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Pensamentos aleatórios

9 de agosto de 2015

Romário cobra R$ 75 milhões da Veja


Por Luiz Carlos Azenha, no blog Viomundo:

 
Quem produziu o falso extrato de uma conta bancária inexistente do senador Romário na Suíça? Esta é a pergunta da hora.

Foi a própria Veja? Ou alguma “autoridade” vazou o “documento” para a revista?

Isso é crime - e crime grave!

Publicar o documento sem checar a autenticidade dele com o banco da Suíça é apenas demonstração da degradação jornalística de Veja.

Que tem precedentes.

Em 17 de maio de 2006 a revista publicou uma “reportagem” intitulada “A Guerra nos Porões”, com o subtítulo: "O banqueiro Daniel Dantas tem uma lista com contas em paraísos fiscais que seriam do presidente Lula e do resto da cúpula do PT".

A “reportagem” era assinada por Marcio Aith, posteriormente assessor de imprensa de José Serra durante a campanha eleitoral e agora assessor do governador paulista Geraldo Alckmin.

Na ocasião, Veja publicou a lista:


Qual foi a justificativa da revista para publicar uma lista mesmo sem ter confirmação de sua veracidade?

“Submetido a uma perícia contratada pela revista, o material apresentou inúmeras inconsistências, mas nenhuma suficientemente forte para eliminar completamente a possibilidade de os papéis conterem dados verídicos”, escreveu o autor.

Como questionei à época, “se você achar na lixeira um papel com graves acusações contra qualquer um e não conseguir comprovar a autenticidade dele ou dos dados contidos nele, PUBLIQUE!”.

O ex-ministro Luiz Gushiken, ao qual foram atribuídos 902 mil euros, processou a revista. Depois de longos oito anos, quando ele já havia falecido, a sentença condenatória da revista foi confirmada em segunda instância (ou seja, provavelmente continua tramitando nas instâncias superiores).

Dizia a sentença, divulgada pelo Escrevinhador: “A Veja dá a entender que não eram fantasiosas as contas no exterior. E não oferece um único indício digno de confiança. Infere, da identidade dos acusadores e dos interesses em jogo, a verdade do conteúdo do documento. A falácia é de doer na retina.”

No caso de Romário, para agravar a situação hoje a revista dispõe de um grupo de blogueiros que disseminam as mentiras publicadas no impresso pelas redes sociais ou defendem o indefensável de maneira patética.

A Luciana Cerqueira (@lucianaccc) observou, no twitter, o comportamento de um deles:

 
Na noite de ontem, às 19h15m, o Viomundo foi o primeiro site a publicar a existência do documento enviado pelo banco suíço a Romário (que pede, inclusive, investigação ao Ministério Público da Suíça).

Luciana Cerqueira notou que o blogueiro de Veja poderia ter esperado mais um minutinho antes de escrever besteira.

Às 22:07, ele achou uma forma de acusar os “blogs sujos”.

Às 22:08 a revista Veja publicou no twitter sua retratação!

Seria cômico, não fosse trágico.




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8 de agosto de 2015

Novidade! Em livro Andressa Urach revela que foi a prostituta mais cara do Brasil!


Essa eu vi no Diário da Manhã:
 
Que mulheres famosas e beldades do Brasil não se sujeitam ou não se sujeitaram ao Book Rosa das agências de prostituição?

Esta pergunta deve estar sendo feita agora pelos leitores do jornal britânico Daily Mail, um dos mais lidos da Europa. E uma resposta deve aparecer na mente: “Pouquíssimas”.

O jornal teve acesso à biografia da ex-modelo e neo-evangélica Andressa Urach – dançarina de TV que realizou aplicação de hidrogel no corpo e acabou na UTI.

Antes ela enfrentou outros riscos de morte: sobreviveu a duas overdoses e ameaças de um famoso jogador de futebol, após pedir que fossem realizadas fotos dela ao lado dele (o atleta apenas realizou sexo com a modelo e a pediu para sair de sua suíte).

Após todo estresse, ela confessa que pode ter realizado sexo com “milhares” de homens.

O livro escrito por Douglas Tavolaro, vice-presidente de jornalismo da Rede Record, chega no final do mês nas bancas do País. Todos os exemplares que serão enviados para pontos de comercialização terão na capa um aviso de conteúdo impróprio para menores de 16 anos.

O livro Morri Para Vencer escrito pela jovem narra sua participação nos bastidores da prostituição de luxo. Além de sexo, a publicação conta sua introdução ao universo das drogas e seu relacionamento com os famosos.


O Daily Mail “vende” Andressa Urach como uma das prostitutas mais caras e “desejadas do Brasil”. Também pudera: ela “trabalhou” em outros países, sendo entretenimento sexual para magnatas e famosos do mundo todo. Portanto, não só brasileiros desfrutaram de Andressa.

Conforme o jornal, ela chegava a cobrar R$ 15 mil por programa. A lista de clientes de Urach era extensa, dizem os ingleses. Uma das suspeitas é de que ela teria “ficado” com Cristiano Ronaldo, jogador de futebol.

Conforme Urach, Ronaldo foi um “0800” do seu serviço. Ela não cobrou e aceitou o galanteio. Ele teria ligado para ela e dito: “Você é mesmo a Miss Bumbum do Brasil? Você tem a bunda mais bonita. Eu adoro bundas”.

Estrelas do futebol, atores, cantores, políticos, criminosos, religiosos e empresários utilizaram os serviços da modelo, que se chamava Ímola. Conforme adiantou o Daily Mail, a ex-modelo tem agora uma visão crítica do seu corpo: “Eu transformei meu corpo em uma peça barata de mercadoria. Entreguei minha intimidade para centenas, quem sabe, milhares de homens em apenas 27 anos de vida. Protagonizei as cenas mais humilhantes para qualquer mulher”.

Conforme Urach, ela unia submissão com obrigação de agradar seus contratantes: “Eu encontrei satisfação em infligir e receber dor em atos sexuais. Estava obcecada com o prazer que eu tinha de ser submissa. Eu joguei fora minha honra como um pedaço de lixo”.

Conforme a neo-evangélica, a estratégia de participar de orgias não era o prazer, mas a fama: “Eu aceitei participar de orgias apenas para chegar perto de pessoas famosas, convencida de que elas me ajudariam a pular etapas da minha vida”.

Pelo teor do livro, a edição teve o toque final e sensacional das publicações de pessoas ligadas à Igreja Universal do Reino de Deus. Os termos são em parte retirados dos dicionários evangélicos, bem como as comparações. “Fiz tudo por fama e dinheiro, eles eram ‘meus deuses’. Eu me tornei, infelizmente, uma das prostitutas mais caras e desejadas no Brasil”, diz Urach.

O livro se chama Morri para viver: meu submundo de fama, drogas e prostituição (editora Planeta).

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7 de agosto de 2015

Manual de sobrevivência a crise

Buscando adquirir conhecimentos específicos para sobreviver a atual (atual?) crise pela qual passa sua gestão, o prefeito Jardel Sebba iniciou a leitura de um extenso manual elaborado pelos melhores analistas econômicos e políticos, que consiste em 50 passos, infalíveis, para tirar qualquer gestor do atoleiro:


Ah, primeiro passo desgraçado... ah, primeiro passo sem jeito...

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UFG pode cancelar o segundo semestre por falta de recursos

Professor Orlando Afonso do Amaral, Reitor da UFG

Saiu hoje em O Popular:

UFG solicita 35 milhões para adequar contas
O arrocho econômico proposto pelo governo federal tem impactado diretamente nos custos da Universidade Federal de Goiás (UFG). E as finanças já não têm fechado no fim do mês. Contas básicas como energia, água e telefonia têm pesado no custeio da instituição, que amarga um corte de orçamento na ordem de R$ 36 milhões.

A UFG foi obrigada a reduzir as despesas de manutenção, de investimentos em obras e aquisição de equipamentos. A situação se agravou em 2014 quando, segundo a diretoria da instituição, parte do orçamento previsto não foi liberado e as contas do ano anterior tiveram de ser pagas neste ano.

Além disso, a diretoria decidiu enxugar os contratos com empresas terceirizadas em segurança, limpeza e limitou os gastos com passagens aéreas. Eventos também foram cancelados, como o Espaço das Profissões. E os cursos de graduação foram afetados. “O impacto desses cortes é grande e nos obrigou a adotar medidas de contenção de despesas para minimizar os efeitos da crise”, explicou por meio de nota o reitor da UFG, Orlando Afonso Valle do Amaral.

As reduções, no entanto, não foram suficientes. O reitor alertou para o fato de que se a situação se estender, a universidade não terá de onde realocar fundos. Por isso, a instituição solicitou um aporte financeiro ao governo federal de R$ 35 milhões. “Alertamos que, na falta desses recursos, o funcionamento da universidade estará seriamente comprometido e não teremos condições de honrar nossos compromissos até o fim do ano”, afirmou.

No entanto, o reitor não deixou claro na nota se, caso o recurso não vier, a universidade conseguirá concluir o semestre que teve início com uma greve de professores.

Receio de não pagamento de serviços básicos
Para o diretor do Sindicato dos Trabalhadores Técnicos-Administrativos em Educação das Instituições Federais de Ensino Superior de Goiás (Sint-Ifesgo), João Pires, o cenário em que se encontra a UFG, em meio à crise financeira e greves, é preocupante. “Tudo isso gera uma instabilidade muito grande. Receamos que a UFG não tenha condições de pagar nem mesmo os serviços básicos como luz, água e telefone a partir de setembro”, relutou.
De acordo com ele a reposição de materiais também está sendo afetada. “Uma série de itens começaram a desaparecer, como lâmpadas e materiais de higiene”, relatou.

Temor de suspensão de aula
Os professores da UFG temem o pior dos cenários: o cancelamento do semestre. Nesse caso as aulas só retornariam no próximo ano, o que bagunçaria o calendário acadêmico da instituição.
O diretor presidente do Sindicato dos Docentes das Universidades Federais de Goiás (Adufg), Flávio Alves da Silva, destaca que casos como esse já aconteceram em Minas Gerais. “As contas da UFG de 2014 estão sendo pagas nesse ano. Até junho não faltou recurso, o problema é agora para frente.”

A situação é mesmo grave, mas a culpa não é só do corte de recursos feita pelo Governo Federal. Há um enorme problema na gestão interna das universidades, o que não é exclusividade da UFG, diga-se, no entanto existem aqueles que se negam a enxergar isso e continuam tocando suas atividades como se nada estivesse acontecendo. 

Existem duas greve em andamento na UFG e ambas reivindicam melhores condições de trabalho, mas enquanto os colegas se negarem a aderir não haverá perspectiva de melhora coletiva e o resultado desse individualismo será cobrado de todos com o cancelamento do semestre acadêmico, o que provocará suspensão do pagamento de bolsas, demissão de trabalhadores terceirizados e cancelamento de contratos, aí será tarde para chorar o leite derramado. 

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Como continuar petista?*


Nasci numa família petista. Acho que já escrevi isso antes, mas é uma lembrança muito forte: eu morava no Tatuapé, de frente para a fábrica de eletrodomésticos Philco, e o Lula comandava as greves lá. Eu acordava com ele berrando, irritada, mas minha mãe me mandava ter respeito pelo homem que mudaria o país. Quando o Lula foi eleito pela primeira vez e subiu a rampinha pra abraçar o Fernando Henrique, lembro da minha mãe no meio da sala, chorando mais do que quando eu voei da bicicleta, quebrei a clavícula e fiquei desacordada por longos segundos.

Sempre votei em todos eles: Suplicy, Marta, Mercadante, Lula, Dilma, Haddad. Mas de uns dois anos pra cá, minha família fez como a Marta: me abandonou, pegou horror ao partido. Se tornaram magoados vingativos. Os xingamentos vão de pinguço ladrão a escória da humanidade. Ela virou a típica senhorinha reaça das redes sociais, postando "Revoltados On Line", ajudando a viralizar vídeos terríveis de ministros sendo vaiados acompanhados de suas famílias. Senti um soprinho de esperança em recuperar meus pais quando num almoço o tema foi difamar o Cunha. Mas, no cafezinho, eles voltaram com força total, mostrando um clipezinho musicalizado da Dilma saudando a mandioca. E o milho também.

Fiquei sozinha nessa. Segui defendendo a ciclovia. Mesmo aturando 80% dos meus amigos falando que na periferia o Haddad deixou a desejar, que a faixa termina em lugar nenhum, que é malfeita, que antes a cidade deveria dar segurança pras pessoas andarem de bicicleta, que quem mandou comprar carro pra aquecer a economia foi o próprio PT. Que ciclovia é coisa pra agradar os alunos "de esquerda, mas com dinheiro" dele, que moram no centro expandido. Perdi uma quantidade enorme de amigos (que nunca fiz) quando comemorei a reeleição da Dilma. Tudo bem que fui meio sem noção e escrevi "Chupa Itaim" e "pega no meu pau Vila Nova Conceição" no Facebook. Muitos outros, esses sim importantes, me deram apenas "hide" e avisaram por inbox: "Quando você se curar dessa doença maligna chamada ignorância política, voltamos a falar". Não se "cura" com facilidade algo que se aprendeu a amar na infância. Sigo me agarrando aos poucos amigos que acreditam. Lendo os poucos articulistas que acreditam. Pedindo a um amigo que trabalha com o Haddad que me coloque em contato com ele, pra que eu possa conversar mais, entender mais, e não perder a fé. Mas a cada dia, um bom combatente entrega os pontos. Ligo para um colega escritor intelectual de esquerda e ele me aconselha: "Não escreve sobre isso não, tá feia a coisa, eu não acredito mais". 
 
Está cada dia mais difícil responder "mas tanto foi feito pelos pobres" a cada 765 motivos para deixar de ser petista. Zé Dirceu armou o maior esquema de propina da história e mesmo depois de ser pego, armou de novo! Mas tanto foi feito pelos pobres! Os discursos da Dilma nunca falam com clareza sobre pedaladas fiscais e Petrolão! Mas tanto foi feito pelos pobres! Daí tento "mas nunca em um governo se colocou tanto bandido na cadeia! É a democracia!". Mas Dilma foi uma péssima gestora, olha como está o dólar, a inflação, o desemprego, os cortes na educação, na saúde, na grana dos aposentados! Mas nunca em um governo se colocou tanto bandido...Mas os bandidos estavam mancomunados com o PT ou, em grande parte, ERAM do PT. Mas nunca em... É... Veja bem... Que tristeza tudo isso.
 
*Por Tai Bernardi, na Folha de São Paulo
 
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O deboche em Goiás não tem fim: Estatais em liquidação há 16 anos gastam R$ 36 mil mensais com jetons


Olha a seriedade do Governo de Goiás: gasta 36 mil reais por mês para bancar reuniões de empresas estatais liquidadas. É a gestão do Super-Secretário Thiago Peixoto, aquele mesmo que vem à Catalão pedir voto para deputado federal, mas nunca assume o mandato por preferir ficar em Goiânia fazendo sala para o Jardel quando ele visita a capital (toda semana). Confira a matéria do blog da Fabiana Pulcineli:

Em processo de liquidação há pelo menos 16 anos, cinco empresas do governo estadual pagam R$ 36 mil em jetons por mês a conselheiros fiscais que participam de uma reunião a cada 30 dias. No caso específico de uma das empresas, a obrigação é de um encontro por bimestre. Nos meses de abril e maio, os valores para cada conselheiro aumentou de R$ 1,5 mil a R$ 2 mil fixos. Assim, no primeiro semestre deste ano, os gastos somaram cerca de R$ 200 mil.

A Promotoria de Liquidação (Proliquidação), orgão subordinada à Secretaria de Gestão e Planejamento (Segplan) e responsável pela extinção das empresas, não tem uma previsão de quando serão finalizados todos os processos. O presidente Jailton Naves disse ao blog que, de oito empresas, três foram liquidadas (Crisa, Cerne e Goiastur), duas devem ser encerradas ainda este ano (Metago e Transurb) e uma (Emater) possivelmente em 2016. As outras duas (Casego e Prodago) demandarão mais tempo.

O secretário de Gestão e Planejamento (Segplan), Thiago Peixoto, que integra a equipe do governo responsável por cortes na estrutura e ajuste fiscal, afirma que o aumento dos jetons ocorreu sob a condição de corte de outros gastos das empresas. "Eles tiveram uma redução significativa de custos e propuseram este aumento. Tivemos esse cuidado para autorizar. O presidente (da Proliquidação) alegou que era importante aumentar, mas dentro de um contexto de um corte muito maior", afirma. Jailton afirmou que os custos das empresas com manutenção baixaram mais de R$ 250 mil mensais.

Na lista dos conselheiros, estão a chefe de Gabinete Particular do governador Marconi Perillo (PSDB), Gloria Miranda Coelho, e os superintendentes do Cerimonial, Airan Pucci, e de Relações Públicas, Maria Emília Miotto Godoy (veja abaixo).

Sobre a composição do quadro, Thiago afirmou que a maioria foi mantida do ano passado para cá e que as indicações são feitas pela Proliquidação.

Segundo Jailton Naves, os integrantes dos conselhos têm de ter experiência na atividade e qualificação. "Não podem ser leigos", diz. Perguntando se todos os nomes têm conhecimento técnico, ele garantiu que sim.

O processo de liquidação de empresas começou com a Casego em 1995. O processo da Goiastur teve início dois anos depois. Mas foi em 1999, no primeiro mandato de Marconi Perillo que as liquidações foram intensificadas, com a inclusão de mais oito empresas. Duas delas saíram do processo de exclusão (GoiasIndustrial e GoiasParcerias)

Além das cinco estatais em liquidação, o governo paga jetons para integrantes de conselhos do Detran, Agetop, Juceg, da Cultura e Educação, da Secretaria de Administração Penitenciária e de Representantes de Contribuintes na Sefaz.

Companhia de Armazéns e Silos do Estado de Goiás (Casego)
Airan Pucci Superintendente do Cerimonial do Estado
Liliane Morais Batista de Sá Superintendente da Escola de Governo da Segplan
Maria Emilia Miotto Godoy Superintendente de Relações Públicas do Estado
Valmir Pedro Tereza Chefe de Núcleo da Segplan

Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Goiás (Emater)

Gloria Edwiges Miranda Coelho Chefe de Gabinete Particular do governador
Mario Simonsen Alves Faquim Chefe de Núcleo da Segplan
Romulo Barbosa da Silva Não tem cargo no governo

Empresa de Transporte Urbano do Estado de Goiás (Transurb)
Alexandre Veiga Caixeta Superintendente Central de Planejamento da Segplan
Danubio Cardoso Remy Assistente de Gestão Administrativa (efetivo) da Segplan
Otavio Alexandre da Silva Superintendente executivo da Segplan

Empresa Estadual de Processamento de Dados (Prodago)
Antonio Alencar Filho Analista de Gestão Administrativa (efetivo/comissionado) da Secretaria de Governo
Fabio Resende Martins Analista de Gestão Administrativa (efetivo/comissionado) da Goiasprev
Luiz Augusto de Sousa Analista de Controle Externo (cedido pelo TCE) da Segplan
Marcu Antonio de Souza Bellini Não tem cargo no governo
Mario Simonsen Alves Faquim Chefe de Núcleo da Segplan

Metais de Goiás S/A (Metago)
Lianda Patricia Barros da Trindade Bailao Professora e assessora especial (efetivo/comissionado) da Segplan
Mario Simonsen Alves Faquim Chefe de Núcleo da Segplan
Wiliamar Ferreira da Silva Assessora da Presidência para Assuntos Institucionais da Metrobus

E é nesse tipo de gestor que Jardel se espelha para administrar nossa cidade... depois ainda vai ter gente que não entende como ele pode ser tão ruim prefeito?!

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6 de agosto de 2015

O funcionário do mês!


Porque ele merece:

- Demitiu 84 servidores comissionados da Prefeitura;
- Cortou pela metade a gratificação dos servidores que ficaram;
- Cortou os ônibus dos estudantes que faziam faculdade em Uberlândia;
- Atrasou o pagamento do adicional de férias dos professores municipais;
- Divulgou plantação de grama e poda de árvores como grandes obras;
- Investiu 250 mil reais no comércio... da Paraíba;
- Cortou o plantão de férias nas creches;
- Gastou 80 mil em show sertanejo em época de contenção de gastos;
- Não comprou nenhuma ambulância;
- Anunciou o investimento de 250 mil reais em foguetes;
- Doou lote do município para uma aliada política;
- Deixou faltar merenda nos dois primeiros dias de aula das escolas em agosto;
- Voltou a colocar placas de obras que não vão pra frente;
- Continua debochando do povo de Catalão.

E aí, merece ou não merece?

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Enquanto isso, na Prefeitura...

Jardel encontra uma inusitada placa de advertência, chamando a atenção para os riscos de uma possível queda em caso de desobediência da orientação:


Deboche reverso!!!

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Operação Lava Jato - fase 31


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Uma semana sem blogar

Peço desculpas aos leitores do blog pela ausência nos últimos dias. 

O acúmulo de atividades na intensificação da greve dos técnicos administrativos, reuniões com professores e estudantes para debater a greve dos docentes e a situação calamitosa pela qual passa momentaneamente a UFG (e a maioria das universidade federais) impediram a regularidade na atualização do Bão pra Sabão, o que espero sanar ainda hoje.

Um fraterno abraço.

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