Momento da entrega do documento dos técnicos ao deputado Daniel Vilela

A tutoria é o passo seguinte após o projeto de criação se tornar lei e a nova universidade começar  suas atividades de fato. No entendimento dos técnicos o desejo de emancipação, independência e autonomia do Câmpus Catalão é uma demanda histórica de quase 30 anos e que finalmente promete se concretizar com a criação da UFCAT, mas para que isso verdadeiramente ocorra é necessário que os laços com a UFG se rompam de forma definitiva no momento da separação, o que só ocorrerá de fato se a instituição tutora, responsável pela organização administrativa e elaboração do estatuto e regimento da nova universidade, não for a UFG.
 
O documento entregue ao deputado, com a assinatura dos técnicos

Geograficamente mais próximas de Catalão existem instituições de referência que poderiam exercer essa tutoria: a Universidade Federal de Uberlândia (UFU), a Universidade Federal do Triângulo Mineiro (UFTM) e a Universidade de Brasília (UnB), todas instituições de renome e que poderiam contribuir enormemente para o desenvolvimento das atividades da UFCAT. Uma tutoria por outra universidade proporcionaria o acréscimo de experiências e de outras culturas administrativas diferentes das conhecidas em mais de 30 anos de câmpus, o que resultaria numa nova cultura administrativa, com identidade própria e livre de vícios históricos construídos e reafirmados ao longo dos 56 anos da UFG, entre esses a usurpação de funções administrativas por professores.

O deputado Daniel explicou que a indicação da instituição tutora não é atribuição da Câmara e sim do MEC, mas se comprometeu a levar nosso pedido ao conhecimento do Ministério. Nosso próximo passo será nos movimentar politicamente indo ao MEC e enviando expedientes à bancada goiana na Câmara e no Senado para que esse anseio se torne realidade e a UFCAT seja uma universidade realmente nova e independente, até nas práticas administrativas.

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