Pensamentos aleatórios
Mostrando postagens com marcador Morte. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Morte. Mostrar todas as postagens
15 de novembro de 2018
4 de outubro de 2017
21 de março de 2017
Suspeitos do assassinato do caminhoneiro, próximo ao Posto Comboio, se entregam à Polícia
Na semana passada a criminalidade crescente em Catalão galgou um novo degrau na escalada de crueldade que ainda não se tinha visto na cidade (embora até corpos carbonizados já não sejam ocorrência incomum) quando o caminhoneiro Uesley Monteiro, de 31 anos de idade e natural de Uberaba, foi covardemente assassinado com um golpe na cabeça que o fez sangrar até a morte dentro da boleia de seu caminhão estacionado às margens da BR 050, próximo ao Posto Comboio, enquanto aguardava a emissão da nota fiscal da carga que transportava para seguir viagem.
A violência e a covardia do crime foi tamanha que a revolta dos motoristas e demais trabalhadores do ramo de transportes de cargas cobraram uma resposta rápida e efetiva das Polícias Civil e Militar para a elucidação do crime e apresentação dos responsáveis.
A cobrança surtiu efeito e na tarde de hoje, após um amplo trabalho de investigação, foram apresentados a sociedade catalana dois suspeitos do cometimento do crime: João Paulo Coelho dos Santos, morador do bairro Pontal Norte, e Guimel Antônio de Oliveira, morador do bairro São Francisco (Boca da Onça).
![]() |
| João Paulo e Guimel, suspeitos do assassinato do caminhoneiro (fonte das imagens: WhatsApp) |
O suspeitos foram apreendidos e confessaram o assassinato, pelo motivo torpe de surrupiar pertences do caminhoneiro, inclusive entregando a arma do crime (um enorme porrete de madeira).
O que teria resultado na morte do trabalhador foi sua resistência em não entregar seu dinheiro e celular aos meliantes, procedimento que as autoridades de segurança recomendam que o cidadão faça ao ser abordado por bandidos.
É o certo, mas o duro é saber que você precisa trabalhar para sustentar sua família e quando for abordado por algum nóia desesperado deve entregar tudo sem resistência "pois melhor perder os anéis e manter os dedos".
Pena para Uesley, e outras vítimas que não se conformaram com esse sistema em que o bandido se tornou o predador alfa da sociedade organizada, é que às vezes nem adianta entregar os anéis que vão se embora os dedos, as mãos e a vida de quem faz o que as autoridades recomendam, pois estamos vivendo tempos bárbaros, de intolerância e total degradação social, mas que ainda insistimos em não enxergar.
Compartilhe:
6 de fevereiro de 2017
Como mentiras sobre a morte de Marisa buscam evitar empatia com Lula
Por Leonardo Sakamoto.
''O objetivo, neste momento, é não deixar gerar compaixão com Lula.''
A avaliação veio de um profissional que trabalha com construção e desconstrução de reputação via redes sociais. Em condição de anonimato, ele me explicou que é esse o objetivo de boatos que estão circulando na rede por conta da morte de Marisa Letícia, esposa do ex-presidente.
Um dos boatos afirma que o velório seria realizado de caixão fechado porque tudo isso era uma encenação para forjar sua morte e possibilitar a fuga para o exterior a fim de escapar de ser julgada e presa como consequência da Operação Lava Jato. Outras mensagens exigiam que as Forças Armadas obrigassem a realização de teste de DNA no corpo.
Não importa a foto abaixo. Não importa que políticos ligados a Lula ou adversários políticos fizeram visitas no hospital antes de ser declarado o óbito. Não importa que o Sírio-Libanês seja uma instituição com uma reputação a zelar (chegando a demitir uma de suas médicas por vazar informações confidenciais sobre a entrada de Marisa no hospital) e não toparia essa encenação. Não importa a multidão que compareceu ao velório realizado em caixão aberto em São Bernardo do Campo. Não importa os jornalistas que estavam lá para cobrir e noticiar e a profusão de fotos e de vídeos circulando.
Se a loucura faz sentido para um grupo de pessoas que odeia os dois, emoções é que passam a construir a realidade e fatos tornam-se irrelevantes. É a velha burrice fundamental consagrada sob o nome pomposo da pós-verdade.
Outra mensagem, violenta, que está circulando diz que tudo é uma ''falácia para comover a população'' porque ela não poderia doar órgãos uma vez que teria atingido a idade limite de 70 anos. Contudo, não existe limite de idade para doação (com exceção da córnea, outros órgãos contam com idades-limite de referência, mas o que determina se um órgão é viável para transplante não é a idade, mas o estado de saúde do doador) e ela tinha 66. Obtive a confirmação de que rins, córneas e fígado haviam sido retirados para doação.
Claro que a morte de Marisa Letícia gera comoção junto a uma parcela da população que respeita Lula. E a situação tende a criar empatia devido o sofrimento de Lula, que é real, e pode criar, inclusive, desconforto a protagonistas da Lava Jato – uma vez que o próprio ex-presidente afirmou que sua esposa morreu triste por ter sido acusada de algo que não cometeu.
Ao longo dos últimos anos, entrevistei profissionais contratados por políticos para construir ou desconstruir candidaturas através de ação coordenada em redes sociais. E, ao contrário do que acredita o senso comum, não são robôs usados para xingar tresloucadamente que causam os maiores impactos, mas ''fazendas'' de perfis falsos que parecem reais e são administradas por anos, agindo de acordo com pesquisas comportamentais.
Daí, a avaliação do profissional com quem falei. Essas mensagens, nascidas de malucos que atuam como atiradores solitários ou produzidas por grupos especializados, estariam sendo bombadas artificialmente para impedir a formação dessa empatia.
E, com isso, evitar que o longo trabalho de desumanização feito contra Lula e o PT – que, independentemente de seus defeitos ou crimes, é maior do que o tamanho do ódio gerado contra eles – seja perdido.
Isso sem contar os sites que produzem boatos e fofocas absurdos não por motivos políticos, mas sim para, através de cliques em anúncios, ganhar dinheiro. Nas eleições presidenciais norte-americanas do ano passado, uma cidade da Macedônia ficou famosa por produzir sites com notícias mentirosas pró-Trump a fim de ganhar com visitas de internautas dos Estados Unidos.
Lula é um animal político, tal como Fernando Henrique. Ambos fazem política até dormindo, então é natural que na morte de ambas as esposas, eles alternassem choro e política, no ombro de aliados ou adversários. O que não é natural é imaginar que o mundo é um grande duelo do bem contra o mal.
O ideal seria que a população não confiasse nas mensagens de WhatsApp que não pode checar a veracidade para a formação de sua opinião, como tenho dito, há anos, neste blog. Mas como alfabetização midiática e informacional é algo raro, que não será realizado em massa no curto prazo, os veículos de comunicação tradicionais de massa têm um papel importante a cumprir, que é o de explicitar esse tipo de boato e, na medida do possível, a quem ele interessa. Sites que desmascaram informações falsas são importantes, mas atuam em uma escala muito pequena para esse tipo de acontecimento.
Isso deveria ocorrer, independentemente do resultado do boato ser oportuno a quem controla o veículo ou não. Sei que isso pode parecer utopia. Mas, agora, é com a família Silva. Amanhã, poderá ser com qualquer outra família.
E, acreditem: a imprensa tradicional (que já está em fase de transformação por conta das mudanças na forma de financiamento do jornalismo na era digital) pode se tornar irrelevante diante da força das fábricas de ''verdades alternativas'' que temos por aí. Que não têm compromisso com nada, nem ninguém.
Compartilhe:
19 de janeiro de 2017
Ganhando 10% até da Morte...
Local:
Catalão, GO, Brasil
11 de janeiro de 2017
O país da barbárie
Por Mino Carta
O massacre amazônico espanta o mundo. Os jornais europeus e norte-americanos dedicam manchetes aos terrificantes eventos do remoto Brasil, cada vez mais remoto. Não percebem que a barbárie tem sua origem, definida e detectável. Comovem-se com a chance de multiplicar as tiragens e as audiências.
O golpe de 2016, que leva ao poder um governo ilegítimo e celebra a falência das instituições, não logrou despertar o mesmo interesse da mídia internacional. É o momento das cabeças cortadas, e não são aquelas de Luís XVI e Maria Antonieta.
Não esperemos, ao menos por ora, por maiores atenções por parte de quem é incapaz de se dar conta da singularidade brasileira, de um país, de resto, onde há muito tempo a criminalidade mata mais do que a guerra civil na Síria. Mas não seria a nossa, também e a seu modo, uma guerra civil? E quem haveria de importar-se, se os próprios brasileiros não se importam?
A barbárie começa pela traição cometida pelos donos do poder em relação às dádivas com que a natureza nos premiou como nenhum outro país. E não é barbárie a indiferença de ricos e remediados diante da miséria que os rodeia? E não o são as condições deploráveis da saúde e da educação públicas? Ou, para chegar ao detalhe, não é barbárie o sofrimento de metade da população privada até hoje de saneamento básico?
A barbárie está no singular, maligno golpe de 2016 e nos resultados, no desastre institucional, no comportamento de uma mídia entregue à propaganda em lugar do jornalismo. E bárbaro é o caos em que os golpistas nos mergulharam, a névoa cada vez mais densa a nos cercar. É tanta barbárie que, na qualidade de campeões mundiais da criminalidade, em pleno caos certamente elevaremos nossos índices terrificantes.
E não são bárbaros os juros de 14% para fazer do Brasil o paraíso da usura enquanto a indústria implode? E não é bárbara a rendição ao mais torpe neoliberalismo? E que dizer da ignorância geral e irrestrita, do ódio de classe, da impossibilidade de diálogo, do racismo negado embora evidente?
Nossa bárbara unicidade, nossa inexorável medievalidade são próprias do país onde, a rigor, a dicotomia direita-esquerda nunca teve sentido. A verdadeira é outra, casa-grande e senzala.
Compartilhe:
27 de dezembro de 2016
Jorge Pontual, da Globonews, dá fora ao comentar a morte de Carrie Fisher
A falta de noção de Jorge Pontual, repórter defenestrado dos noticiários da Rede Globo, mas atuante comentarista na Globonews, cometeu uma gafe sem tamanho hoje, ao comentar a morte da atriz Carrie Fisher, famosa por interpretar a princesa Lea Organa, de Star Wars. Confira:
Pelo visto a pessoa não precisa de diploma para ser jornalista na Globonews, basta ser sem noção e retardada.
Compartilhe:
17 de junho de 2016
1 de março de 2016
Editorial de O Popular afirma que os goianos perderam direito de ir e vir
O editorial do jornal O Popular desta terça-feira, 1º de
março, foi dedicado mais uma vez ao relato do drama de uma família
diante da falta de segurança pública que atormenta a população goiana.
Com o questionamento “Cadê a Justiça”, o titulo reproduziu a frase de um
dos cartazes que amigos levaram para o velório de Jéssica Ferreira da
Silva, assassinada domingo a noite na porta da casa dela, em Aparecida
de Goiânia. “O cidadão não tem o direito de ir e vir nessas cidades,
porque a violência tomou conta de suas ruas”, opina o jornal.
Jéssica, um irmão e dois amigos conversavam na porta de casa, o que
ainda é um hábito no bairro, relata o jornal. “Eles talvez não soubessem
que Aparecida de Goiânia, onde localiza-se o bairro, tem uma taxa de
57,48 assassinatos por um grupo de 100 mil habitantes. Em Goiânia são
38,23 homicídios por grupo de 100 mil habitantes”, explica o editorial. O
porcentual tolerado pela Organização das Nações Unidas (ONU) é de 8
mortos por 100 mil, lembra O Popular.
O texto ainda aponta as semelhanças entre as mortes de Jéssica e de
Nathalia Araújo Zucatelli, na semana passada: “Ambas foram abordadas por
um motoqueiro, roubadas e levaram apenas um tiro após a abordagem, sem
esboçarem reação”. “A diferença é que a primeira vivia em bairro nobre e
a segunda, na periferia o que, no entanto, não muda em nada a
realidade, que é a falta se segurança em geral”, conclui o jornal.
Leia, abaixo, a íntegra do editorial de O Popular
“Cadê a Justiça"Na falta de palavras diante do inacreditável assassinato de Jéssica Ferreira da Silva, 23 anos, na noite de domingo, os amigos levaram para seu velório cartazes com frases como a deste título, tentando expressar um sentimento sem nome que tomara conta de todos. Jéssica, um irmão e dois amigos faziam naquela noite o que é ainda é um hábito no bairro, especialmente entre os jovens: conversar na porta de casa.Eles talvez não soubessem que Aparecida de Goiânia, onde localiza-se o bairro, tem uma taxa 57,48 assassinatos por grupo de 100 mil habitantes. Em Goiânia são 38,23 homicídios por grupo de 100 mil (o tolerado pela ONU são 8 mortos por 100 mil). Em outras palavras, o cidadão não tem o direito de ir e vir nessas cidades, porque a violência tomou conta de suas ruas.Na semana passada, Nathalia Zucatelli, 18 anos, foi assassinada na saída do colégio em situação muito similar à que levou a vida de Jéssica. Ambas foram abordadas por um motoqueiro, roubadas e levaram apenas um tiro após a abordagem, sem esboçarem reação.A diferença é que a primeira vivia em bairro nobre e a segunda, na periferia o que, no entanto, não muda em nada a realidade, que é a falta se segurança em geral. Diante de tantos casos, natural a reação da mãe de Jéssica, Lucimar Francisca da Silva: “Eu não consigo pensar em nada. Só Deus para poder fazer justiça. Porque a justiça é só de Deus." Ou seja, “cadê a Justiça?"
Enquanto isso, o Secretário está na chuva, mostrando serviço e saindo em fotos nas redes sociais, um tucano perfeito...
Compartilhe:
22 de fevereiro de 2016
28 de setembro de 2015
4 de setembro de 2015
3 de setembro de 2015
Quando a imagem da morte é necessária para nos lembrar dos vivos
Do blog do Sakamoto:
![]() |
| Soldado turco olha corpo de menino sírio, morto na tentativa de travessia para a Grécia (Fotos: Nilufer Demir/Reuters) |
Li reclamações de leitores de jornais e sites indignados com a veiculação de uma imagem do corpo morto de um pequeno menino sírio, afogado e estirado em uma praia da Turquia após uma tentativa fracassada de sua família de atravessar o mar para fugir da guerra.
Publicadas com cuidado que o tema merece, por mais que doam aos olhos e mexam com o estômago e atrapalhem o jantar ou o café da manhã, imagens têm o poder de trazer a realidade para perto.
É fácil ficar indiferente diante de números de violência, mas com rostos a situação muda de figura. Dizer que milhares de pessoas morrem afogadas na tentativa de fugir do conflito na Síria ou de fome na África é uma coisa. Mas mostrar a morte de uma criança, usando as mesmas roupas e, quiçá, o mesmo corte de cabelo que o filho de qualquer um de nós é outra.
Ou trazer o corpo frio de um rapaz moreno, de olhos bonitos, que era marceneiro, e de sua noiva, professora, que gostava de cantar de manhã.
Ou ainda os cadáveres de três adolescentes de uma mesma família, que sempre esperavam até a noite acordadas a chegada do pai que trazia comida para dentro de casa.
Ou de um motorista de uma ambulância, que tinha orgulho do seu trabalho.
O outro deixa de ser estatística, e passa a ser um semelhante, pois é feito de carne e osso e não de números. Nesse momento, há uma aproximação, uma identificação, fundamental para empurrar os espectadores de um conflito para ações, de protesto, de boicote. Seja em uma crise humanitária no Mediterrâneo, em um massacre no Oriente Médio, em uma guerra entre grupos rivais na África, na luta pela independência do Sudeste Asiático ou por conta da violência armada em favelas das grandes cidades do Brasil.
Vivemos em um mundo cuja informação se espalha em tempo real. Mas, mesmo com essa facilidade, muitos se furtam de ter acesso ao mundo.
Ao mesmo tempo, a tecnologia bélica transformou certos conflitos em cenas de videogame, filtrando sangue, suor e vísceras pelas lentes de drones e câmeras de aviões e helicópteros. O que chega, não raro, à tela de uma TV, de um computador ou de um smartphone é algo asséptico, palatável, consumível em doses homeopáticas. Pois não parece humano e sim ficção.
Quando a comunicação é globalizada, cresce a força e a importância de ações globalizadas pela paz. Acertam os veículos de comunicação que divulgaram as imagens, como o UOL, que não configuram sensacionalismo como os programas espreme-que-sai-sangue da TV, que repetem aquilo que já se sabe pelo tesão da audiência. Mas são uma declaração pública contra a barbárie.
Diante disso, a ignorância do que acontece à nossa volta deixa de ser uma benção e passa a se configurar delinquência social.
Compartilhe:
17 de agosto de 2015
Reportagem do Bom Dia Goiás sobre acidente falta na BR050
Um motociclista de 20 anos morreu em um acidente com uma caminhonete na BR-050, entre Catalão e Campo Alegre de Goiás, no sudoeste goiano. A passageira da moto ficou gravemente ferida.
Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), a caminhonete entrou na rodovia e não aguardou a moto passar para fazer uma conversão. O motociclista não conseguiu frear e bateu contra a lateral do veículo.
O motorista abandonou a caminhonete na rodovia e fugiu. Até a publicação desta reportagem, ele não havia sido identificado pela PRF.
A passageira da motocicleta foi encaminhada à Santa Casa de Misericórdia, em Catalão. A PRF não informou o nome da jovem, impossibilitando que o estado de saúde dela fosse atualizado na manhã desta segunda-feira (17).
Compartilhe:
28 de maio de 2015
Impacto em barra de ferro foi a causa da morte de Daiane
Para quem não viu, segue reportagem da TV Anhanguera sobre o acidente que vitimou a jovem Daiane de Almeida, destacando que a causa da morte foi o impacto nas barras de ferro instaladas na calçada:
A motociclista Daiane Almeida Rodrigues da Silva, de 27 anos, morreu nesta sexta-feira (22) após ser atingida por uma caminhonete e bater a cabeça em barras de proteção fixadas em uma calçada no centro de Catalão, no sudeste de Goiás. A vítima chegou a ser socorrida, mas morreu momentos depois de dar entrada no hospital.A mulher seguia para o trabalho quando foi atingida pela caminhonete. “O motorista disse que não viu a motociclista porque o sol estava contra seu veículo e as palmeiras plantadas atrapalhavam a visão”, disse o tenente da PM, Eufrásio Branquinho.A família está revoltada com o acidente. “Foi um acidente bobo, não sei se por causa de imprudência do motorista ou se por descaso de alguns moradores que colocaram esses ferros na esquina para proteger o seu imóvel de algum eventual acidente. Protegeu o imóvel dele, mas ceifou a vida da minha esposa”, disse o marido da vítima, o montador de carro Fábio Luiz Silva Júnior.Ele também garante que vai entrar na Justiça pelo acidente. “Vou entrar na Justiça contra o motorista e contra o pessoal dono imóvel para que esses ferros sejam retirados e não aconteça isso com outras famílias também”, completou.Segundo o superintendente da Secretaria Municipal de Trânsito de Catalão (SMTC), Adriano Macedo, a contenção de ferro no local não é adequada, porém não há como exigir a retirada, porque não existe nenhum órgão de fiscalização que regulamente a utilização dessas barras.
Como já havia escrito em um post anterior é hora da população aprender com essa tragédia e refletir sobre a presença desses obstáculos nas calçadas, ou mais gente vai morrer por causa deles e não vai demorar.
Compartilhe:
18 de fevereiro de 2015
A Saúde é ruim, os médicos entram em greve, não temos ambulâncias... mas temos samba no pé
Para quem não viu, segue a reportagem da TV Anhanguera sobre a morte de dona Divina Costa Martins, de 84 anos, que faleceu na terça-feira após
esperar mais de dez horas para ser transferida do hospital São Nicolau para a Santa Casa de Goiânia, onde seria submetida a uma cirurgia para implante de marcapasso:
Certamente a gestão municipal foi pega de surpresa pelo precário estado das ambulâncias do SAMU que operam em Catalão, pois foi há apenas um mês, 14 de janeiro, que o Bom Dia Goiás noticiou que o SAMU de Catalão estava sem ambulâncias em condições de transportar pacientes:
Com certeza há um bom motivo para explicar porque não deu para providenciar o conserto das ambulâncias, talvez porque a arrecadação de quase 30 milhões de reais por mês já está toda comprometida e por pouco não deu para separar os 40 mil para a escola de samba desfilar na avenida 20 de agosto.
Mas não reclamemos, pois com certeza o conserto das ambulâncias ficaria mais caro do que isso e não daria para desfilar com elas na avenida sem ser vaiado pela população, além do que "Sáude é ruim em todo lugar" como bem disse nosso prefeito no Twitter.
Os familiares de dona Divina com certeza concordam e não vão colocar a culpa no prefeito por esta tragédia, pois entendem que o Carnaval (ainda mais um "Carnaval Consciente") tem prioridade sobre a Saúde.
Bom, cada gestão tem suas prioridades, cabe ao povo compreender, afinal foi o povo que concedeu o mandato.
Parabéns, Catalão! Pelo "Carnaval consciente", que economizou dinheiro dos cofres públicos para investir na UPA, mas se esqueceu das ambulâncias do dia a dia. Parabéns, pela falta de vergonha dos gestores municipais, que não queimam a cara ao dar desculpas esfarrapadas ou colocar a culpa nas gestões anteriores. Parabéns, pela paciência de Jó em esperar melhora de onde não virá e pela capacidade de sofrer resignadamente.
Mas isso logo passa, é só até a UPA ficar pronta. Até lá, sigamos, vivendo e morrendo na terra do eterno deboche.
Compartilhe:
29 de novembro de 2014
E o Chaves se foi...
Lá
se vai uma lenda, que nunca precisou de um palavrão, nudez ou
apelação pra nos fazer rir por mais de 30 anos. Um humor simples e puro,
que nunca perdeu a sua graça mesmo assistindo várias e várias vezes.
Descanse em paz Roberto Gomes Bolaños!
Obrigado por fazer nossa infância feliz!
Compartilhe:
20 de novembro de 2014
Reportagem do tiroteio em frente a boate Dubai, em Catalão
Para quem não viu, segue a reportagem do Jornal Anhanguera sobre a morte de Saimon Gonçalves, baleado em frente a boate Dubai, no centro de Catalão:
Com a morte de Saimon, Catalão soma 13 assassinatos em apenas 10 meses, índice proporcionalmente superior ao de Uberlândia, que tem 600 mil habitantes...
Compartilhe:
Marcadores:
Boate Dubai,
Catalão,
Morte,
Reportagem TV Anhanguera,
Saimon Gonçalves,
Tiroteio,
Vídeo
12 de novembro de 2014
Cliente desiste de nova aplicação no bumbum após saber de morte em GO
Diretamente do G1:
Assim como boa parte das mulheres que fizeram o procedimento com Raquel, a comerciante afirma que a conheceu por meio das redes sociais. Ela diz que resolveu fazer a aplicação por "não estar satisfeita com o corpo" e revela que chegou a enfrentar fila para ser atendida. "Tinha muita mulher lá, mais de 20. E chegavam outras a toda hora", lembra.
Outra paciente
Até agora, a Polícia Civil identificou 14 mulheres que fizeram a aplicação para aumentar o bumbum com Raquel, contando com a ajudante de leilão Maria José Brandão, que morreu. Segundo a delegada Myrian Vidal, todas relataram problemas de saúde após as aplicações nas nádegas. "Já ouvimos seis delas. As demais devem ser ouvidas nos próximos dias. Mas já temos informações de que todas passaram mal após o procedimento", disse ao G1.
Uma das clientes, de 35 anos, fez imagens do momento em que o procedimento ocorreu, em um hotel de Goiânia. A mulher, que é estudante de biomedicina e trabalha em uma clínica médica, diz que não desconfiou da postura de Raquel. “Quase morri e ainda estou assim, correndo risco de embolia, pois [o material] está correndo na minha corrente sanguínea. Estou tomando antibiótico, não durmo. Vocês não têm noção da minha tortura”, disse.
Compartilhe:
![]() |
| Comerciante diz que pagou R$ 5 mil por aumento de bumbum com falsa biomédica (Foto: Sílvio Túlio/G1) |
Uma comerciante de 46 anos, que afirma ter feito uma aplicação para
aumentar o bumbum com a falsa biomédica Raquel Policena Rosa, 27, disse
que desistiu de fazer uma nova etapa do procedimento após saber da morte
da ajudante de leilão Maria José Medrado de Souza Brandão, de 39 anos,
no último dia 25. "Desisti do retoque depois que vi na TV [a notícia da
morte]. Depois até tentei falar com ela [Raquel], mas não consegui",
disse a vítima, que não quis se identificar, ao G1.
A mulher conta que realizou a aplicação no último dia 18 de agosto, em um hotel no Setor Central, em Goiânia. O local é diferente de onde Raquel teria feito o procedimento em Maria José, no Setor Oeste.
A comerciante procurou o 17º Distrito Policial na terça-feira (11), mas
não chegou a prestar depoimento, pois a delegada Myrian Vidal,
responsável pelas investigações, não estava na delegacia.
Segundo a cliente, que afirma ter pago R$ 5 mil pelo procedimento, Raquel fez a aplicação com a ajuda de outra mulher. "Essa mulher se apresentou como uma médica, que morava no Rio de Janeiro e vinha em Goiânia uma vez por mês para fazer a aplicação. Ela disse que lá cobrava R$ 9 mil, mas aqui, como tinha muitas clientes, o preço era R$ 5 mil", revela a vítima.
Segundo a cliente, que afirma ter pago R$ 5 mil pelo procedimento, Raquel fez a aplicação com a ajuda de outra mulher. "Essa mulher se apresentou como uma médica, que morava no Rio de Janeiro e vinha em Goiânia uma vez por mês para fazer a aplicação. Ela disse que lá cobrava R$ 9 mil, mas aqui, como tinha muitas clientes, o preço era R$ 5 mil", revela a vítima.
Procurada, a delegada informou que tentará identificar quem seria a
mulher que aplicou o produto junto com Raquel naquele dia, como relatou a
cliente ao G1. A comerciante deve formalizar o depoimento à polícia nos próximos dias.
Filas
Assim como boa parte das mulheres que fizeram o procedimento com Raquel, a comerciante afirma que a conheceu por meio das redes sociais. Ela diz que resolveu fazer a aplicação por "não estar satisfeita com o corpo" e revela que chegou a enfrentar fila para ser atendida. "Tinha muita mulher lá, mais de 20. E chegavam outras a toda hora", lembra.
A cliente afirma que foi vítima de um "golpe" aplicado por Raquel.
Segundo ela, a falsa biomédica trocou o lugar da aplicação momento antes
dela ocorrer. "Inicialmente, ela falou que ia ser em uma clínica no
Setor Marista, mas, quando estava indo para o local, ela me ligou e
disse que tinha passado para o hotel porque o horário da clínica tinha
expirado. Por isso não desconfiei de nada", revela.
A clínica no Setor Marista também é investigada pela polícia, já que
Raquel teria feito algumas aplicações no local. A polícia pretende ouvir
cinco testemunhas, incluindo funcionários do estabelecimento, nesta
quarta-feira (12).
Outra clínica, localizada no Parque das Laranjeiras, foi interditada no último dia 28 de outubro por falta de alvará sanitário e multada em R$ 2 mil.
Outra clínica, localizada no Parque das Laranjeiras, foi interditada no último dia 28 de outubro por falta de alvará sanitário e multada em R$ 2 mil.
Praticante de artes marciais, a mulher disse que está arrependida e
que, após a aplicação, sente as pernas mais fracas. Ela também reclama
de dores de cabeça constantes e diárias, que não tinha antes do
procedimento.
Preocupada, ela afirmou que suspeita que o produto não fosse hidrogel,
mas sim silicone industrial. "Hoje, eu não acredito que era hidrogel. O
que ela aplicou estava em um vidro maior, de cor marrom. O hidrogel é um
gel transparente, que só vende em pequenas porções. Soube disso depois
que eu fui pesquisar sobre o assunto", salienta.
Outra paciente
![]() |
| Em bate-papo, Raquel diz que não lembrava de cliente: 'São tantas' (Foto: Arquivo pessoal) |
Outra cliente de Raquel, uma empresária de 30 anos, que pediu para não
ser identificada, também foi até a delegacia na tarde de terça-feira.
Ela explicou que, após o procedimento, realizado no dia 18 de agosto,
também sente dores de cabeças todos os dias.
"Além disso, o produto vazou. Aí, por indicação da Raquel, fiz o
curativo com esparadrapo e cola instantânea", diz a mulher, que pagou R$
2,5 mil a vista pelo procedimento, além de 10 prestações de R$ 121,74.
Ela salienta que fez a aplicação contra a vontade do namorado e que
está arrependida. "Ele não me apoiou, disse que eu estava louca e que
estava satisfeito com o meu corpo. Mas mulher sempre quer mais",
lamenta.
Uma conversa entre as duas em uma rede social confirma que Raquel
atendia várias clientes por dia. A empresária fala com a falsa
biomédica, que responde: "Não me lembro. Você marcou comigo? É que são
tantas pessoas que acabo me esquecendo".
Vítimas
Até agora, a Polícia Civil identificou 14 mulheres que fizeram a aplicação para aumentar o bumbum com Raquel, contando com a ajudante de leilão Maria José Brandão, que morreu. Segundo a delegada Myrian Vidal, todas relataram problemas de saúde após as aplicações nas nádegas. "Já ouvimos seis delas. As demais devem ser ouvidas nos próximos dias. Mas já temos informações de que todas passaram mal após o procedimento", disse ao G1.
As investigações ainda tentam descobrir se o produto usado foi
hidrogel, como disse Raquel em depoimento, ou silicone industrial.
“Algumas das vítimas já tiveram substâncias colhidas, que são
analisadas. Mas pelo que já apuramos até agora existe a forte suspeita
sobre o silicone industrial. Estamos no aguardo dos laudos”, disse.
Na segunda-feira (10), o
namorado de Raquel, o professor de idiomas Fábio Justiniano Ribeiro, de
33 anos, prestou depoimento e negou ter realizado as aplicações com a
companheira. Ele disse que que viu a falsa biomédica comprando o
produto no meio da rua, em Mogi Guaçu (SP), onde também fez um curso de
bioplastia.
Quando foi ouvida pela polícia, no dia 3 de novembro, Raquel já havia
descartado a participação do namorado nos procedimentos. No entanto, a
polícia não acredita na versão de Fábio. Segundo a delegada, ele deve
responder por exercício ilegal da profissão e, caso fique comprovado que
Maria José morreu em decorrência da aplicação do produto, por
homicídio. "Com o resultado do exame cadavérico, poderemos informar se
no caso dele [Fábio], o crime será doloso ou culposo", pontua.
Fotos
Uma das clientes, de 35 anos, fez imagens do momento em que o procedimento ocorreu, em um hotel de Goiânia. A mulher, que é estudante de biomedicina e trabalha em uma clínica médica, diz que não desconfiou da postura de Raquel. “Quase morri e ainda estou assim, correndo risco de embolia, pois [o material] está correndo na minha corrente sanguínea. Estou tomando antibiótico, não durmo. Vocês não têm noção da minha tortura”, disse.
![]() |
| Fotos mostram cliente durante aplicações atribuídas à falsa biomédica (Foto: Arquivo pessoal) |
Ela afirma que fez as sessões nos últimos dias 12 e 24 de outubro e que,
logo após a segunda aplicação, se sentiu mal. Ela buscou ajuda médica e
ficou quatro dias internada. Atualmente, ainda continua a fazer
tratamento e diz que não consegue ver como está seu bumbum. “Eu nem
olho. Fazem o curativo e eu não quero ver. Só vou olhar depois de
cicatrizado, com tudo arrumado”, diz.
Compartilhe:
Marcadores:
Biomédica Charlatã,
G1,
Globo.com,
Hidrogel,
Morte,
Pacientes,
Raquel Policena,
Reportagem
4 de novembro de 2014
Raquel Policena, a falsa biomédica, em reportagem do Jornal Nacional
Raquel Policena Rosa, a falsa biomédica, responsável pela aplicação de hidrogel em Maria José Brandão, que morreu poucas horas depois, prestou depoimento ontem à Polícia Civil, em Goiânia, e disse não ter qualquer responsabilidade sobre a morte da auxiliar de leilões, haja vista que fez um "curso" de bioplastia com duração de 60 horas (?) e que seguiu todos os passos indicados para a realização do procedimento.
Uma pena que ela esqueceu que apenas MÉDICOS podem realizar procedimentos invasivos; que ela NÃO TEM diploma de biomédica; que um curso de 60 horas NÃO A ISENTA da responsabilidade pela morte de Maria José; e que exercer uma profissão da qual não tem formação caracteriza CHARLATANISMO.
Mas a delegada que investiga o caso lembrou de tudo isso e vai mudar a linha da investigação para homicídio doloso, quando existe a intenção de matar, haja vista a omissão de socorro e as orientações equivocadas de Raquel às reclamações de dor feitas por Maria José. Confira na reportagem de ontem do Jornal Nacional:
Compartilhe:
Marcadores:
Biomédica Charlatã,
Hidrogel,
Maria José Brandão,
Morte,
Raquel Policena,
Vídeo
Assinar:
Postagens (Atom)























