Pensamentos aleatórios

31 de maio de 2017

E os 10 bilhões que a JBS vai pagar pela delação?


Após uma longa negociação, o Ministério Público Federal no Distrito Federal e a J&F, holding dos irmãos Wesley e Joesley Batista, que controla marcas como a JBS, definiram os termos de um acordo de leniência firmado como compensação pelo envolvimento da companhia em casos de corrupção investigados nas operações Greenfield, Sépsis, Cui Bono, Bullish e Carne Fraca.

Segundo anunciou o MPF nesta quarta-feira 31, a J&F concordou em pagar 10,3 bilhões de reais ao poder público como indenização por suas falcatruas. Esse valor será pago em 25 anos, reajustado pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), o que pode levar o total a 20 bilhões de reais.

Segundo o MPF, o valor é adequado, uma vez que equivale à média verificada em outros quatro acordos firmados no âmbito da Operação Lava Jato.

Em comparação com esses outros acordos de leniência, o valor é alto, uma vez que supera o conjunto de tudo o que Odebrecht, Braskem, Andrade Gutierrez e Camargo Corrêa deverão pagar (8,08 bilhões de reais juntas).

Embora a Procuradoria comemore na realidade esse valor é troco de balinha para a JBS, pois os tais 10 bilhões levarão 25 anos para voltarem para os cofres públicos e só em Goiás, por exemplo, a JBS ganhou, em apenas três dias, o generoso perdão de 1 bilhão de reais em impostos, ou seja, o que a empresa levará um quarto de século para pagar poderá ganhar em apenas três meses, dependendo apenas da amizade do governante de plantão que, hoje sabemos, a JBS tem muito por todo o País.

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O homem da mala


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26 de maio de 2017

Confissão de Aécio Neves ao som de Chaves abandonado

A melhor dos últimos tempos:


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Enquanto isso, em Brasília (2)...


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Slogan atualizado com a frase da crise do momento


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Aliados confiáveis


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ESCLARECIMENTO: Hugo Deleon não foi cassado pela Justiça Eleitoral


Ontem à noite, quinta-feira (25), o Jornal O Popular publicou em seu site, a notícia de que três prefeitos da região sudeste haviam sido cassados pela Justiça Eleitoral, em decisão proferida pelo Juiz da 8ª Zona, Marcus Vinicius Ayres Barreto, sendo eles, Onofre Galdino (PMDB) de Ouvidor, Robson (PR) de Davinópolis, e Hugo Deleon (PSDB), de Três Ranchos.

Os mais afoitos, como eu, compartilharam a notícia assim que ela saiu, sem fazer o básico antes de divulgar uma informação: checar a veracidade.

E eis que, para minha surpresa, hoje pela manhã, em entrevista à rádio Cultura de Catalão, o prefeito de Três Ranchos, Hugo Delon, disse desconhecer que existiria qualquer condenação junto à Justiça Eleitoral e que até o momento ele não havia sido notificado de nada em contrário disso.

Só depois dessa declaração é que fiz o dever de casa e fui checar no site do TRE e eis que confirmei a veracidade das declarações do prefeito de Três Ranchos, ou seja, não existe nenhuma decisão do juiz Marcus Vinícius para cassação de seu mandato.

Em nota enviada ao Blog do Badiinho, o Procurador Jurídico de Três Ranchos, Randall de Melo, esclareceu de forma oficial que não há sentença publicada até a data de hoje, sexta-feira (26), proferida pelo Juiz Eleitoral Dr. Marcus Vinicius Ayres Barreto que cassasse o prefeito Hugo Deleon, que reproduzo abaixo:

NOTA DE ESCLARECIMENTO DO PREFEITO DE TRÊS RANCHOS

Tendo tomado conhecimento da publicação e veiculação no site do Jornal O Popular, na data de ontem, quinta-feira (25), anunciando a Cassação do Prefeito de Três Ranchos, Hugo Deleon (PSDB), dentre outros prefeitos cassados na nossa região, esclareço de forma oficial por meio da própria assessoria do Juiz da 8ª Zona Eleitoral, consultando também o site do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que não há sentença publicada até a data de hoje, sexta-feira, 26 de maio de 2017, proferida pelo Juiz Eleitoral Dr. Marcus Vinicius Ayres Barreto, que tenha cassado o mandato do Prefeito Hugo Deleon.

Procurador Jurídico Dr. Randall de Melo Gomes

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25 de maio de 2017

Justiça Eleitoral torna Jardel Sebba inelegível e cassa o mandato de Hugo de Leon, de Três Ranchos, Onofre Galdino, de Ouvidor, e Robson Gomes, de Davinópolis


O juiz Marcus Vinícius Ayres Barreto, da 8ª Zona Eleitoral de Catalão, proferiu nesta quinta-feira (25) decisão que cassou os mandatos de três prefeitos da região e tornou inelegível o ex-prefeito de Catalão. 

De acordo com a determinação, os mandatos dos prefeitos de Três Ranchos, Hugo Deleon (PSDB), de Ouvidor, Onofre Galdino (PMDB) e de Davinópolis, Robson Gomes (PR) foram cassados. Deleon e Galdino haviam sido eleitos no pleito municipal de 2016. Já Robson Gomes foi reeleito nas últimas eleições.

Em outra decisão, Marcus Vinícius tornou inelegível o ex-prefeito de Catalão, ex-presidente da Assembleia Legislativa de Goiás e atual chefe de gabinete de gestão da governadoria de Goiás, Jardel Sebba (PSDB). Jardel foi prefeito no município de 2012 até 2016, sendo derrotado na tentativa de reeleição por Adib Elias (PMDB). 

A 8ª Zona Eleitoral de Catalão abriga, além da nossa cidade, os municípios de Três Ranchos, Ouvidor e Davinópolis. Com a determinação de Barreto, todas as cidades da Zona Eleitoral tiveram personalidades da chefia do executivo municipal com seus direitos políticos cassados.

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Tá pegando fogo!!!


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O perito está certo


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Duelo midiático


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Enquanto isso, em Brasília...


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Quem não deve não teme meme

A musiquinha do momento:


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24 de maio de 2017

A defesa do Aécio resumida em uma charge


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Reportagem da Globo sobre investigação do escritório "Ribeiro e Silva Advogados Associados"

Conforme as investigações, o escritório "Ribeiro Silva Advogados Associados" de propriedade do advogado Rodrigo Ribeiro (advogado do ex-prefeito de Catalão Jardel Sebba do PSDB) era responsável por conseguir as contratações por meio de tráfico de influência.


Lembrando que esse escritório é mesmo responsável pela liminar que validou o concurso fraudulento feito pela Prefeitura de Catalão no anos passado... 

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Lembraram dele! Antes tarde do que nunca!!!


Ele já estava se sentido desprestigiado.

Quero ver é ir preso...

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Vídeo em que Aécio diz que não fez dinheiro com vida pública vira piada


O senador Aécio Neves bem que tentou, mas um vídeo que gravou e que foi disponibilizado nesta terça-feira, 23, nas redes sociais, em vez de ajudá-lo, tem se transformado em piada na internet.

Aécio aparece com cara séria e diz que “não fez dinheiro na vida pública”. A expressão vaga parece querer dizer que ele é pobre ou que está sem dinheiro. Depende da interpretação do espectador. No vídeo, distribuído em redes como Facebook, Aécio virou piada. “A esposa dele não disse que era rica que iria morar nos EUA… Pq vender o apartamento da mãe dele? Pq estava sem dinheiro. Tadinho SQN”, diz uma internauta. Outros criaram memes com Aécio pobre, pedindo bolsa família. O senador é chamado de “cara de pau”.

Junto ao vídeo ele escreveu um texto bem curto: “A verdade dos fatos: Não fiz dinheiro na vida pública. Esse cidadão armou uma encenação e ofereceu outro caminho. Um empréstimo de R$ 2 milhões. Esse dinheiro, é claro, seria regularizado por meio de contrato de mútuo. O criminoso queria era criar uma falsa situação que transformasse uma operação entre privados, que não envolveu dinheiro público, que não envolveu qualquer contrapartida, em um ato de aparência ilegal. Esses são os fatos. Esta é a única verdade. E reafirmo aqui de forma definitiva: não cometi qualquer crime”.

A imprensa trata o caso do senador como fato consumado. Ele deve perder o mandato e ser preso, aposta parte dos analistas políticos.

Confira o vídeo:



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22 de maio de 2017

STJ autoriza e Marconi será investigado


O governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB), virou réu em decisão do ministro Humberto Martins, vice-presidente do Superior Tribunal de Justiça. Após o Supremo Tribunal de Justiça (STJ) votar o fim da necessidade do aval da Assembleia Legislativa de Goiás, isso tende a se tornar regra.
 
Marconi Perillo foi denunciado pelo Ministério Público Federal pela prática de dois crimes de corrupção passiva.   Também se tornaram réus Carlos Augusto de Almeida Ramos, o Carlinhos Cachoeira; o presidente do Conselho de Administração da construtora Delta, Fernando Cavendish; e o ex-diretor regional da Delta Cláudio Abreu. Eles são acusados de participar do esquema e foram denunciados por corrupção ativa.

Martins é relator da ação penal ajuizada no STJ. O tribunal é competente para processar e julgar governadores por terem foro por prerrogativa de função. "Marconi tinha papel central no esquema criminoso que tinha como objetivo ampliar as participações da Delta no Estado", destaca Martins.

De acordo com o Ministério Público Federal (MPF), os valores dos contratos com a Delta no estado pularam de R$ 5 milhões para R$ 75 após a posse do governador, em 2011. Em troca, Marconi teria se beneficiado com o pagamento de R$ 90 mil referentes a dívida de campanha do jornalista Luis Carlos Bordoni. O dinheiro foi pago por empresas laranjas. 
 
A denúncia aponta que, nos meses de abril e maio de 2011, um assessor do tucano entrou em contato com Bordoni por duas vezes para perguntar em qual conta deveria ser pago os serviços do jornalista prestado na campanha de Marconi em 2010. 
 
Após esses contatos, relata o documento, depósitos foram feitos pelas empresas fantasmas Alberto & Pantoja e Adécio & Rafael, que teriam sido constituídas por Cavendish, Cláudio Abreu e Cachoeira apenas para o pagamento de propina a agentes públicos a partir de dinheiro da Delta.
 
O MPF argumenta que, após os pagamentos, Marconi determinou aditivos com a Delta em aluguéis de carros para a Segurança Pública. O número de veículos foi aumentado sob conhecimento de Marconi.
 
Segundo o procurador, se Marconi tivesse comprado as 1981 viaturas alugadas após os aditivos, gastaria R$ 39,2 milhões. Foram pagos à Delta pelo aluguel R$ 75,3 milhões.
 
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Cada coisa no seu devido tempo...


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A casa, digo, ponte, caiu!!!


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19 de maio de 2017

Em Editorial, O Globo pede a renúncia de Temer


Um presidente da República aceita receber a visita de um megaempresário alvo de cinco operações da Polícia Federal que apuram o pagamento de milhões em propinas entregues a autoridades públicas, inclusive a aliados do próprio presidente. O encontro não é às claras, no Palácio do Planalto, com agenda pública. Ele se dá quase às onze horas da noite na residência do presidente, de forma clandestina. Ao sair, o empresário combina novos encontros do tipo, e se vangloria do esquema que deu certo: "Fui chegando, eles abriram. Nem perguntaram o meu nome". A simples decisão de recebê-lo já guardaria boa dose de escândalo. Mas houve mais, muito mais.

Em diálogo que revela intimidade entre os dois, o empresário quer saber como anda a relação do presidente com um ex-deputado, ex-aliado do presidente, preso há meses, acusado de se deixar corromper por milhões. Este ex-deputado, em outro inquérito, é acusado inclusive de receber propina do empresário para facilitar a vida de suas empresas no FI-FGTS da Caixa Econômica Federal. O presidente se mostra amuado, e lembra que o ex-deputado tentou fustigá-lo, ao torná-lo testemunha de defesa com perguntas que o próprio juiz vetou por acreditar que elas tinham por objetivo intimidá-lo.

Ao ouvir esse relato do presidente, o empresário procura tranquilizá-lo mostrando os préstimos que fez. Diz, abertamente, que "zerou" as "pendências" com o ex-deputado, que tinha ido "firme" contra ele na cobrança. E que ao zerar as pendências, tirou-o "da frente". Mais tarde um pouco, em outro trecho, diz que conseguiu "ficar de bem" com ele. Como o presidente reage? Com um incentivo: "Tem que manter isso, viu?"

Não é preciso grande esforço para entender o significado dessa sequência de diálogos. Afinal, que pendências, senão o pagamento de propinas ainda não pagas, pode ter o empresário com um ex-deputado preso por corrupção? Que objetivo terá tido o empresário quando afirmou que, zerando as pendências, conseguiu ficar de bem com ele, senão tranquilizar o presidente quanto ao fato de que, com aquelas providências, conseguiu mantê-lo quieto? E, por fim, que significado pode ter o incentivo do presidente ("tem que manter isso, viu"), senão uma advertência para que o empresário continue com as pendências zeradas, tirando o ex-deputado da frente e se mantendo bem com ele?

Esses diálogos falam por si e bastariam para fazer ruir a imagem de integridade moral que o presidente tem orgulho de cultivar. Mas houve mais. O empresário relata as suas agruras com a Justiça, e, abertamente, narra ao presidente alguns êxitos que suas práticas de corrupção lhe permitiram ter. Conta que tem em mãos dois juízes, que lhe facilitam a vida, e um procurador, que lhe repassa informações. Um escândalo. O que faz o presidente? Expulsa o empresário de sua casa e o denuncia as autoridades? Não. Exclama, satisfeito: "Ótimo, ótimo".

Não é tudo, porém. Em menos de 40 minutos de conversa, o empresário ainda encontra tempo para se queixar de um ex-funcionário seu, atual ministro da Fazenda. Diz, com desfaçatez, que tem enfrentado resistência no ministro da Fazenda para conseguir a troca dos mais altos funcionários do governo na área econômica: o secretário da Receita Federal, a presidente do BNDES, o presidente do Cade e o presidente da CVM. Pede, então, que seja autorizado a usar o nome do presidente quando for novamente ao ministro da Fazenda com tais pleitos. O que faz o presidente? Manda-o embora, indignado? Não, de forma alguma. O presidente autoriza: "Pode fazer".

Este jornal apoiou desde o primeiro instante o projeto reformista do presidente Michel Temer. Acreditou e acredita que, mais do que dele, o projeto é dos brasileiros, porque somente ele fará o Brasil encontrar o caminho do crescimento, fundamental para o bem-estar de todos os brasileiros. As reformas são essenciais para conduzir o país para a estabilidade política, para a paz social e para o normal funcionamento de nossas instituições. Tal projeto fará o país chegar a 2018 maduro para fazer a escolha do futuro presidente do país num ambiente de normalidade política e econômica.

Mas a crença nesse projeto não pode levar ao autoengano, à cegueira, a virar as costas para a verdade. Não pode levar ao desrespeito a princípios morais e éticos. Esses diálogos expõem, com clareza cristalina, o significado do encontro clandestino do presidente Michel Temer com o empresário Joesley Batista. Ao abrir as portas de sua casa ao empresário, o presidente abriu também as portas para a sua derrocada. E tornou verossímeis as delações da Odebrecht, divulgadas recentemente, e as de Joesley, que vieram agora a público.

Nenhum cidadão, cônscio das obrigações da cidadania, pode deixar de reconhecer que o presidente perdeu as condições morais, éticas, políticas e administrativas para continuar governando o Brasil. Há os que pensam que o fim deste governo provocará, mais uma vez, o atraso da tão esperada estabilidade, do tão almejado crescimento econômico, da tão sonhada paz social. Mas é justamente o contrário. A realidade não é aquilo que sonhamos, mas aquilo que vivemos. Fingir que o escândalo não passa de uma inocente conversa entre amigos, iludir-se achando que é melhor tapar o nariz e ver as reformas logo aprovadas, tomar o caminho hipócrita de que nada tão fora da rotina aconteceu não é uma opção. Fazer isso, além de contribuir para a perpetuação de práticas que têm sido a desgraça do nosso país, não apressará o projeto de reformas de que o Brasil necessita desesperadamente. Será, isso sim, a razão para que ele seja mais uma vez postergado. Só um governo com condições morais e éticas pode levá-lo adiante. Quanto mais rapidamente esse novo governo estiver instalado, de acordo com o que determina a Constituição, tanto melhor.

A renúncia é uma decisão unilateral do presidente. Se desejar, não o que é melhor para si, mas para o país, esta acabará sendo a decisão que Michel Temer tomará. É o que os cidadãos de bem esperam dele. Se não o fizer, arrastará o Brasil a uma crise política ainda mais profunda que, ninguém se engane, chegará, contudo, ao mesmo resultado, seja pelo impeachment, seja por denúncia acolhida pelo Supremo Tribunal Federal. O caminho pela frente não será fácil. Mas, se há um consolo, é que a Constituição cidadã de 1988 tem o roteiro para percorrê-lo. O Brasil deve se manter integralmente fiel a ela, sem inovações ou atalhos, e enfrentar a realidade sem ilusões vãs. E, passo a passo, chegar ao futuro de bem-estar que toda a nação deseja.

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18 de maio de 2017

Corrupção no Brasil é só na Política?


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Charge do Dia


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Pronunciamento de Temer em Libras


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Se a Globo é golpista por quê deu o furo que pode derrubar o Temer?


Quem acompanha o noticiário sabe que há anos a Globo vem operando no vermelho. Seus custos são muito altos e desde que surgiu Google, Facebook e Netflix ela não recebem mais os quase 80% de toda a verba de publicidade que os governos investem. A verba destinada à Globo vem caindo e cada vez mais rápido toda vez que se mostra que as pessoas ficam mais tempo no computador do que na televisão.

A JBS é a terceira maior anunciante da Globo. Sem o dinheiro da JBS a Globo não paga as contas do mês. Quando da operação a "Carne Fraca" a JBS perdeu algumas centenas de milhares de dólares e seu dono percebeu que estaria correndo risco.

A JF Holding, braço internacional do grupo, também está prestes a fazer uma abertura de capital bilionária na Bolsa de Nova York e os irmãos já tratam com a Justiça americana limpar o nome da empresa para seguir em frente. Os irmãos Batista, bem orientados por advogados, decidiram pela delação premiada no Brasil e num pagamento de multa nos Estados Unidos numa estratégia para salvar o seu grupo empresarial. Em suma, governos passam, mas a empresa fica. Secretamente ele foi à Procuradoria Geral da República fazer delação, pois sabia que com Moro ele não a teria (se não entregar o Lula, nada feito).

Percebendo que mesmo com a delação a JBS seria cobrada por mais de 700 milhões de prejuízo do BNDES (que corrigidos e com multa ia para algo dos 3 bi) e ainda seria preso (como foram Odebrecht e Eike). O dono da JBS largou a delação para vários meios de informação. Quem desse o furo levava. A Globo poderia tentar segurar mas perderia o seu terceiro maior anunciante e quando outras emissoras ou mesmo as redes mostrassem a delação ficaria impossível (até para os mais tapados) deixar de reconhecer a globo como acobertadora de corruptos.

A Globo internamente julgou que o menor prejuízo dela seria colocar o governo Temer abaixo e agora tentar uma coalizão política para não deixar o país afundar na crise. A Globo precisa de uma coisa urgente: uma mudança de lei. Ela está falida mas a lei brasileira não permite a venda de empresas de telecomunicações a grupos estrangeiros (os únicos com grana para comprar a globo). Então ela precisa desta mudança.

Diante da sinuca de bico que a JBS colocou a globo, ela escolheu tentar sair de heroína, imaginando que poderá manobrar sua legião de zumbis para TENTAR se salvar. Com o que fez ontem, a Globo entrega os anéis e espera salvar os dedos.

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5 de maio de 2017

Tiroteio no Cesuc: Nota de Esclarecimento

NOTA DE ESCLARECIMENTO
A direção do CESUC esclarece que, ontem 04/05/2017 por volta de 22:40 um veículo modelo gol de cor prata, parou na portaria de entrada do estacionamento dos professores, dele desceram dois homens já atirando com arma de fogo.
Os disparos atingiram um dos seguranças com 2 tiros, sendo um na perna esquerda e outro no pé direito. Os marginais fugiram do local rapidamente sem levar nenhum objeto.
A Policia Militar foi acionada e compareceu rapidamente ao CESUC acompanhada de uma ambulância do Corpo de Bombeiros. O segurança foi imediatamente socorrido e após imobilizado foi levado para a Santa Casa de Catalão.
Um veículo que estava no estacionamento foi atingido pelos disparos sendo que ninguém sofreu mais nenhum dano.
O CESUC está acompanhando o caso e prestando toda assistência ao segurança atingido e sua família. O estado de saúde e estável, não corre risco de vida e aguarda os procedimentos médicos para a cirurgia na perna atingida.
Procurada por esta direção, a Policia Militar informou que ainda não tem pistas sobre o paradeiro dos marginais, mas continua em busca.
O CESUC lamenta o fato ocorrido, típico do momento atual que vive a população em todo o pais, onde a violência continua ganhando espaço.
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Vídeo: A livre negociação entre patrões e empregados proposta pela Reforma Trabalhista


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