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Pensamentos aleatórios

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23 de março de 2017

Friboi tenta se redimir com comercial, mas exibe picanha vencida em 2013

A JBS, empresa envolvida no escândalo da Operação Carne Fraca, publicou um comercial para tentar “limpar a imagem” da empresa no YouTube, na última terça-feira (21). O vídeo mostra depoimentos de funcionários falando sobre os padrões de qualidade da empresa e das marcas produzidas.

Porém, aos 14 segundos do comercial, um selo é colado em uma peça de picanha da Friboi. O informativo mostra que a validade da carne é de 2013. Ou seja, a peça está supostamente vencida há quatro anos. A gafe viralizou e internautas comentaram sobre o assunto:

 

Em nota, a JBS esclareceu que o comercial foi gravado em sete horas. Por isso, muitas imagens foram retiradas de arquivos da empresa. Sendo assim, a data do selo é um detalhe que passou pela edição.

“Informamos que o filme foi produzido a partir de imagens de arquivo. A campanha reforça o compromisso da companhia com a alta qualidade e segurança alimentar em todos os produtos de suas marcas”, diz a empresa.

Diante da repercussão a empresa retirou o vídeo do ar. 

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26 de janeiro de 2015

O "precinho" do apoio de Júnior Friboi no segundo turno das eleições em Goiás

Para quem acha que disputar eleição é coisa simples, que basta força de vontade e disposição para submeter seu nome às urnas, compartilho abaixo a matéria de Fabiana Pulcineli, publicada no jornal O Popular no sábado, 24 de janeiro, para ilustrar o quanto o jogo eleitoral é pesado:


Lei teve validade de uma semana

Iniciativa permitiu ao JBS reduzir dívida de R$ 1,3 bilhão com o Estado para R$ 320 milhões
Fabiana Pulcineli 24 de janeiro de 2015 (sábado)


Com três dias de tramitação na Assembleia Legislativa, a Lei 18.709/2014, aprovada em dezembro e que teve validade de apenas uma semana, abriu caminho para que o grupo JBS negociasse as dívidas com o Estado de Goiás, reduzindo o valor de cerca de R$ 1,3 bilhão para R$ 320 milhões. As novas regras permitiram isenção de todos os juros, multas e correção monetária (veja quadro) para as empresas que quitassem 40% das dívidas totais à vista, com possibilidade de parcelamento do restante em cinco anos.

Em maio do ano passado, O POPULAR revelou que a JBS, maior empresa de processamento de carne bovina do mundo, era acusada de dever R$ 1,3 bilhão de Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) ao Estado. Nos nove anos anteriores, a empresa recebeu 49 autos de infração pela suposta sonegação do imposto. O valor total da cobrança correspondia, na ocasião, a 18% das pendências fiscais que contribuintes na ativa tinham em Goiás.

Depois da publicação da reportagem, o governo estadual anunciou a inscrição na dívida ativa de cinco processos que já haviam sido julgados de forma definitiva no Conselho Administrativo Tributário (CAT), da Secretaria Estadual da Fazenda (Sefaz).

Ontem, o jornal Diário da Manhã mostrou que a JBS aderiu ao programa, com pagamento à vista de R$ 170 milhões (53% da dívida recalculada com as facilidades da lei) e parcelamento de R$ 150 milhões em 60 meses. Os juros do parcelamento são de 0,2%.

O projeto de lei com ampliação dos benefícios do Programa de Incentivo à Regularização Fiscal de Empresas no Estado de Goiás (Regulariza) – instituído em maio do ano passado –, foi encaminhado pelo governador Marconi Perillo (PSDB) no dia 15 de dezembro, com protocolo na Assembleia Legislativa no dia seguinte. A mensagem do governo solicitava tramitação especial da matéria.

O líder do Governo na Casa, deputado Fábio Sousa (PSDB), solicitou suspensão dos interstícios regimentais exigidos para o processo legislativo, o que permitiu a tramitação mais rápida do projeto. Na mesma data, ficou pronto o relatório, favorável à aprovação, do deputado Talles Barreto (PTB) na Comissão Mista, que acatou o parecer.

Em 17 de dezembro, a matéria foi aprovada em primeira votação no plenário. No dia seguinte, houve aprovação em segunda votação. O autógrafo de lei foi encaminhado no dia 19 ao governador. A publicação ocorreu em suplemento do Diário Oficial do Estado do dia 22 de dezembro.

Com validade apenas até o dia 29 de dezembro, as novas regras não teriam contado com grande adesão e são chamadas nos bastidores entre empresários de “lei JBS”. No dia 24 de dezembro, houve ponto facultativo no Estado e dia 25 feriado de Natal.

Na justificativa do projeto, o governador informou que a expectativa era de arrecadação de R$ 180 milhões em dezembro com as novas regras. “Esse valor contribuirá de forma decisiva para que o Estado cumpra a meta de arrecadação de receita própria pactuada no Programa de Reestruturação e de Ajuste Fiscal, firmado com a Secretaria do Tesouro Nacional”, justificou.

Talles Barreto também diz que o relatório favorável teve como objetivo contribuir com o Estado para o fechamento das contas de 2014. Segundo ele, o então secretário da Fazenda, José Taveira, argumentou que as negociações com as empresas eram importantes para aumentar a arrecadação. “Nunca ouvi dizer que era para favorecer a JBS. Era uma oportunidade dada a todas as empresas. E as novas regras foram extremamente divulgadas no meio empresarial, mesmo com o curto tempo para adesão”, afirmou o deputado.

A Sefaz afirma que a lei foi positiva para o Estado. Já a assessoria de imprensa da JBS informou que a empresa não vai comentar o caso.

Nos bastidores, houve a informação de que a JBS conseguiu na Justiça suspender a tramitação de processos de cobrança de dívida e teria cogitado o recuo no acordo com o Estado. A Sefaz informou que isso é impossível porque, a partir do termo de acordo, a empresa faz uma “confissão irretratável do débito”. A secretaria afirmou ainda que não tem conhecimento de decisões na Justiça. 

Com uma lei, aprovada em regime de urgência urgentíssima, com validade de uma única semana, que teve adesão de apenas um grupo empresarial, o Governo de Goiás "arrecadou" 320 milhões de reais e o Grupo Friboi economizou 1 bilhão... para quem essa a lei serviu mesmo? Para o combalido tesouro público estadual ou para a empresa privada? 

E o que é que os contribuintes goianos tem a ver com os conchavos políticos de Júnior Friboi, que deixou de ser candidato por causa das dívidas e apoiou Marconi no segundo turno e agora vê as dívidas da JBS serem reduzidas a menos de um terço do valor original?



A reportagem denuncia que houve um acordo prévio, antes da elaboração do tal decreto, olhando a forma como foi conduzido o Projeto de Lei, não resta dúvidas que foi um jogo combinado, entre o governador e Junior do Friboi, com a complacência dos deputados que aprovaram a matéria, como objetivo de recompensar, COM DINHEIRO DO POVO, o Junior do Friboi pelo apoio do mesmo a candidatura de Marconi nas eleições passadas.

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2 de setembro de 2013

Friboi ou Sofreboi?!

O chargista Maurício Ricardo, do site Charges.com.br, fez uma crítica à atual campanha do frigorífico JBS Friboi, que está fazendo a alegria dos vegetarianos.

Em 44 segundos de charge animada, Maurício Ricardo sintetiza o pensamento dos vegetarianos quando assistem ao comercial da Friboi estrelado pelo ator Tony Ramos: a vontade é que ele fale a verdade sobre o assassinato de animais.

A charge "Carne Sofriboi" mostra uma mãe comprando carne com sua filha pequena quando, de repente, surge o ator: "Você não vai perguntar se a carne é Sofriboi?" (igualzinho ao comercial da TV). A criança, então, pergunta: "Qual a diferença, Tony?". Daí em diante o ator começa a explicar detalhes verdadeiros e cruéis da produção pecuária, que jamais serão mostrados em um comercial da Friboi na TV.



Agora é aguardar as paródias políticas com o Friboi candidato...


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17 de julho de 2013

É Friboi?

O slogan já está rodando por aí - "Friboi: Carne confiável tem nome!" - em breve será transformado pelos marqueteiros políticos em "Friboi: POLÍTICO confiável tem nome!" (se o Iris Rezende deixar, é claro), mas até isso acontecer vamos nos divertindo com as piadas prontas que esse slogan já está provocando, como prova a pequena seleção abaixo:










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19 de maio de 2013

O caminho de Júnior Friboi em 2014

O empresário Júnior do Friboi assinou na última quarta-feira (15/5) a ficha de filiação ao PMDB. Ao lado do vice-presidente da República Michel Temer, Friboi afirmou que quer construir um projeto para Goiás e afirmou que vai trabalhar para ser escolhido candidato ao governo do Estado nas convenções do partido. "A partir de hoje eu não sou só o Júnior do Friboi. Me chamem também de Júnior do Goiás", discursou.

Embora integrantes de peso do PMDB ainda tratem com cautela a possível candidatura de Friboi ao governo em 2014, outras lideranças do partido já dão como certo que ele encabeçará a chapa do partido. 
 
Principal nome do PMDB em Goiás, Iris Rezende não participou da filiação mas foi lembrado por todos os peemedebistas que discursaram no evento. Cada vez que o nome de Iris era dito, uma salva de palmas ecoava no auditório Costa Lima, que estava abarrotado de filiados e aliados.

Em sua fala, Michel Temer disse que o governo federal deve muito a Friboi, principalmente "pelos milhares de empregos criados pela JBS". Muitas faixas de boas vindas a Friboi e toda uma estrutura de transmissão foram montadas do lado de fora da Assembleia para que os PMDBistas pudessem assistir à cerimônia, já que o auditório principal da Casa não foi suficiente para comportar a grande quantidade de pessoas.
 
Tudo muito bom e bonito, mas o caminho de Friboi não será fácil, mesmo com milhões para investir na campanha, pois além de enfrentar o desgastado, mas mesmo assim, fortíssimo Marconi vai ter que vencer a má vontade de Iris, que ao não prestigiar o evento de filiação mandou um recado claro de que ainda tem disposição em ser candidato ao Governo. Só o tempo dirá se os milhões de Friboi poderão mudar seu destino, ou se ele estará fadado a repetir a sina de Vanderlan Cardoso e Henrique Meireles, que também foram para o PMDB para se candidatarem, mas terminaram magoados com o partido por não terem sequer a oportunidade de tentar. 
 
Independente de dinheiro ou densidade eleitoral quem diz o que será do PMDB em Goiás é Iris Rezende e se ele quiser ser candidato não há grana que mude esse fato.