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Pensamentos aleatórios

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30 de janeiro de 2015

Lembra-se do Catalimpo?

Para quem não se lembra de quem é o Catalimpo, segue um vídeo para refrescar a memória:


O Catalimpo tem um recado para os catalanos:



Jamais te esqueceremos Catalimpo!
Qual será o novo mascote da coleta de lixo em Catalão? Será que o governador virá conhece-lo?

Aguardemos...

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29 de janeiro de 2015

Respondendo rápido, sem paixão e com a razão (2)

Em tempos de rescisão de contrato com a empresa de coleta de lixo, o que levou a demissão de duzentos e cinquenta trabalhadores da limpeza urbana, retirada de caçambas de lixo e suspensão da "coleta diferenciada" MecLix, é até covardia escolher esse cartazinho para responder, mas sigamos em frente na série "Respondendo rápido, sem paixão e com a razão".


Respondendo rápido e sem paixão:
Coleta de lixo bem-feita é algo imprescindível para o bem estar da sociedade como um todo, pois evita a disseminação de doenças e contribui para que os resíduos se encaminhem para os seus devidos lugares, mas se o serviço prestado era tão importante, eficiente e diferente, POR QUE JARDEL DEIXOU A CORPUS IR EMBORA?!
Não se fala em outra coisa na cidade e a pergunta que não quer calar é: O QUE ESSA GESTÃO FEZ COM O DINHEIRO DE CATALÃO?

Do jeito que vai, em breve o cofre da Prefeitura de Catalão vai ficar igual às lixeiras MecLix após a saída da Corpus:



Amanhã tem mais.

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13 de setembro de 2013

Ah, que saudade da Delta...


Podia ser o que for: empresa fantasma, braço empresarial de organização criminosa, reduto de corruptos, organizadora de licitações fraudulentas, etc... mas uma coisa ninguém pode negar: o serviço prestado pela Delta em Catalão era bom!

O lixo era recolhido nos horários certos; as ruas eram varridas antes de pedestres e veículos começarem a transitar; os funcionários eram bem tratados e recebiam em dia; a coleta seletiva de lixo e a operação do aterro sanitário eram referências nacionais; o pagamento dos fornecedores jamais foi atrasado e a população era satisfeita com o serviço prestado.

Aí veio a CPI do Cachoeira e acabou-se tudo. Catalão ficou sem coleta de lixo por uma semana, a sujeira ficou espalhada pelas ruas e entrou uma nova firma (Newcon) que não deu conta do serviço e era ruim para os funcionários. Foi embora sem deixar saudades, mas deixou fornecedores sem receber e avaliação negativa da população.

Depois disso veio o Governo da Parceria e outra firma assumiu o importante serviço de limpeza urbana. Suspeitas de fazer parte do mesmo grupo do Cachoeira indignaram aqueles contrários ao entranhamento da corrupção na máquina pública, mas animaram os antigos funcionários, que sonhavam com a volta da boa relação de trabalho que tinham com a Delta, e também a população, que se preocupa mais em ter suas ruas limpas e bem cuidadas do que com corrupção generalizada, aparentemente sem solução em nosso país.

Mas eis a surpresa: a Corpus não dá conta do recado. E não por falta de estrutura ou incompetência administrativa, mas sim por tratar com desdém seus funcionários e não ser cobrada pela prefeitura por isso. Em menos de oito meses prestando serviço para o município de Catalão é a sexta vez que a limpeza urbana é interrompida por causa de protestos por mais respeito profissional. 

O resultado é o acúmulo do lixo nas ruas da cidade. Os vira-latas fazem a festa e as donas de casa xingam muito. O Governo da Parceria finge que não é com ele e o vice-prefeito sindicalista se omite e deixa a tarefa de defender os trabalhadores para os companheiros do Sindicato da Construção Civil de Catalão, que heroicamente assume uma causa que não tem legalidade para lutar, já que os trabalhadores da Corpus, e todos os que lidam com limpeza urbana no estado de Goiás, estão presos a representação do Seacons (Sindicato das Empresas de Asseio, Conservação, Limpeza Urbana e Terceirização de Mão-de-Obra do Estado de Goiás), que só existe para garantir os mega salários da Comurg (de Goiânia).

Assim, sofrem esses funcionários, sofre a população e sofre a popularidade do Rodrigão, que a cada dia vê ruir o sonho (ainda altamente possível) de ser deputado, já que para evitar a fadiga com o chefe omite-se de fazer pelos funcionários da Corpus aquilo que o consagrou no Simecat e o fez chegar a presidente da Força Sindical em Goiás: a defesa do trabalhador.



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12 de setembro de 2013

Trabalhador sem direito, cidade sem coleta de lixo


A charge acima foi atualizada hoje (11/09), no contexto da greve dos funcionários da Corpus (empresa responsável pela limpeza urbana e coleta de lixo em Catalão), que pararam suas atividades por não mais suportarem o assédio moral dos patrões e as condições de trabalho oferecidas pela empresa.

Chips nos uniformes, jornadas exaustivas, horários complicados, metas diárias inatingíveis, baixos salários e completa e total falta de empatia dos patrões, que só querem saber da produção ao menor custo possível, são apenas algumas das agruras sofridas por estes funcionários, e não é de hoje.

Já é a sexta vez em apenas oito meses que os funcionários da Corpus têm que se manifestar para ter seus direitos trabalhistas respeitados, algo muito preocupante, já que nesse caso quem vem arcando com o prejuízo das paralisações é a população de Catalão, que a cada mês fica apreensiva pelo dia em que os sacos de lixo vão se acumular nos canteiros e a sujeira ficará espalhada pelas ruas, já virou rotina. E o pior é que aparentemente não existe nenhuma previsão de mudança ou melhora, já que não há ninguém que sequer olhe pelas reivindicações desses funcionários. 

O sindicato que legalmente os representa (Seacons, com sede em Goiânia) só se preocupa em garantir o emprego de seus diretores, a maioria funcionários da Comurg (empresa municipal que cuida da limpeza urbana de Goiânia), recentemente denunciados pelo O Popular por receberem supersalários (alguns acima de 50 mil reais) e ter regalias inacreditáveis garantidas em convenção coletiva de trabalho apenas para os trabalhadores da Comurg, embora esse sindicato "represente" todos os trabalhadores do setor de prestação de serviço e limpeza urbana em Goiás, algo impressionante de não ter sido até hoje questionado pela Justiça do Trabalho ou mesmo pelo Ministério Público... coisas do interior do Brasil mesmo (em pleno século 21).

Mas o que mais impressiona na situação dos funcionários da Corpus não é o descaso dos patrões, esses só querem saber de lucro e estão se lixando para a saúde e bem-estar de quem trabalha, mas sim o completo silêncio da prefeitura, que desde as primeiras reclamações não se manifestou uma única vez, deixando os trabalhadores (e os cidadãos de Catalão) reféns do que a direção da Corpus quiser fazer para resolver (ou não) o impasse. E tal silêncio não poderia continuar ocorrendo, pois mesmo que a Corpus seja uma empresa privada, e a relação dela com seus funcionários seja algo particular, a prefeitura é responsável solidariamente por esta relação de trabalho, pois a Corpus presta um serviço essencial ao município de Catalão, uma concessão pública, daí não ser possível entender essa omissão, ainda mais tendo como vice-prefeito um sindicalista conhecido em todo o estado de Goiás por sua ferocidade na defesa dos trabalhadores que representa.

Aí fica a pergunta que não quer calar: porque é que Rodrigão, o sindicalista presente em todos os movimentos, que luta e defende os trabalhadores onde quer que estejam, pré-candidato a deputado, presidente da Força Sindical em Goiás, o nome em ascensão no cenário político no sudeste goiano, o cara que organiza os trabalhadores e briga por eles não briga pelos funcionários da Corpus com a mesma garra com que defende os funcionários da MMC ou com a qual pede votos? 

Seriam os funcionários da Corpus menos trabalhadores do que os da MMC? O voto deles não tem o mesmo peso que o dos servidores da Seinfra (que todo mês ganham um churrasco e uma pinga)? O presidente da Força Sindical não tem prestígio para questionar essa representação sindical? Porque o vice-prefeito sindicalista não defende os trabalhadores terceirizados que prestam serviço para o município? Porque ele não os representa, porque ele não quer ou porque não deixam?

Enquanto essas questões não são respondidas o lixo se acumula nos canteiros, a sujeira se espalha pelas ruas, o prefeito finge que não é com ele e a população paga o pato... coisas do interior do Brasil mesmo e que em Catalão já virou rotina.

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10 de abril de 2013

Nova PARCERIA para recolher o lixo?


Na manhã de ontem (09/04) os trabalhadores da Corpus Saneamento e Obras LTDA, empresa terceirizada pela prefeitura de Catalão para fazer a coleta do lixo e limpeza urbana, paralisaram suas atividades para protestar contra maus tratos por parte de seus dirigentes. 

O resultado foi o acúmulo de lixo nas ruas da cidade e uma onda de solidariedade ao protesto nas redes sociais. 

No entanto, na mesma proporção que houve empatia dos internautas com os trabalhadores da Corpus estranhamente também houve enorme apatia do nosso vice-prefeito sindicalista, que desapareceu do Facebook e sequer se manifestou (favorável ou contrariamente), coisa que ele faz frequentemente, principalmente para divulgar sua atuação como DIRIGENTE SINDICAL, e o protesto contou com a participação de seus colegas de sindicato, estranho...

Essa situação leva a pensar que existe algum problema maior por trás desse imbróglio todo, pois as reclamações dos trabalhadores da Corpus já são conhecidas há tempos pela administração municipal, mas nenhuma atitude foi tomada até o momento e não é de agora que a coleta de lixo vem apresentando deficiências, então porque será que nenhuma atitude foi tomada? 

Enquanto a questão não é esclarecida, torçamos para que o lixo volte a ser recolhido normalmente e que não seja preciso recorrer a uma nova PARCERIA para esse expediente.