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Pensamentos aleatórios

10 de dezembro de 2015

Vírus perigoso assusta o Brasil


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Na boca do povo

Pérolas da política catalana, direto do Catalão em Ação, do Divino Saracura:

Quando um político fica pedindo debate é sinal de fraqueza, sempre os mais fortes correm do debate e os mais fracos ficam persistindo com insultos.

Outro sinal de falta de confiança e esperança de uma administração publica que não confia em suas respectivas reeleições é quando começa realizar concursos públicos para não deixar vagas de cargos comissionados para seus adversários que virão assumir a administração publica.

O impasse de impeachment de Dilma prejudicou a federalização do campus da UFG em Catalão, parece que catalão está mesmo precisando muito de deus, pois quando tudo parece dar certo depois de tantos anos de luta os impasses acontece, justamente no momento da presidenta Dilma Rousef assinar os contratos de passar se de faculdade para universidade.

Regina Felix e o presidente Juarez trava ferrenha discussão em plenário. Tudo começou quando a vereadora quis usar a palavra para discutir um projeto que foi retirado da pauta pelo vereador Paulo Cesar e o presidente da casa não deixou a Regina concluir as sua palavras, ai bicho pegou, Regina felix fez o uso da tribuna nos assuntos pessoais e desmoronou tudo em cima do presidente Juarez dizendo que o presidente não respeita os vereadores ele tem que se colocar no lugar de presidente e na função de mediador da sessão, e tocou em um assunto bastante polemico, dizendo que ele tem que se retirar da presidência no próximo ano porque tem um acordo assinado com o vereador Silvano de cada um ficar um ano na presidência e o ultimo ano seria do vereador Silvano Batista. Juarez retrucou a vereadora Regina dizendo que o Silvano não cumpriu o acordo com ele, por esse motivo ele não sai da cadeira e vai ficar até o final de 2016 e de lá ninguém o tira. 


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Oba, chuva!!!


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Vergonha: Catalão ocupa o 120º lugar em tranparência no ranking do MPF, perdendo para Cumari, Ipameri, Davinópolis, Ouvidor e outros municípios menores


A Prefeitura de Catalão, sob o comando do Cesar da PC ex-deputado que mais sente saudades da Assembleia, Jardel Sebba, continua batendo recordes negativos quando o assunto é a transparência das informações devidas aos cidadãos e à sociedade.

Há poucos dias, a Escala Brasil Transparente, elaborada pela Controladoria Geral da União, talvez em função da ineficiência do Portal da Transparência Municipal, sequer incluiu Catalão no levantamento.

Agora, o Ministério Público Federal também passou um pente fino nas Prefeituras do país, a fim de elaborar um ranking dos municípios no que se refere a transparência de informações, e Catalão voltou a se destacar negativamente.

Segundo o MPF, Catalão ganha nota 4,40, numa escala de zero a 10, e ficou com o 120º entre os 246 municípios goianos no ranking da transparência estadual, atrás de Pires do Rio (4º lugar), Ipameri (48º), Ouvidor (73º), Davinópolis (99º) e Cumari (108º).

A mensagem não poderia ser mais clara: com certeza tem muito, mas muito mesmo, município menor e com menos recursos em Goiás que cumpre melhor a obrigação de dar divulgação às contas municipais do que a turma que está gerindo a rica Prefeitura de Catalão.


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Enquanto isso, nas UBSs de Catalão...

Médico e paciente chegam a um consenso sobre o mal que assola cada um:


Falta remédio, agulha, curativos e até receituário... uma situação caótica!!!

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9 de dezembro de 2015

Dia histórico para Goiás... menos para Catalão. Até quando?

Direto do Goiás 24 Horas:


Pela segunda vez em menos de quatro meses o midiático governador de Goiás anuncia com estardalhaço protocolos de intenções de empresas interessadas em investir e gerar empregos no estado de Goiás.

Foi em setembro que Marconi fez o último anúncio desse tipo. Naquela ocasião eram nove empresas que se instalariam em Goiás, investindo 625 milhões de reais e gerando cerca de 1200 empregos diretos e outros 4000 indiretos, sendo beneficiadas as cidades de Palmeiras de Goiás, Ipameri, Rialma e Itumbiara. 

Agora, em dezembro, outro anúncio. Dessa vez os contemplados são os municípios de Jataí, Luziânia, Aparecida de Goiânia e Anápolis, com a possibilidade de geração de 4000 empregos, entre diretos e indiretos, e o investimento nas economias locais de 325 milhões de reais. Devemos reconhecer que em meio a grave crise econômica que assola o país, tal anúncio é realmente digno de nota.

E justamente pelo cenário de crise, com a demissão de mais de 1000 trabalhadores da MMC e o anúncio de reestruturações no grupo Anglo American, que pode levar ao fechamento de mais postos de trabalho, devemos nos perguntar: Quando será o dia histórico de Catalão? Quando nossa cidade vai finalmente receber os benefícios da parceria com o Governo de Goiás? Quando é que a amizade de Jardel com Marconi vai render alguma coisa além de shows sertanejos e asfalto de qualidade duvidosa? Afinal, qual a vantagem de Catalão ter um prefeito que sequer tem prestígio com o aliado para trazer uma única empresa para sua cidade?

Para refletir: Jataí, Aparecida de Goiânia e Anápolis tem prefeitos adversários do governador (Humberto Machado, PMDB; Maguito Vilela, PMDB; João Gomes, PT; respectivamente) - e estão recebendo esses investimentos... seria um sinal?

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Boechat comenta a carta de Temer à imprensa, quer dizer, à Dilma

O jornalista e âncora do BandNews FM, Ricardo Boechat, criticou na manhã de ontem (terça-feira, 08/12) o vice-presidente da República, Michel Temer, que envio uma carta à presidente Dilma Rousseff na qual expõe seu desconforto com uma desconfiança da líder petista em relação à sua atuação política.

Durante o programa, Boechat criticou a posição tomada pelo vice-presidente e colocou em xeque o caráter do líder do PMDB. "O valor do desabafo do Michel Temer nessa carta é o valor de uma pessoa sem caráter. De um oportunista", declarou.

O âncora, no entanto, refutou que as críticas a Temer amenizassem sua posição crítica ao governo da presidente Dilma. "E não vai aqui nenhum atenuante a quem seja Dilma Rousseff ou ao destino que ela possa merecer. Quem vai decidir esse destino é a população brasileira nas ruas. Temos que esperar os próximos passos. Portanto, Dilma merecerá o destino que venha a ter".

Ao final do vídeo, Boechat ainda fez uma brincadeira com uma suposta ligação que teria feito à presidente como forma de checar sua reação à carta. A resposta da petista veio ao som da música "Ainda ontem chorei de saudade", de João Mineiro e Marciano.

Assista ao vídeo:



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8 de dezembro de 2015

Desejos nada ocultos


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Enquanto isso, na Prefeitura...

O prefeito e o super-secretário municipal traçam estratégias para garantir o pagamento do décimo terceiro dos servidores públicos municipais:


Tá certo, afinal propriedade pública serve pra isso mesmo: tampar o rombo causado pela incompetência dos gestores!!!

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7 de dezembro de 2015

Especial impeachment 4: O jogo da Crise

Por Francisco Mata Machado Tavares*
 
O pedido de impeachment da presidente Dilma foi aceito por Eduardo Cunha. De agora em adiante, a crise política deve alcançar um estágio ainda mais instável do que o já turbulento quadro atual. Um prognóstico sobre o desfecho deste cenário não deve se concentrar apenas no rito específico do processo, mas precisa direcionar o foco sobre os interesses e grupos em conflito.
 
Governo e PT: a força da presidente reside em dois fatores. Primeiramente, o contexto da aceitação do impeachment por um Eduardo Cunha acometido por escândalos e ameaçado de perder o mandato sinaliza para a opinião pública que a tentativa de afastar Dilma é apenas uma retaliação desesperada de um político acusado de corrupção, o que pode aumentar a empatia em relação à presidente.
 
O segundo elemento a favor do governo reside na possibilidade de mobilizar segmentos organizados, como sindicatos e movimentos sociais, de modo a opor-se aos esperados levantes oposicionistas na rua e nas redes sociais. As fraquezas desse setor são muitas, mas quatro merecem destaque: 1) o quadro econômico é crítico, o que provoca maior irritação na população; 2) escândalos da Lava Jato muito perto do Palácio do Planalto; 3) o PMDB, aliado fundamental dos governos petistas desde o segundo mandato de Lula, não terá interesse em lutar por Dilma, ou o fará a um preço muito alto e; 4) Dilma faz um governo neoliberal, despertando um sentimento de revolta e traição entre aqueles que acreditaram em suas promessas nas eleições de 2014.
 
Oposição e PSDB: a força da oposição reside, antes de tudo, na profunda insatisfação popular e na possibilidade de que as ruas voltem a ser tomadas por protestos tão numerosos como os de março e abril. Além disso, os partidos contrários ao governo apresentam, neste momento, mais eficiência e coesão em sua atuação no Congresso, em especial na Câmara, de modo que têm conseguido importantes vitórias naquele espaço, que é precisamente onde o impeachment será votado.
 
Por outro lado, as fissuras internas no maior partido de oposição - PSDB - marcado por interesses muito distintos entre Aécio (eleições gerais o quanto antes), Alckmin (Dilma desgastada até 2018) e Serra (Temer na Presidência, com o senador ungido a informal “homem forte”) podem comprometer a coordenação do bloco oposicionista. Ademais, escândalos de corrupção e governos impopulares (como Richa no Paraná) também têm acometido os adversários do governo.
 
No plano social, é possível supor que a elite econômica almeje estabilidade a qualquer custo e apoie quem indicar uma solução rápida e segura para crise, seja o governo (liquidando o impeachment e implementando os ajustes esperados por esse setor), seja a oposição (iniciando um novo governo, com legitimidade e condições para aprovar a pauta empresarial no Congresso). Quanto aos movimentos sociais e sindicatos, sua dúvida é se vale a pena defender um governo que prometeu encampar sua agenda, mas implementou medidas em sentido contrário, ou se é preferível abandonar o campo da disputa entre governo e oposição, criando novas alternativas, como fizeram seus semelhantes em outros países, ao fundarem o Podemos na Espanha e o Syriza na Grécia.
 
O tabuleiro está armado!
 
*Francisco Mata Machado Tavares, Doutor em Ciência Política é coordenador do mestrado em Ciência Política da UFG.
 
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