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Pensamentos aleatórios

15 de janeiro de 2014

E o Rolezinho no shopping?


Desde o fim de 2013, jovens têm organizado encontros pelas redes sociais, principalmente em shoppings da capital paulista, e ficaram conhecidos como "rolezinhos". A primeira iniciativa a ganhar repercussão aconteceu no Shopping Metrô Itaquera, Zona Leste de São Paulo, em 8 dezembro. Algumas lojas fecharam com medo de saques e o centro comercial encerrou o expediente mais cedo. 

No último sábado uma confusão envolvendo um grupo de jovens que havia organizado um "rolezinho" no shopping Itaquera, na zona leste de São Paulo, e a Polícia Militar, repercutiu ao longo de todo o final de semana e ainda divide opiniões.


O encontro de mais de mil pessoas no shopping terminou com o uso de bombas de gás lacrimogêneo e de efeito moral, além de balas de borracha, pela PM, que foi acionada para conter os jovens. Apesar do tumulto, a assessoria do shopping informou que não houve registro de furto ou roubo.


Antes vistos como uma bagunça originada da falta de opção de cultura e lazer na periferia, agora eles são discutidos como um preconceito contra a população pobre, após pelo menos cinco centros de compras terem conseguido liminar na Justiça que impede a realização desses atos e a proibição da entrada de pessoas suspeitas.


Nas redes sociais, vários participantes defendem o "acesso democrático" aos shoppings e afirmam que o "rolezinho" do rico é chamado de "flash mob", nome dado a aglomerações instantâneas marcadas para surpreender as pessoas em locais públicos.

Procurando na internet mais informações sobre o tema, achei um vídeo muito legal do canal Desce a Letra, que compartilho aqui (assista com fones de ouvido e prepare-se para os palavrões):


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E o SISU?

O SISU (Sistema Único de Seleção Unificada), porta de acesso para o Ensino Superior público, gratuito e de qualidade ofereceu 171 mil vagas em 2013:


O "probleminha" é que 2,4 milhões se inscreveram para essas vagas!

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14 de janeiro de 2014

Prefeito presta contas à população

Pela primeira vez na história de Catalão, um prefeito chamou a sociedade para acompanhar e conferir sua prestação de contas à frente da administração municipal. Foi o que fez o prefeito Jardel Sebba na manhã desta terça-feira, 14 de janeiro, no auditório do CESUC. Jardel mostrou aos presentes os avanços conquistados até agora e os objetivos para os próximos três anos. "Tivemos alguns problemas e turbulências em 2013, mas tudo aquilo que planejamos executamos. Em 2014, não tenho dúvida, será o ano da colheita”, projetou o prefeito. 

O prefeito falou das dificuldades superadas pela prefeitura no ano passado. “Enfrentamos crises na infraestrutura (Rodrigão), no transporte coletivo ("ninguém quer vir pra cá cobrar 1 real a passagem"), na educação e na saúde (falta de remédio nas farmácias populares). Entre outros assuntos, o prefeito falou dos avanços na saúde, como a contratação de médicos para a Santa Casa, que diminuiu o tempo médio de espera na unidade de 45 minutos para pouco mais de 20 (e menos de 45, pode ser até 44 minutos e 59 segundos)

Como projetos iniciados em 2013 e que serão concluídos este ano, Jardel ressaltou: “Temos muitos projetos em todas as áreas. Iremos entregar nesta semana 196 moradias do programa Minha Casa, Minha Vida (se bem que essas foram iniciadas em 2012, ainda pelo Velomar). Temos a intenção (ué... não era promessa?) de mudar o transporte coletivo e colocar uma empresa (urrú! apareceu um que topou cobrar só 1 real) que possa proporcionar mais segurança, acessibilidade, conforto e periodicidade aos usuários do transporte coletivo. Nossos compromissos de campanha serão todos cumpridos ao longo dos quatro anos (se a liminar não for derrubada) da nossa gestão. Quero fazer uma administração que irá marcar a história daqueles mais necessitam do apoio da prefeitura”.

Ao final, Jardel se dispôs a responder perguntas de qualquer um dos presentes, mas no auditório lotado de servidores comissionados da prefeitura ninguém se atreveu a perguntar nada.


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Enquanto isso, no Inferno...

O Capeta recebe ilustres visitantes:


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Rolezinho no Palácio do Planalto

Tem gente pensando seriamente nisso:


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Por que aumentou a violência?

Roseana sabe:


E tem gente que defende que em Catalão é o mesmo caso, mal menor de morar em uma cidade em desenvolvimento...

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13 de janeiro de 2014

Diga não ao Bullying!

Bullying faz mal e tem enormes consequências, seja para a criança, o adolescente, o adulto ou mesmo o super-herói:


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Enquanto isso, em Minas Gerais...

Em Minas, 45 prefeitos eleitos em 2012 já perderam o mandato; o número é maior que os 42 registrados entre 2008 e 2012 (com informações do jornal O Tempo):

No ano passado, 45 prefeitos tiveram os mandatos cassados pelo Tribunal Regional Eleitoral de Minas (TRE-MG). A média é de três por mês. O número superou o registrado pela própria Corte nos quatro anos anteriores, entre as eleições de 2008 e 2012. Nesse período, 42 gestores perderam o mandato. Entre os punidos no último ano, a maioria, 30 deles, era de gestores estreantes no cargo. Os outros 15 estavam no segundo mandato.

Os crimes mais comuns são abuso de poder político e econômico e a compra de votos. Especialistas avaliam o crescimento das punições como fator positivo, que revela um Judiciário mais ágil e uma sociedade mais exigente, além de refletir a velha rixa entre adversários políticos.

“Os números mostram que temos uma sociedade que apresenta suas demandas, um tribunal mais ágil, com juízes interessados em passar o país a limpo. Alguns processos são revertidos, mas só o fato de serem denunciados é importante”, afirma o cientista político Moisés Augusto Gonçalves. Em 2013, outros 40 gestores chegaram a ser cassados, mas conseguiram reverter a decisão.

Quanto ao perfil dos prefeitos, segundo o professor da PUC Minas, não é possível relacionar a inexperiência da maior parte às condenações. “Eles, quando comentem uma irregularidade, sabem muito bem o que estão fazendo. Além disso, são apoiados por um grupo poderoso que certamente conhece as regras do jogo”, avalia Gonçalves.

Na avaliação do cientista político Rudá Ricci, o número, que representa cerca de 5% dos 853 municípios mineiros, é elevado. Ele ressalta que a maior parte dos casos culmina em investigações porque algum adversário político denunciou.

“Os dados deixam a gente mal-impressionado, mas devem ser avaliados de forma positiva, como uma ofensiva da Justiça. Além disso, ainda temos a tradição, principalmente no interior, do controle para flagrar tropeços dos adversários”, afirma.

Brasil

Levantamento da Confederação Nacional dos Municípios (CNM) publicado na sexta-feira mostra que, em 2013, 125 prefeitos eleitos em 2012 perderam os mandatos. A maior parte deles, 107, por cassação. O dado considera causas diversas e não só crimes eleitorais.


Eleitor e democracia são os prejudicados

O cientista político e professor da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Fernando Filgueiras, avalia que o prejuízo com as cassações de prefeitos recai na conta da sociedade e da democracia em diversos níveis.

“Se o caso passa impune, esses crimes resultam em ineficiência, exclusão e mau funcionamento das instituições. Por outro lado, as cassações também trazem um outro problema, com relação ao funcionamento das instituições. Elas trazem muita instabilidade política, porque os municípios normalmente ficam sem o Poder Executivo funcionando satisfatoriamente porque não tem um prefeito”, avalia.

Além disso, segundo o também cientista político Rudá Ricci, outro ponto é o fato de que, com a realização de um novo pleito, a vontade popular não se concretiza por completo.

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Maranhão investiu mais em propaganda que em Segurança Pública


Descontados as lagostas, camarões e uísques do dia-a-dia no palácio, o governo do Maranhão gastou R$ 38,6 milhões com propaganda em 2013, mostram dados da Secretaria de Comunicação Social, no Portal da Transparência do Estado.

A família Sarney é proprietária das mais importantes empresas de comunicação do Maranhão, em todas as mídias impressas e eletrônicas, e por isso é destinatária da maior fatia dessa verba.

A Secretaria de Segurança Pública foi contemplada com gastos mais modestos, no governo Roseana Sarney: R$ 33,2 milhões, e a de Direitos Humanos mais ainda: míseros R$ 702,1 mil. A propaganda só perdeu o pódio para a melhoria do abastecimento de água no Maranhão: R$ 39,7 milhões em 2013.

A capital, São Luís, foi a recordista de repasses ao Estado, segundo o Portal da Transparência do governo federal: R$ 813 milhões.

Mas investir em publicidade é obrigação prevista na Constituição, já Segurança...

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Óleo de Peroba

Perdendo os amigos em 3, 2, 1...


...mas não podia perder a piada!

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