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Pensamentos aleatórios

16 de dezembro de 2016

Um vídeo para reflexão

Em tempos de indiferença, desrespeito à opiniões diversas, retirada de direitos e falta de confiança nas instituições e nos políticos, convém assistir um clipe para provocar uma reflexão sobre o por quê da sociedade estar caminhando nessa direção:


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14 de dezembro de 2016

O dia em que Daniel Vilela humilhou o Jardel no Twitter

Ah, o Twitter...

Rede social de mensagens curtas e rápidas, em que o poder de síntese daquilo que o usuário deseja falar é testado ao máximo, às vezes produz alguns debates fantásticos mesmo restritos aos 140 caracteres de limite que a plataforma impõe.

E assim como o Youtube e o Facebook o Twitter se tornou uma plataforma de comunicação indispensável para quem deseja ser formador de opinião, existindo lá alguns dos perfis mais influentes da internet sobre diversos assuntos e, como não poderia deixar de ser, também da classe política, sendo nosso atual prefeito um dos grandes entusiastas da plataforma, falando sobre todo tipo de assunto, alfinetando os adversários políticos e, seu passatempo predileto (depois da revista Coquetel do Gugu Sebba, é claro), puxar o saco do governador Marconi Perillo, o parceirão que nada trouxe para Catalão.

Mas às vezes acontece do tiro sair pela culatra e o que é uma inocente puxassão de saco se torna um festival de humilhação, como o recente debate entre Jardel Sebba e o deputado federal Daniel Vilela, ocasião em que o filho de Maguito criticou uma suposta tentativa de aproximação de Marconi com o PMDB goiano, noticiada no jornal O Popular, sendo que, na opinião de Daniel Vilela, "não seria aceito no PMDB goiano, que defende o oposto do que ele vem fazendo no governo". Jardel não gostou nem um pouco e partiu, como um bom puxa-saco desesperado por um cargo no governo do estado amigo, em defesa do companheiro de partido e tuitou:


Normalmente os políticos não entram em debate uns com os outros no Twitter, pois na maioria dos casos são os próprios titulares que operam a plataforma, não as assessorias de comunicação, de onde partem as respostas mais ferrenhas, mas Daniel deu o troco de uma forma muito dolorida, batendo naquilo que mais incomoda um político, a rejeição do eleitorado:


A pancada foi tão doída que Jardel até reconheceu que foi incompetente, coisa que até então era negado de pés juntos, com a mão sobre o peito e tocando o hino nacional!!!

Mas é isso que dá entrar em briga dos outros!!!

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Apelidos


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13 de dezembro de 2016

PEC da Maldade foi aprovada


E o que vem a seguir é beeem pior!!!

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Marchinha da Delação


Já que a corrupção não tem remédio, o jeito é rir da desgraça que nos assola:

Marchinha do todo feio
 
Juro por tudo que é sagrado
Humilhação igual nunca vivi
De beleza, sou muito bem dotado...
É o que dizem por aí
Sei lá de onde veio essa ideia
De certo alguém
Que de bom gosto anda mal
Se quiserem me chamar
De sem vergonha, tudo bem
Mas "todo feio" nem a pau

A lista é mentirosa...
Todo feio não sou não
Eu até prefiro...
Ser chamado de ladrão!

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12 de dezembro de 2016

Relator da ONU alerta: PEC 55 atingirá diretamente os brasileiros mais pobres!

Publicado no blog Socialista Morena
 
 
Mais uma prova de que o governo Temer está mentindo aos brasileiros sobre os efeitos da PEC do Teto foi dada hoje pela ONU (Organização das Nações Unidas), ao alertar que a medida é incompatível com as obrigações do país em relação aos direitos humanos e terá um impacto severo sobre os mais pobres. De acordo com o relator especial da ONU para extrema pobreza e direitos humanos, Philip Alston, o efeito principal e inevitável da proposta de emenda constitucional, elaborada para forçar um congelamento orçamentário como demonstração de prudência fiscal, será o prejuízo à população carente nas próximas décadas. A PEC já passou na Câmara e poderá ser aprovada definitivamente pelo Senado no próximo dia 13 de dezembro.

“Essa é uma medida radical, desprovida de toda nuance e compaixão”, criticou Alston. “Vai atingir com mais força os brasileiros mais pobres e mais vulneráveis, aumentando os níveis de desigualdade em uma sociedade já extremamente desigual e, definitivamente, assinala que para o Brasil os direitos sociais terão muito baixa prioridade nos próximos vinte anos.”

Ele acrescentou: “Isso evidentemente viola as obrigações do Brasil de acordo com o Pacto Internacional dos Direitos Econômicos, Sociais e Culturais que o país ratificou em 1992, que veda a adoção de ‘medidas deliberadamente regressivas’, a não ser que não exista nenhuma outra alternativa e que tenham sido feito esforços para garantir que as medidas adotadas sejam necessárias e proporcionais.”

Em nota oficial, a ONU fez questão de lembrar que, nas últimas décadas, o país estabeleceu um “impressionante sistema de proteção social voltado para erradicar a pobreza e o reconhecimento dos direitos à educação, saúde, trabalho e segurança social”. Ou seja, as realizações na área social dos governos Dilma e Lula, que agora podem ser alvos de um retrocesso. “Essas políticas contribuíram substancialmente para reduzir os níveis de pobreza e desigualdade no país. Seria um erro histórico atrasar o relógio nesse momento,” disse Alston, para quem a PEC colocará em risco toda uma geração futura.

“Se adotada, essa emenda bloqueará gastos em níveis inadequados e rapidamente decrescentes na saúde, educação e segurança social, portanto, colocando toda uma geração futura em risco de receber uma proteção social muito abaixo dos níveis atuais.”

O relator especial, nomeado pelo Conselho de Direitos Humanos da ONU, recomendou ao governo brasileiro que garanta um debate público apropriado sobre a PEC 55, que estime seu impacto sobre os setores mais pobres da sociedade e que identifique outras alternativas para atingir os objetivos de austeridade. “Uma coisa é certa: é completamente inapropriado congelar somente o gasto social e atar as mãos de todos os próximos governos por outras duas décadas. Se essa emenda for adotada, colocará o Brasil em uma categoria única em matéria de retrocesso social”.

A nota da ONU também chama a atenção para o fato de o governo ter chegado ao poder não pelas urnas, mas por um processo de impeachment. “O plano de mudar a Constituição para os próximos 20 anos vem de um governo que chegou ao poder depois de um impeachment e que, portanto, jamais apresentou seu programa a um eleitorado. Isso levanta ainda maiores preocupações sobre a proposta de amarrar as mãos de futuros governantes”, diz a nota.

“O Plano Nacional de Educação no Brasil clama pelo aumento de 37 bilhões de reais anualmente para prover uma educação de qualidade para todos os estudantes, enquanto a PEC reduzirá o gasto planejado em 47 bilhões de reais nos próximos oito anos. Com mais de 3,8 milhões de crianças fora da escola, o Brasil não pode ignorar o direito deles de ir à escola, nem os direitos de todas as crianças a uma educação de qualidade.”

A entidade também critica o fato de o debate sobre a PEC 55 ter sido apressadamente conduzido no Congresso Nacional pelo governo, com a limitada participação dos grupos afetados, e sem considerar seu impacto nos direitos humanos. Um estudo recente sugere que 43% dos brasileiros não conhecem a emenda, e entre aqueles que conhecem, a maioria se opõe a ela.

O relator especial da ONU, que está em contato com o governo brasileiro para entender melhor o processo e a substância da proposta, ressaltou que “mostrar prudência econômica e fiscal e respeitar as normas internacionais de direitos humanos não são objetivos mutuamente excludentes, já que ambos focam na importância de desenhar medidas cuidadosamente de forma a evitar ao máximo o impacto negativo sobre as pessoas.”

“Efeitos diretamente negativos têm que ser equilibrados com potenciais ganhos a longo prazo, assim como esforços para proteger os mais vulneráveis e os mais pobres na sociedade”, disse. “Estudos econômicos internacionais, incluindo pesquisas do Fundo Monetário internacional, mostram que a consolidação fiscal tipicamente tem efeitos de curto prazo, reduzindo a renda, aumentando o desemprego e a desigualdade de renda. E a longo prazo, não existe evidência empírica que sugira que essas medidas alcançarão os objetivos sugeridos pelo Governo,” salientou Alston.

O apelo de Alston às autoridades brasileiras foi endossado também pela relatora especial sobre o Direito à Educação, Koumbou Boly Barry.
 
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Tempos difíceis...


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